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Para refletir: ''Não adianta chorar sobre o projeto deletado.'' - marcio1000

Autor Tópico: CreepyPasta MRM!  (Lido 27861 vezes)

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XlourenzoX

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CreepyPasta MRM!
« em: 27 de Outubro de 2010, 16:47:57 »
Pontuação: 10


Tópico numero 1 em insonia, alucinações e medrosos altamente curiosos!
Leia e mande suas historias, contos e lendas que arrepiam até o seu PC!
Bons sustos.


Lourenzo Mondego~



Nata da Nata

Serie de tópicos apenas com as miticas!

1# A Mágica

2# Transformice




O que postar?

Simples, conte-nos algum fato que ocorreu com você ou com seus amigos, não precisa ser verdade ou mentira, o quê importa é ser uma boa historia e que nos deixe "pensativos" sobre ela =D


Regras!

Mesmo se tratando de um topico sobre historias de terror, temos que ter algumas regras:

-Lembre-se que na MRM tem crianças e jovens menores de 18 anos, por isso nada de videos ou imagens pornograficas

- Caso a historia contenha imagens ou videos que possam causar algum problema psicologico, coloque apenas o link ou entre spolier, E avise antes! para que apenas os interessados possam ver.




The Best!
Pequena coletanea com algumas das melhores creepys do tópico


Foco

Spoiler: Spoiler de Segurança(Clique para mostrar/esconder)
Foco é algo necessário ao longo das séries de Pokemon. Centrando-se no enredo complexo, nos numerosos companheiros adquiridos ao longo do jogo, os tornando tão fortes como eles podem ser. Este não foi um problema na Geração 1: foram descobertos cheats e glitches para tornar a viagem Pokemon muito mais fácil, embora menos agradável. A satisfação deixava o jogador logo que M era capturado. Claro que, nas Gerações seguintes, isto foi resolvido. Haviam ainda mais cheats e glitches, sem dúvida, mas eles não eram tão óbvios e fáceis de se obter.

Mas você já se perguntou porque é necessário focar-se nos jogos? O jogador fica tão concentrado nele, dia após dia, durante toda a noite. Você não percebe que o mundo exterior gira sem você, para você é irrelevante. Aconteceu o mesmo com você; enquanto você lia essa história: você não percebeu que algo se moveu à sua esquerda, atrás de você, enquanto estava concentrado na tela. Não se preocupe, não é algo da linha Gastly não, é a coisa feita nos pesadelos. E está vindo na sua direção.

Por isso, sempre mantenha um olho fora da tela. Só por precaução.



Essa eu aprovo!
Spoiler: Spoiler de Segurança(Clique para mostrar/esconder)
Não descarte esta história como se fosse trabalho de algum lunático delirante. Há algum sentido, apenas continue lendo...

Veja bem, todos nos perguntamos se é possível viajar no tempo? Bom, deixe-me contar uma coisa. Na verdade, eu sou do futuro. Sério. Sei que você provavelmente não está acreditando, mas eu sou realmente do futuro.

Atrás de toda essa diversão, há um aspecto muito sério. Nós não devemos visitar nossa própria vida, nem NUNCA interagir com nossos "eu" passados. Deixe-me contá-lo, eu estou quebrando uma regra neste exato momento. Sim criança, você está falando com você mesmo. Seu ego futuro. Eu serei executado por isso, você sabia? Eu aceitei. Por falar com você eu estou prevenindo algo PIOR que a morte.

De uma forma ou de outra, eu posso enviar uma pequena mensagem, confie em mim.

Você deveria ler a primeira palavra de cada parágrafo, agora.


The Rake
Spoiler: Spoiler de segurança, se você não durmir, a culpa é de quem paga sua internet!(Clique para mostrar/esconder)
The Rake

The Rake é um monstro que supostamente ficaria observando as pessoas enquanto elas dormem. Aqui coloquei algumas histórias envolvendo o curioso ser e no final as teorias elaboradas para ele.

Boa leitura. Eu dormiria de luz acesa hoje.




Durante o verão de 2003, eventos no nordeste dos Estados Unidos envolvendo uma criatura estranha, humanóide e de pele pálida, provocou breve interesse da mídia local antes da aparente "morte" do assunto. Pouca ou nenhuma informação foi deixada intacta, como histórias escritas da criatura que foram misteriosamente destruídos.

Focado principalmente na zona rural, testemunhas contaram histórias de suas encontros com uma criatura de origem desconhecida. Emoções variaram de níveis extremamente traumáticos de medo e desconforto, a uma sensação quase infantil de diversão e curiosidade. Enquanto suas versões publicadas não estão mais no registro, as memórias permaneceram poderosas. Várias das partes envolvidas começaram a procurar respostas.

No início de 2006, as testemunhas reuniram os relatos e acabaram acumulando quase duas dúzias de documentos datados entre o século 12 e dias atuais, abrangendo quatro continentes. Em quase todos os casos, as histórias eram idênticas. Estive em contato com um membro deste grupo e foi capaz de obter alguns casos de seus arquivos.

Uma nota de suicídio: 1964

A Nota foi achada em uma caixa de madeira de uma fazenda das áreas rurais de Nova York.

----

"Enquanto me preparo para tirar a minha vida, sinto que é necessário para amenizar qualquer culpa ou a dor que tenho introduzido por isso. Não é culpa de ninguém além dele. Pela primeira vez eu acordei e senti sua presença. E mais uma vez acordei e vi a sua forma. Mais uma vez acordei e ouvi a voz dele, e olhei em seus olhos... Eu não consigo dormir sem medo de que eu poderia encontrar ao acordar. Eu não posso jamais acordar. A morte será meu sono eterno. Adeus. "

Encontrado na mesma caixa de madeira, haviam dois envelopes vazios dirigidos a William e Rose, e uma carta pessoal solta sem envelope:

"Cara Linnie,

Tenho orado por você. Ele falou seu nome. "


A entrada de diário (traduzido do espanhol): 1880

"Eu experimentei o maior terror. Tenho experimentado o maior terror. Tenho experimentado o maior terror. Tenho experimentado o maior terror. Vejo os seus olhos quando eu fecho meus. Eles são ocos. Negros... Eles me observam quando acordo. Suas mãos molhadas... Não vou mais dormir. Sua voz (texto ininteligível) ".


Diário do fuzileiro: 1691

"Ele veio em meu sono. Desde o pé da minha cama senti uma sensação. Ele levou tudo. Nós devemos retornar para a Inglaterra. Nós não voltaremos aqui novamente a pedido do Rake."


De uma testemunha: 2006

"Três anos atrás, eu tinha acabado de voltar de uma viagem de Niagara Falls com a minha família para o 4 de julho. Estávamos todos muito exaustos depois de um longo dia de viagem, o meu marido e eu colocamos as crianças direto para a cama e fomos dormimos.

Por volta das 04:00, acordei pensando que meu marido tinha se levantado para usar o banheiro. Eu aproveitei e regulei o despertador. Vi que ele ainda estava na cama, me desculpei e disse que pensava que estava no banheiro. Quando ele se virou para mim, ele engasgou e se levantou a da cama tão rapidamente que quase me jogou para fora da cama. Ele então agarrou-me e não disse nada.

Depois de acender o abajur, por meio segundo, eu era capaz de ver o que causou a reação estranha. Ao pé da cama, sentado e de costas para nós, não havia o que parecia ser um homem nu, ou um grande cão despelado de algum tipo. A posição do corpo era perturbador e pouco natural, como se tivesse sido atropelado por um carro ou algo assim. Por alguma razão, eu não estava imediatamente assustada com isso, mas mais preocupada quanto à sua condição. Neste ponto, eu estava um pouco sob o pressuposto de que nós deveríamos ajudá-lo.

Meu marido estava se encostando na parede, apenas olhando... Dobrado em posição fetal, ocasionalmente olhando para mim antes de voltar para a criatura.

Em um turbilhão de movimento, a criatura se movimentou em torno do lado da cama, e depois arrastou rapidamente em uma espécie de movimento ao longo da cama, até que foi menos de alguns centímetros do rosto do meu marido. A criatura estava completamente em silêncio por cerca de 30 segundos (ou provavelmente mais perto de 5, ele só parecia um tempo) só de olhar para o meu marido. A criatura então colocou sua mão em no joelho dele e correu para o corredor, indo em direção do quarto das crianças. Gritei e corri para o interruptor de luz, o que planejei para detê-lo antes de ele machucar meus filhos. Quando cheguei ao corredor, a luz do quarto foi o suficiente para deixá-lo agachado e debruçado. Ele se virou e olhou diretamente para mim, coberto de sangue. Então eu vi, perto dele a minha filha, Clara.

A criatura desceu as escadas, enquanto meu marido e eu corríamos para ajudar a nossa filha. Ela era muito gravemente ferida e falou apenas mais uma vez em sua curta vida... Ela disse "ele é o Rake".

Meu marido correu para levá-la de carro para o hospital. Ela não sobreviveu.

Sendo uma cidade pequena, a notícia se espalhou rapidamente. A polícia foi útil no início, e no jornal local teve muito interesse também. No entanto, a história nunca foi publicada e as notícias de televisão local nunca acompanhou também.

Durante vários meses, meu filho Justin e eu ficamos em um hotel perto da casa dos meus pais. Depois que decidi voltar para casa, comecei à procura de respostas a mim mesma. Eu finalmente localizei um homem na cidade vizinha que tinha uma história semelhante. Entramos em contato e começaram a falar sobre nossas experiências. Ele sabia de outras duas pessoas em Nova York que tinham visto a criatura, agora referido como "The Rake".

Nós 4 ficamos cerca de dois anos de caça na internet e escrevendo cartas para chegar a uma pequena coleção do que acreditamos ser contos do Rake. Ligamos para essas pessoas e nenhuma delas deu qualquer detalhe da história, ou acompanhamento. Uma revista tinha uma história que envolvia a criatura em suas primeiras três páginas, e se recusaram a falar dele. Conseguimos falar com um fuzileiro que estava se mudando, dizendo apenas que ele e sua mulher foram orientados a sair do país pelo Rake. Essa foi a última entrada nos arquivos.

Houve, no entanto, muitos casos em que a visita da criatura era uma de uma série de outras visitas que já ocorreram. Várias pessoas também mencionaram sendo algo parecido. Isso nos levou a perguntar se "The Rake" tinha visitado qualquer um de nós antes do nosso último encontro.

Cooquei um gravador digital perto da minha cama e deixei correr toda a noite... Todos os dias durante duas semanas. Eu tediosamente ouvia os sons de eu rolando na minha cama a cada dia quando acordava. Até o final da segunda semana, eu estava bastante acostumada com o som ocasional de ouvir eu dormindo...

No primeiro dia da terceira semana, eu pensei ter ouvido algo diferente. O que eu encontrei foi uma voz estridente. Foi o "The Rake"... Eu não posso ouvi-lo tempo suficiente para sequer começar a transcrever o ruído. Eu não deixei ninguém ouvi-lo ainda. Tudo o que sei é que eu já ouvi isso antes, e agora acredito que ele falou quando estava sentada na frente do meu marido. Eu não lembro de ter ouvido nada na época, mas por alguma razão, a voz no gravador imediatamente me traz de volta a esse momento.

Os pensamentos do passado passam pela minha cabeça... E eu penso na minha filha novamente. Isso me faz muito chateada.

Eu não vi "The Rake" desde que ele arruinou a minha vida, mas sei que ele foi no meu quarto enquanto eu dormia. Eu sei e temo que uma noite eu vou acordar para vê-lo olhando para mim. "

----

Conclusão: O que "The Rake" é...

*Algo que observa as pessoas enquanto estão dormindo. Ele fica vigiando elas de noite e mantém esse hábito por tanto tempo que as vítimas só descobrem após anos sendo observadas.

*Grande parte das pessoas quando descobre tem medo de dormir e acordar com ele observando e geralmente acabam ficando paranoicas, fazendo tudo que o "The Rake" manda para ir embora.

*Alguns associam Rake como Anjo da Guarda.

*Talvez aquela sombra no canto do seu quarto não seja apenas uma sombra... Antes de você acender a luz, deveria pensar duas vezes: algumas vezes a verdade não deve ser revelada.


-----------

A seguir um pouco da anatomia dele segundo os relatos de pessoas que o avistaram.






As historias neste post foram encontradas em sites diversos, é quase impossivel saber sua originalidade, já que se tratam de historias repassadas.





Espero que gostem, bons sustos a todos =D
« Última modificação: 01 de Abril de 2012, 22:24:13 por XlourenzoX »

Watt

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Re: Entrando no clima, CreepyPasta!
« Resposta #1 em: 27 de Outubro de 2010, 16:59:09 »
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Педро/Pedro/-Polo! da GCLU aqui.

Quem souber inglês bem pode ler a do cartucho amaldiçoado de Majora's Mask aqui:

http://inuscreepystuff.blogspot.com/2010/09/majora.html
« Última modificação: 30 de Outubro de 2010, 00:05:45 por Watt »

Sky17

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Re: Entrando no clima, CreepyPasta!
« Resposta #2 em: 27 de Outubro de 2010, 17:00:44 »
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Caraca, fiquei com medo das duas oO É SÉRIO.

Um dia, na rua eu estava andando com um amigo. O meu amigo caiu em um buraco. Eu fui ajudar ele. Quando vi o buraco, ele não estava lá. Dias depois, eu não tinha visto ele. Um mês depois, tocou o telefone. Falou: Abra a porta, agora. Desligou. Olhei. Era ele. Disse que não soube o que aconteceu. Quando caiu, ele viu tudo preto e quando acordou, estava na sua casa, e veio para minha casa. Agora, abra sua porta, e veja. O que é? Sei o que está pensando...

Artropelado.

HIT-MON-LEE! HOYAAAAAA!!!!

XlourenzoX

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Re: Entrando no clima, CreepyPasta!
« Resposta #3 em: 27 de Outubro de 2010, 17:11:43 »
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Oe.
Педро/Pedro/-Polo! da GCLU aqui.

Quem souber inglês bem pode ler a do cartucho amaldiçoado de Majora's Mask aqui:

http://inuscreepystuff.blogspot.com/2010/09/majora.html





Gogo upar creepys aki =D



Caraca, fiquei com medo das duas oO É SÉRIO.

Um dia, na rua eu estava andando com um amigo. O meu amigo caiu em um buraco. Eu fui ajudar ele. Quando vi o buraco, ele não estava lá. Dias depois, eu não tinha visto ele. Um mês depois, tocou o telefone. Falou: Abra a porta, agora. Desligou. Olhei. Era ele. Disse que não soube o que aconteceu. Quando caiu, ele viu tudo preto e quando acordou, estava na sua casa, e veio para minha casa. Agora, abra sua porta, e veja. O que é? Sei o que está pensando...

Artropelado.

Eu juro que pensei no PedoBear manolo *-*





CreepyPasta Enorme do Pokémon:

PÓKEMON CRISTAL


Spoiler(Clique para mostrar/esconder)
Creepy Up Up!Não se esqueçam, ele era um viciado em pókemon mas tinha perdido seu cartucho original então....




No entanto, eu percebi que a um tempo atrás minha mãe jogou meu Pokémon cristal fora porque eu disse que o save tinha bugado, ainda por cima ela jogou fora meu silver, então, eu fui a Gamestop e comprei uma versão usada do jogo.
Quando cheguei em casa, liguei o gameboy me preparando para uma seção de nostalgia, mas por várias vezes a tela ficava simplesmente preta, travava. Até que uma hora finalmente o jogo começou.



Para minha surpresa, já existia um salvo na fita, não que eu estivesse reclamando, então apertei "continue".
A primeira coisa foi checar os status de treinador dele. O nome era " ... " Sem muita originalidade.
Chequei a profile dele, supostamente ele tinha 999:9 horas de jogo, todos os 16 emblemas, 999999 pokedollars e todos os 251 pokemons registrados na pokedex. Como ele tinha um Mew e um Celebi também logados, eu acho que ou ele usou um Game Genie, ou era um jogador muito viciado.
Chequei também o PokeLog (?) para ver qual time f 0 d 4 ele tinha. Para minha surpresa, eu vi 5 Unowns e um sexto Pokémon chamado "HURRY" (Depressa). Eu pensei que era um piada de muito mal gosto colocar esse nome no Pokémon, mas eu decidi checar as profiles dos pókemons mesmo assim. Como esperado, os Unowns tinham letras diferentes, todos lvl 5. Eu estava um pouco enferrujado com meu alfabeto Unown naquele tempo, mas eu identifiquei a palavra "SAIA".

O sexto Pokémon era um Cyndaquil, ele parecia normal, mas era só lvl 5 com 1 de Hp sobrando e com apenas 2 ataques : "Leer" e "Flash". Mas eu deixei isso de lado, o estranho era que mesmo no volume máximo, nenhum dos pókemons fizeram seus sons quando chequei seus status, nem ouvia a música, só silêncio.

Já tendo visto tudo, fechei a janela. Eu parecia estar parado em algum lugar do que parecia ser a torre Bellsprout. Pórem, por alguma razão, não havia NPCs por perto. Pior era o pilar que estava no meio da sala, não havia música, e não existia escada ou qualquer outro modo de sair. Ou, era o que eu pensava.

Eu andei um pouco por alguns minutos, mas não consegui achar uma saída, essa certamente não era uma sala que eu já tinha visto na torre. Tentei procurar nos itens por uma corda de escape, mas a mochila estava vazia, não tinha nem um Pokémon selvagem.

Finalmente, achei uma escada atrás do pilar, a tela ficou preta e a música finalmente começou a tocar. Eu percebi que não era uma transição de tela, e sim uma sala escura (completamente)
A primeira coisa que eu fiz foi ir para meu pokegear e trocar a música para uma mais agradável, mas não haviam cartões para isso, só havia um mapa onde Gold (ele irá chamar o personagem "..." de Gold de agora em diante) Andava em um vazio negro.

Lembrei que o Cyndaquil tem "Flash", então, fechei meu pokegear e o fiz usar Flash. Eu não vi nenhuma mensagem dizendo "Hurry usou Flash", ou algo assim. A sala simplesmente ficou clara, do nada, e eu sinceramente me arrependi disso. A sala estava coberta com um vermelho sangue, com um caminho cinza linear indo para o sul. A escada que eu usei para descer não estava mais lá.

Eu não tinha escolha a não ser ir para o sul. A tela ficava preta a cada 20 passos, até eu finalmente chegar no final. De repente eu fui interrogado para responder "SIM/NÃO" mas sem pergunta nenhuma. Como não sabia do que se tratava, escolhi SIM. A tela ficou preta e ouvi um barulho de escada, e uma música mais agradável começou a tocar.

Eu estava em outra sala escura, prendi a respiração e usei Flash novamente. De repente, vejo a mensagem "Hurry Desmaiou" (Faint, é desmaio, mas acho que ele usou como "morreu" mas enfim) o que era estranho, porque eu não lembrava de ele ter condições "poison" ou algo assim, e eu certamente não estava em uma batalha.

Chequei meus pokemons, ele não estava mais na minha party. Na verdade, depois de um pouco de investigação, nenhum dos meus pokemons estavam lá, mas, todos foram trocados por Unowns lvl 10. Novamente, conferi meu alfabeto e li os Unowns : "HEDIED" (ele morreu).

De qualquer jeito, depois dessa mudança macabra, eu me encontrei em uma pequena sala que parecia ter apenas 4 quadrados de tamanho, os tijolos eram cinzas e parecia que a sala estava "dentro" de algo. Do lado de fora havia várias tumbas e cruzes de cemitérios. Andei por aquela sala e apertei A, mas nada aconteceu.

A essa altura, eu já tinha adivinhado que esse era um jogo hackeado que algum sádico idiota vendeu para a Gamestop, mas minha curiosidade me fez continuar. Chequei de novo a profile do Gold ( não se esqueça, é o personagem "...") só para descobrir que na imagem do Gold, faltava seus braços, ele também parecia menos presunçoso, e mais triste e vazio, de um jeito que eu não sei como descrever. Por alguma razão, também dizia que ele tinha agora 24 emblemas, o que é, claro, impossível.

Depois de alguns minutos de idéias inúteis, meu personagem de repente fez a animação da corda de escape, mas, em vez de subir, desceu, como se estivesse afundando.
Depois daquela tela, e após chegar no chão da nova sala, a música parou, e Gold estava agora totalmente branco, pálido, como se tivesse saído de um daqueles jogos de GameBoy preto e branco. Quando chequei sua profile, ele tinha perdido as pernas, e parecia que havia lágrimas sangrentas caindo de seus olhos. Também dizia que ele tinha 32 emblemas, o que começava a assustar, já que esse aumento significava alguma coisa.

Chequei meus pokemons, que agora continham 5 Unowns e um Celebi lvl 100 sem um Nick. Os Unowns eram agora lvl 15 e formavam a palavra "DYING" (Morrendo). Chequei a profile do Celebi, ele era do tipo reluzente/brilhante, exceto que só tinha metade da animação dele. 1 perna, 1 braço, 1 olho. E só tinha 1 ataque : Perish Song (Canção da morte, interprete como quiser).

A área que eu estava, era um lugar da torre Sprout, com o pilar imóvel de antes, exceto pelo fato de que tudo parecia vermelho agora. Eu andei para o norte pelo que pareceu uma eternidade. Até eu finalmente encontrar2 NPCs, um homem e uma mulher, ambos parados, encarando o pilar no meio, ambos eram pálidos, e nada acontecia se eu tentasse falar com eles.
Continuei andando para o norte até achar uma parte em que o pilar parecia estar cortado, com um vermelho transparente naquele lugar. Eu fui para lá, e sem nem mesmo apertar A, eu fui confrontado, e finalmente, estava numa batalha.

A música começa de novo, dessa vez é a música da área dos Unowns, mas estranhamente, ao contrário. Gold aparece, branco, sem braços, e com lágrimas de sangue, enquanto o Red ( o lugar da coluna é o "adversário") estava igual, exceto que agora não estava transparente. O texto só dizia "Quer lutar", como se não houvesse nome.
Cada um de nos possuía apenas 1 pókemon, o que era estranho, porque eu possuía 6 ( 5 Unowns + o Celebi).
Meu Celebi apareceu, mas sua animação estava pela metade, claro, e a animação e som "brilhante" estavam diferentes, como se muitos ataques "screechs" fossem usados repetidamente. ( Screech - Grito penetrante. Interprete como quiser)

Red lançou um Pikachu macho normal, exceto pelo fato que ele era lvl 255 e sua animação era triste e tinha lágrimas em seus olhos.
Ao Invés do menu normal "FIGHT/ITEM/PKMN/RUN", foi me dado apenas a opção de selecionar ataques, Celebi só tinha um, a escolha foi óbvia, e já que o Pikachu tinha um lvl mais alto, ele começou.

"PIKACHU USOU CURSE! Abaixando sua velocidade e aumentando seus outros status." Eu nem sabia que Pikachu podia usar Curse...

"CELEBI USOU PERISH SONG! Em 3 turnos os pokemons serão mortos." Não que eu tivesse uma escolha .....

Nesse ponto, eu nem voltei para o menu de ataques, a batalha simplesmente continuou sem mim. Note também que não haviam animações por alguma razão.

"CELEBI USOU PERISH SONG!" Nada aconteceu, já que isso já havia sido usado.

"PIKACHU USOU FRUSTATION!" O que deu um put 4 dano, deixando Celebi com menos de 10 Hp.

"CELEBI USOU PAIN SPLIT!" O que mês surpreendeu já que Celebi não tinha esse ataque até um tempo atrás.

"PIKACHU USOU MEAN LOOK!" Não que isso fez alguma...

Como esperado, devido ao efeito de Perish Song, meu Celebi desmaiou. Exceto pelo fato que no texto disse "Celebi Died" e, ao invés da animação normal, meu Celebi simplesmente sumiu. Além disso, ao invés da tela ficar preta e acabar a batalha, Pikachu ainda estava de pé, mesmo com o efeito do Perish Song, e não foi contado como uma derrota minha. Pikachu logo após usou mais um ataque, do nada.

"PIKACHU USOU DESTINY BOND!"

Depois, o texto disse "Pikachu morreu" e devagar desapareceu. Aparentemente, eu era o vencedor, a imagem de Red apenas apareceu e falou "............."



Naquele ponto, eu simplesmente fiquei chocado, quando a animação de red foi decapitada, sobrando apenas seu corpo transparente, naquele momento a batalha acabou, junto com a música.

Estou de volta ao submundo ( sala com 4 quadrados de diamentro e cercada de covas), com outra mudança em Gold, ele estava transparente que nem Red, e só sobrava sua cabeça, que estava de fato, um pouco ampliada e aparecia um buraco negro (void, sei lá) nos seus olhos. Ele tinha agora 40 emblemas, os 5 Unowns eram lvl 20 e diziam a seguinte palavra "NOMORE" (Nunca mais, Acabou, Não existe mais)

Após um curto momento, eu apareci no meu quarto na Cidade New Bark (onde todos os jogos começam). Claro, eu sabia que aquele sádico tinha mais coisas guardadas pra mim. Andei pelo quarto e mexi em tudo, mas claro, nada funcionava, só me restava descer para o andar de baixo.

Ao que parecia, tudo estava normal, exceto pelo fato, que mamãe não estava em casa. Como tudo estava igual ao meu quarto, resolvi sair da casa, mas para minha surpresa, a porta não funcionou, e eu simplesmente passei por ela e entrei em outro vazio. A animação de Gold mudava de vez em quando, ficando muito transparente.

A caminhada pelo sul foi uma eternidade naquele vazio, até eu finalmente achar algo, era a animação normal do Gold, eu falei com ele. Ele apenas disse "Adeus para sempre ...." e desapareceu. Logo que isso aconteceu, ele disse "??? Usou NIGHTMARE (pesadelo), que, naquela altura do campeonato, não vou dizer que era impossível. Gold fez outra animação de corda de escape, e afundou de novo.

Estou de volta a sala pequena cheia de covas de antes. Ou pelo menos eu falei que estava lá, porque a sala estava praticamente vazia, sem nada, nenhuma animação, nenhum sinal de Gold. Tentei andar, mas nada se moveu. Chequei minha profile, com nenhuma animação de Gold, nada. Dizia que eu tinha 0 emblemas, e todas as imagens dos líderes do ginásio Johto no alto, estavam substituídas por caveiras.

Chequei meus pokemons, todos Unowns lvl 25. Soletravam a macabra palavra "IMDEAD" (Estou morto)

De volta a sala, que supostamente, estava coberta com os mesmo blocos que as paredes. Eu finalmente entendi o que aquilo era, quando o texto final apareceu "R.I.P..... "

Aquela sala era uma tumba enorme, coberta por outra tumba. Gold já estava morto, ele morreu alguns anos após derrotar Red.

"Ele era um jovem treinador, que, apesar de seus esforços de coletar o máximo de emblemas e se tornar o mestre Pokémon, ele não conseguiu evitar o inevitável destino da morte, e seus esforços, foram esquecidos pela próxima geração de treinadores..."

Eu não conseguia escapar daquele texto, não importava o que eu pressionasse. Eu tentei ressetar o jogo. E a mesma coisa aconteceu, então, eu finalmente decidi abandonar aquele pesadelo. Depois daquela experiência, eu nunca mais vou olhar para o Unown do mesmo jeito de novo. Eles dizem que só a primeira geração tem histórias e contos, mas a segunda geração me mostrou quão desagradável a verdade pode ser. Eu gostei bastante da versão SoulSilver de Pokémon. Mas nunca vou esquecer o que aquele jogo manipulado me contou....

FIM


Quem leu espero que tenha gostado *-*.

quem não leu, pode ir se acustumando pois creepypasta são geralmente enormes.


Quando achar outras eu posto *-*

Watt

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Re: Entrando no clima, CreepyPasta!
« Resposta #4 em: 27 de Outubro de 2010, 17:24:29 »
Pontuação: 0
Eu só tenho em inglês,desculpe.
Spoiler(Clique para mostrar/esconder)
I’m what you could call a collector of bootleg Pokémon games. Pokémon Diamond & Jade, Chaos Black, etc. It’s amazing the frequency with which you can find them at pawnshops, Goodwill, flea markets, and such.

They’re generally fun; even if they are unplayable (which they often are), the mistranslations and poor quality make them unintentionally humorous.

I’ve been able to find most of the ones that I’ve played online, but there’s one that I haven’t seen any mention of. I bought it at a flea market about five years ago.

The game started with the familiar Nidorino and Gengar intro of Red and Blue version. However, the “press start” screen had been altered. Red was there, but the Pokémon did not cycle through. It also said “Black Version” under the Pokémon logo.

Upon selecting “New Game”, the game started the Professor Oak speech, and it quickly became evident that the game was essentially Pokémon Red Version.

After selecting your starter, if you looked at your Pokémon, you had in addition to Bulbasaur, Charmander, or Squirtle another Pokémon — “GHOST”.

The Pokémon was level 1. It had the sprite of the Ghosts that are encountered in Lavender Tower before obtaining the Sliph Scope. It had one attack — “Curse”. I know that there is a real move named curse, but the attack did not exist in Generation 1, so it appears it was hacked in.

Defending Pokémon were unable to attack Ghost — it would only say they were too scared to move. When the move “Curse” was used in battle, the screen would cut to black.

The cry of the defending Pokémon would be heard, but it was distorted, played at a much lower pitch than normal. The battle screen would then reappear, and the defending Pokémon would be gone. If used in a battle against a trainer, when the Pokéballs representing their Pokemon would appear in the corner, they would have one fewer Pokéball.

The implication was that the Pokémon died.

What’s even stranger is that after defeating a trainer and seeing “Red received $200 for winning!”, the battle commands would appear again. If you selected “Run”, the battle would end as it normally does. You could also select Curse. If you did, upon returning to the overworld, the trainer’s sprite would be gone. After leaving and reentering the area, the spot [where] the trainer had been would be replaced with a tombstone like the ones at Lavender Tower.

The move “Curse” was not usable in all instances. It would fail against Ghost Pokémon. It would also fail if it was used against trainers that you would have to face again, such as your Rival or Giovanni. It was usable in your final battle against them, however.

I figured this was the gimmick of the game, allowing you to use the previously uncapturable Ghosts. And because Curse made the game so easy, I essentially used it throughout the whole adventure.

The game changed quite a bit after defeating the Elite Four. After viewing the Hall of Fame, which consisted of Ghost and a couple of very under leveled Pokémon, the screen cut to black. A box appeared with the words “Many years later…” It then cut to Lavender Tower. An old man was standing, looking at tombstones. You then realized this man was your character.

The man moved at only half of your normal walking speed. You no longer had any Pokémon with you, not even Ghost, who up to this point had been impossible to remove from your party through depositing in the PC. The overworld was entirely empty — there were no people at all. There were still the tombstones of the trainers that you used Curse on, however.

You could go pretty much anywhere in the overworld at this point, though your movement was limited by the fact that you had no Pokémon to use HMs. And regardless of where you went, the music of Lavender Town continued on an infinite loop. After wandering for a while, I found that if you go through Diglett’s Cave, one of the cuttable bushes that normally blocks the path on the other side is no longer there, allowing you to advance and return to Pallet Town.

Upon entering your house and going to the exact tile where you start the game, the screen would cut to black.

Then a sprite of a Caterpie appeared. It was the replaced by a Weedle, and then a Pidgey. I soon realized, as the Pokémon progressed from Rattata to Blastoise, that these were all of the Pokémon that I had used Curse on.

After the end of my Rival’s team, a Youngster appeared, and then a Bug Catcher. These were the trainers I had Cursed.

Throughout the sequence, the Lavender Town music was playing, but it was slowly decreasing in pitch. By the time your Rival appeared on screen, it was little more than a demonic rumble.

Another cut to black. A few moments later, the battle screen suddenly appeared — your trainer sprite was now that of an old man, the same one as the one who teaches you how to catch Pokémon in Viridian City.

Ghost appeared on the other side, along with the words “GHOST wants to fight!”.

You couldn’t use items, and you had no Pokémon. If you tried to run, you couldn’t escape. The only option was “FIGHT”.


Using fight would immediately cause you to use Struggle, which didn’t affect Ghost but did chip off a bit of your own HP. When it was Ghost’s turn to attack, it would simply say “…” Eventually, when your HP reached a critical point, Ghost would finally use Curse.

The screen cut to black a final time.

Regardless of the buttons you pressed, you were permanently stuck in this black screen. At this point, the only thing you could do was turn the Game Boy off. When you played again, “NEW GAME” was the only option — the game had erased the file.

I played through this hacked game many, many times, and every time the game ended with this sequence. Several times I didn’t use Ghost at all, though he was impossible to remove from the party. In these cases, it did not show any Pokémon or trainers and simply cut to the climactic “battle with Ghost.

I’m not sure what the motives were behind the creator of this hack. It wasn’t widely distributed, so it was presumably not for monetary gain. It was very well done for a bootleg.

It seems he was trying to convey a message; though it seems I am the sole receiver of this message. I’m not entirely sure what it was — the inevitability of death? The pointlessness of it? Perhaps he was simply trying to morbidly inject death and darkness into a children’s game. Regardless, this children’s game has made me think, and it has made me cry.

Fin.

É melhor irem se acostumando mesmo,tem uns gigantes.

Sky17

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Re: Entrando no clima, CreepyPasta!
« Resposta #5 em: 27 de Outubro de 2010, 17:25:50 »
Pontuação: 0
Adorei, lourenzo  *-*

Senti um medinho... É SÉRIO. NADA QUE VOU FALAR AQUI É MENTIRA! Exceto a história que eu contei.

EDIT:
Spoiler: Eu achei fod@(Clique para mostrar/esconder)
Em Berlim, após a Segunda Guerra Mundial, havia pouco dinheiro, os suprimentos estavam acabando, e parecia que todos estavam com fome.

Nesse período, as pessoas contavam uma história que uma jovem moça que viu um cego andando dentre uma multidão. Os dois começaram a conversar. O homem perguntou se ela poderia fazer um favor para ele: "Pode entregar essa carta para o endereço que está escrito no envelope?" Bom, o lugar era caminho para sua casa, então ela concordou.

Ela começou seu caminho para entregar a mensagem, quando ela se virou para ver se tinha mais alguma coisa que o cego queria ela percebeu que ele estava correndo pelas pessoas sem seus óculos escuros e bengala. Ela então, naturalmente, achou suspeito, então foi para a polícia. Quando a polícia foi visitar o endereço, eles fizeram uma descoberta repugnante, três açougueiros estavam pegando carne humana e vendendo para as pessoas famintas.

E o que estava escrito na carta que o homem deu à moça? Uma nota, dizendo apenas: "Esse é o último que eu mando para vocês hoje".
« Última modificação: 27 de Outubro de 2010, 17:29:16 por Sky17 »

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XlourenzoX

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Re: Entrando no clima, CreepyPasta!
« Resposta #6 em: 27 de Outubro de 2010, 17:29:53 »
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=DDD

Espero que mais gente goste e poste :3




Aqui vai um button do topico, quem quiser pode usar pra ajudar a deixar o topico conhecido :3



Código: [Selecionar]
[img]http://b.imagehost.org/0664/Creepy.png[/img]PS: Depois eu coloco para, ao clicar, ser redirecionado ao topico =D

Até +

Adorei, lourenzo  *-*

Senti um medinho... É SÉRIO. NADA QUE VOU FALAR AQUI É MENTIRA! Exceto a história que eu contei.

EDIT:
Spoiler: Eu achei fod@(Clique para mostrar/esconder)
Em Berlim, após a Segunda Guerra Mundial, havia pouco dinheiro, os suprimentos estavam acabando, e parecia que todos estavam com fome.

Nesse período, as pessoas contavam uma história que uma jovem moça que viu um cego andando dentre uma multidão. Os dois começaram a conversar. O homem perguntou se ela poderia fazer um favor para ele: "Pode entregar essa carta para o endereço que está escrito no envelope?" Bom, o lugar era caminho para sua casa, então ela concordou.

Ela começou seu caminho para entregar a mensagem, quando ela se virou para ver se tinha mais alguma coisa que o cego queria ela percebeu que ele estava correndo pelas pessoas sem seus óculos escuros e bengala. Ela então, naturalmente, achou suspeito, então foi para a polícia. Quando a polícia foi visitar o endereço, eles fizeram uma descoberta repugnante, três açougueiros estavam pegando carne humana e vendendo para as pessoas famintas.

E o que estava escrito na carta que o homem deu à moça? Uma nota, dizendo apenas: "Esse é o último que eu mando para vocês hoje".


KCT, a mina se ferrou =D

PS: Hoje vai ter bife weee

« Última modificação: 27 de Outubro de 2010, 17:32:41 por XlourenzoX »

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Re: Entrando no clima, CreepyPasta!
« Resposta #7 em: 27 de Outubro de 2010, 17:36:59 »
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"Quando está no caminho para seu quarto, ele nota que de frente para o seu, há um quarto sem marcação (número). Com curiosidade ele olha pela fechadura do quarto e vê uma mulher extremamente pálida de costas para a porta, olhando para a janela. Sem nada estranhar ele vai dormir. No outro dia ele acorda e resolve olhar de novo, e tudo que vê é vermelho. Ele logo pensa "provavelmente a mulher notou que eu estava olhando e colocou algo vermelho para bloquear a fechadura. Depois, não aguentando a curiosidade, ele, quando já está saindo do hotel, pergunta à garota que fica no balcão:

"Quem é aquela mulher do quarto à frente do meu?"

A garota olha surpresa, e responde:

"Naquele quarto, uma vez, ficou uma família. O pai assassinou a mulher e os filhos, se matando depois. E a característica mais marcante era que eles tinham todo o corpo branco, exceto pelos olhos que eram vermelhos.""

Treco.

XlourenzoX

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Re: Entrando no clima, CreepyPasta!
« Resposta #8 em: 27 de Outubro de 2010, 17:45:05 »
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"Quando está no caminho para seu quarto, ele nota que de frente para o seu, há um quarto sem marcação (número). Com curiosidade ele olha pela fechadura do quarto e vê uma mulher extremamente pálida de costas para a porta, olhando para a janela. Sem nada estranhar ele vai dormir. No outro dia ele acorda e resolve olhar de novo, e tudo que vê é vermelho. Ele logo pensa "provavelmente a mulher notou que eu estava olhando e colocou algo vermelho para bloquear a fechadura. Depois, não aguentando a curiosidade, ele, quando já está saindo do hotel, pergunta à garota que fica no balcão:

"Quem é aquela mulher do quarto à frente do meu?"

A garota olha surpresa, e responde:

"Naquele quarto, uma vez, ficou uma família. O pai assassinou a mulher e os filhos, se matando depois. E a característica mais marcante era que eles tinham todo o corpo branco, exceto pelos olhos que eram vermelhos.""

Treco.


Treco²


Eu chamo de Pro quem ler as historias e fizer isso:

Spoiler: Pro master(Clique para mostrar/esconder)



Não sei se postos umas pesadas aqui... acho melhor não :3

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Re: Entrando no clima, CreepyPasta!
« Resposta #9 em: 27 de Outubro de 2010, 17:53:14 »
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Posta,quando mais melhor.

Sky17

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Re: Entrando no clima, CreepyPasta!
« Resposta #10 em: 27 de Outubro de 2010, 17:54:40 »
Pontuação: 1
FUTA QUE PARTIU! DESSA AQUI EU ME CAGUEI!!
Spoiler(Clique para mostrar/esconder)
Em um dia na escola, um garoto chamado Bruno estava sentado em sua classe durante a aula de matemática. Faltavam seis minutos para a aula terminar. Enquanto ele fazia os exercícios, uma coisa chamou sua atenção.

A carteira dele era ao lado da janela, ele se virou e olhou para o pátio do lado de faro. Tinha algo que parecia uma foto jogado no chão. Quando a aula acabou, ele correu até o lugar que ele tinha visto a foto. Ele correu o mais rápido que podia para que ninguém pegasse ela antes dele.

Ele pegou a foto e sorriu. Na foto havia a imagem da garota mais linda que ele tinha visto. Ela tinha um vestido apertado e uma sandália vermelho, seu cabelo era ondulado e sua mão direita tinha um sinal de "V" formado com os dedos indicador e médio.

Ela era tão linda que ele a quis conhecer, então ele percorreu toda a escola perguntado para todos que passavam se alguém já tinha visto aquela garota. Mas todos respondiam "Não". Ele estava arrasado.

Quando chegou em casa, ele perguntou para sua irmã mais velha se ela a conhecia, mas infelizmente ela também disse "Não." Já era tarde, Bruno subiu as escadas, colocou a foto na cabeceira de sua cama e dormiu.

No meio da noite Bruno foi acordado por um barulho na janela. Era como uma unha batendo. Ele ficou com medo. Após as batidas ele ouviu uma risadinha. Ele viu uma sombra próxima a sua janela, então ele saiu da cama, ele andou até a janela, abriu e procurou pelo lugar que vinha a risada, não havia nada e a risada parou.

No dia seguinte ele foi perguntar para seus vizinhos se eles conheciam a garota. Todos falaram "Desculpe, não.". Ele perguntou até mesmo para sua mãe assim que ela chegou em casa. Ela disse "Não.". Ele foi para o quarto, colocou a foto na cabeceira e dormiu.

Novamente ele foi acordado pelas batidas na janela. Ele pegou a foto e seguiu as risadinhas. Ele saiu desceu as escadas, seu de casa pela porta e foi atravessar a rua quando de repende foi atingido por um carro. Ele estava morto com a foto em suas mãos.

O motorista do carro saiu e tentou ajudar, mas era tarde demais. Derrepente o motorista vê uma fotografia e a pega.

Ele vê uma linda garota com três dedos levantados.

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Re: Entrando no clima, CreepyPasta!
« Resposta #11 em: 27 de Outubro de 2010, 18:01:06 »
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FUTA QUE PARTIU! DESSA AQUI EU ME CAGUEI!!
Spoiler(Clique para mostrar/esconder)
Em um dia na escola, um garoto chamado Bruno estava sentado em sua classe durante a aula de matemática. Faltavam seis minutos para a aula terminar. Enquanto ele fazia os exercícios, uma coisa chamou sua atenção.

A carteira dele era ao lado da janela, ele se virou e olhou para o pátio do lado de faro. Tinha algo que parecia uma foto jogado no chão. Quando a aula acabou, ele correu até o lugar que ele tinha visto a foto. Ele correu o mais rápido que podia para que ninguém pegasse ela antes dele.

Ele pegou a foto e sorriu. Na foto havia a imagem da garota mais linda que ele tinha visto. Ela tinha um vestido apertado e uma sandália vermelho, seu cabelo era ondulado e sua mão direita tinha um sinal de "V" formado com os dedos indicador e médio.

Ela era tão linda que ele a quis conhecer, então ele percorreu toda a escola perguntado para todos que passavam se alguém já tinha visto aquela garota. Mas todos respondiam "Não". Ele estava arrasado.

Quando chegou em casa, ele perguntou para sua irmã mais velha se ela a conhecia, mas infelizmente ela também disse "Não." Já era tarde, Bruno subiu as escadas, colocou a foto na cabeceira de sua cama e dormiu.

No meio da noite Bruno foi acordado por um barulho na janela. Era como uma unha batendo. Ele ficou com medo. Após as batidas ele ouviu uma risadinha. Ele viu uma sombra próxima a sua janela, então ele saiu da cama, ele andou até a janela, abriu e procurou pelo lugar que vinha a risada, não havia nada e a risada parou.

No dia seguinte ele foi perguntar para seus vizinhos se eles conheciam a garota. Todos falaram "Desculpe, não.". Ele perguntou até mesmo para sua mãe assim que ela chegou em casa. Ela disse "Não.". Ele foi para o quarto, colocou a foto na cabeceira e dormiu.

Novamente ele foi acordado pelas batidas na janela. Ele pegou a foto e seguiu as risadinhas. Ele saiu desceu as escadas, seu de casa pela porta e foi atravessar a rua quando de repende foi atingido por um carro. Ele estava morto com a foto em suas mãos.

O motorista do carro saiu e tentou ajudar, mas era tarde demais. Derrepente o motorista vê uma fotografia e a pega.

Ele vê uma linda garota com três dedos levantados.


O Terceiro, ele é burro, se fosse eu so pegaria se fosse uma playboy *-*




Outra de pokémon, sem zueira, se não se sentiu bem com certas historias sobre seu anime predileto, então nem
Leia :3

Spoiler(Clique para mostrar/esconder)
Come follow me...

Durante os primeiros dias desde o lançamento de Pokemon Red e Green no Japão, no dia 27 de fevereiro de 1996, houve um aumento substancial nas mortes de adolescentes entre 10 e 15 anos.
As crianças eram geralmente encontradas mortas por suicídio, quase sempre pulando de alturas vertiginosas. Algumas, no entanto, foram ainda mais bizarras. Em alguns casos crianças serraram seus lábios, outros colocaram o rosto dentro do forno ligado, e umas poucas asfixiaram-se enfiando o braço na própria garganta.
Aquelas que foram salvas antes de cometerem suicídio, mostraram um comportamento disperso e aleatório. Quando questionadas sobre o porquê de tentarem se machucar, elas apenas respondiam em gritos caóticos e tentavam arrancar os próprios olhos. Uma das poucas ligações lógicas entre os casos, era o GameBoy. Elas não costumavam falar nada, mas quando alguém mecionava sobre Red ou Green, os gritos surgiriam e elas fariam qualquer coisa para deixar o quarto onde estavam.

As autoridades confirmaram que os jogos suspeitos tinham, de alguma forma, uma conexão com as mortes. Era um caso estranho, por que muitas crianças que possuíam o mesmo jogo não mostravam nenhum comportamento anormal. A polícia não tinha escolha além de seguir esta pista, já que não contavam com outra alternativa.
Coletando todos os cartuchos que as crianças haviam comprado, eles selaram e guardaram tudo, como forte evidência para futuras referências. Decidiram primeiramente falar com os próprios programadores. A pessoa com quem falaram foi o diretor dos jogos originais, Satoshi Taijiri. Quando informado sobre as mortes por trás dos jogos, ele parecia um pouco desconfortável, mas não admitia nada. Ele conduziu os policiais aos principais programadores do jogo, pessoas responsáveis pelo conteúdo.

Os detetives conheceram Takenori Oota, um dos chefes da programação. Direfentemente de Satoshi, ele não parecia desconfortável - apenas muito conservado - explicando que era impossível usar algo como um jogo para causar tantas mortes, também utilizando o argumento de que nem todas as crianças foram afetadas, ele culpou o incidente a algum tipo de coincidência excêntrica, ou histeria em massa. Ele parecia estar escondendo algo, mas não dava chances para suspeitas. Finalmente disse algo interessante.
Takenori ouviu um rumor sobre a música de Lavender Town, um dos lugares no jogo que acabou deixando algumas crianças doentes. Era o único rumor que não tinha explicação.

Ele direcionou os detetives a Junichi Masuda, o compositor das músicas da série. Masuda também ouviu os boatos, mas novamente afirmou que não havia evidência de que sua música era a causa. Para comprovar, ele tocou exatamente o som do jogo e demonstrou que nem os detetives nem ele próprio sentiram algo estranho: a música não afetou ninguém. Apesar de ainda terem suspeitas em Masuda e sua música de Lavender, parecia que chegaram a mais um beco sem saída.
Voltando para os cartuchos que apreenderam das casas das crianças, eles decidiram olhar os jogos mais diretamente. Viram os nomes dos personagens, geralmente "Red", ou outro nome simples, no entanto, o interessante estava no tempo jogado e o número de Pokemons que eles haviam capturado. Os investigadores chegaram à estonteante percepção de que não foi a música de Lavender que causou tantos efeitos maléficos nas crianças, era impossível chegar àquela parte do jogo em tão pouco tempo e com apenas um Pokemon em seu inventário. Isso levou-os a concluir que algo no início do jogo tinha que ser o responsável.

Se não era a música, deveria ser algo dentro dos primeiros minutos do jogo. Eles não possuíam escolha além de deixar os jogos de lado e voltar aos programadores. Pedindo uma lista de toda a equipe para Takenoshi, eles descobriram que, surpreendentemente, um daqueles programadores tinha cometido suicídio logo após a liberação do jogo. Seu nome era Chiro Miura, um homem muito obscuro que contribuiu com pouco para o jogo. Mais interessante ainda, ele pediu que seu nome não aparecesse nos créditos do jogo e assim foi feito.
Procurando por evidências no apartamento de Chiro, eles encontraram muitas anotações em marcador permanente. A maioria estava amassada ou riscada, dificultando a leitura. As poucas palavras que eles conseguiram encontrar na bagunça eram "Não entre", "Cuidado" e "VENHA, SIGA-ME" em negrito. Os detetives não sabiam ao certo que isto significava, mas sabiam que tinha alguma ligação. Pesquisando mais, descobriram que Chiro era grande amigo de um dos designers de mapas, Kohji Nisino. Desde a morte do amigo, ele havia se trancado em seu apartamento, saindo raras vezes durante a noite para buscar algo que poderia precisar. Ele disse aos amigos e familiares que estava em luto pelo seu amigo Chiro, mas não fazia muito sentido, já que os relatos indicavam que ele se trancou pouco antes de Chiro se matar.

Foi complicado, mas as autoridades finalmente persuadiram Nisino a falar. Parecia que ele não havia durmido há dias, com anéis escuros embaixo dos olhos. Ele fedia, suas unhas cresciam sujas e seu cabelo estava oleoso, grudando na testa e nuca. Falava em murmúrios, mas pelo menos tinha algo a dizer. Quando questionado se sabia de alguma coisa sobre as crianças que morreram depois de serem expostas ao jogo e como isso teria conexão, ele respondia cautelosamente, escolhendo bem suas palavras antes de responder. Disse que seu amigo Cirno teve uma idéia interessante para o jogo: algo que ele queria tentar desde que ouviu que o projeto estava começando. Nisino conhecia Takenori, o diretor e programador principal, há muito tempo, então ele poderia facilmente colocar um programador medíocre no projeto com um pouco de persuasão. Chiro convenceu Nisino a colocá-lo no projeto.

Nissino, durante toda a conversa, parecia ficar mais arrasado a cada pergunta. Os detetives forçavam-no mais e mais, procurando totalmente em sua mente por qualquer rascunho de conhecimento que este homem teria sobre o jogo e as intenções de Chiro.
Foi quando perguntaram sobre as anotações encontradas na casa de Chiro que ele entrou em colapso. Debaixo do sofá onde Nisino estava, ele puxou uma pistola, apontando diretamente para a polícia enquanto se afastava alguns passos. Tão rápido como começou, ele levou a pistola ao rosto.
"Não me siga..." murmurou Nissino enquanto enfiava a pistola na boca e puxava o gatilho. Foi muito rápido para a polícia ter qualquer reação. Estava feito. Nisino suicidou-se, repetindo o que estava escrito nos papéis de Chiro.

Parecia que o caso não teria resolução. O time que criou o jogo original estava se dispersando e tornando mais difícil de encontrar. Era como se eles estivessem tentando guardar um segredo. Quando a polícia finalmente conduziu uma conversa com alguns dos programadores ou qualquer outra pessoa que contribuiu com partes do jogo, mesmo os mais obscuros designers de monstros, parecia que eles não tinham nada de interessante a dizer. A maioria nem conhecia Chiro, os poucos que conheciam, só viram uma ou duas vezes enquando ele trabalhava em seu próprio projeto. Ao longo de tudo isso, a única confirmação era que Chiro foi o responsável pelas partes iniciais do jogo.
Passara, alguns meses depois que as primeiras crianças cometeram suicídio e a taxa de mortes diminuiu significativamente. Parecia que o jogo não estava mais causando aqueles efeitos bizarros nas crianças. O recolhimento dos jogos foi cancelado. Eles começaram a acreditar que talvez Takenori estivesse certo e tudo não passava de uma coincidência ou histeria em massa... até que recebram a carta.

Ela foi dada a um dos próprios detetives diretamente na rua. Uma mulher o deu a carta: ela parecia muito fraca, magra e doente. Deu a carta para ele rapidamente, dizendo que era algo que precisavam ver e, sem mais nenhuma palavra, desapareceu na multidão. O detetive levou ao seu escritório, chamou os outros, abriu e leu em voz alta.
Era uma carta escrita pelo próprio Chiro, mas que não foi encontrada em seu apartamento. Eles haviam limpado o local procurando pistas e respostas, então de onde quer que a carta tenha vindo, não foi pêga na casa dele. Estava assinada para ser dada a Nisino. Começou um pouco formal, um "olá", "como vai você", "lembranças à família", essse tipo de coisa. Depois de um ou dois parágrafos normais, eles chegaram a uma parte onde Chiro pedia a Nisino que colocasse-o no time do jogo. Uma posição de programador no Red/Green.

Conforme a carta ia continuando, a caligrafia parecia ficar mais distorcida. Ele falava de uma idéia gloriosa, uma maneira de programar algo nunca visto em nenhum jogo. Disse que certamente não iria revolucionar apenas a indústria dos jogos, mas tudo ao redor. Ele começou a dizer que era muito simples programar essa idéia no jogo. Nem sequer deveria adicionar qualquer programação estrangeira, poderia usar a que já estava no próprio jogo. Neste momento, os detetives percebram que isso tornaria impossível detectar qualquer obscuridade na programação. Era a maneira perfeita de esconder qualquer coisa.
A carta terminava abruptamente. Não havia "adeus", nem "diga oi para a família", sem notas, sem agradecimentos. Não havia nada disso. Era apenas seu nome escrito de maneira tão rígida no papel que quase o rasgou: "Chiro Miura".

Essa foi a peça final que os detetives procuravam. Não havia mais suspeitos no caso. Chiro programou algo nas primeiras partes do jogo - algo enlouquecedor. Para aumentar as chances de sucesso, o time de programação teria que trabalhar em pares, até o próprio Chiro. Seu parceiro era Sousuke Tamada. Se alguém conhecesse o segredo do jogo, esse teria que ser Sousuke. Esta era a última esperança de desvendar todo o caso de uma vez por todas.
Eles descobriram que Sousuke teria providenciado muito da programação do jogo e parecia ser alguém normal, um cara bom e trabalhador. Os detetives foram facilmente recebidos em sua casa, um lugar simpático, entraram pela sala de estar, onde sentaram. Sousuke não sentou, no entanto. Ele estava perto da janela do piso do segundo andar, olhando para a rua movimentada. Sorria um pouco.

Não houve testemunhas para os eventos que se sucederam. A única coisa que sobrou desta conversa foi uma gravação na mesa em frente aos dois detetives que estavam encarregados de falar com Sousuke. O que segue, é a gravação sem edições:

"Sousuke Tamada, por quais partes você foi responsável nos jogos Pokemon Red e Green?", perguntou o primeiro detetive.
"Eu era programador". Sua voz era leve e amigável, quase amigável demais.
"É correta a informação de que os programadores trabalhavam em times?", perguntou o detetive.
Pôde-se ouvir o som de pés se movendo no chão, vagarosamente. "Você está certo", disse Sousuke depois de um momento de silêncio.
"E o nome de seu parceiro era--", o detetive foi interrompido pela voz misteriosa de Sousuke. "Chiro Miura... Este era seu nome, Chiro Miura".
Outro momento de silêncio, parecia que os detetives estavam desconfiados com esse homem. "Você poderia nos dizer se Miura alguma vez agiu estranho? Algum comportamento particular que você observou enquanto trabalhavam juntos?"
"Na verdade, eu não o conheço tão bem. Nós não nos encontrávamos frequentemente, apenas uma vez ou outra para trocar dados, ou quando o time inteiro era chamado para relatório... Eram as únicas vezes que eu realmente o vi. Ele agia normal tanto quanto eu poderia dizer. Ele era um homem baixo, eu acho que isso afetou sua consciência... ele agia de maneira mais fraca do que qualquer outro homem que conheci. Mas ele estava disposto a fazer muito mais trabalho para ganhar reconhecimento, disso eu sei."

Silêncio. "Sim?" perguntou o detetive, forçando-o a continuar. "O que você acha?"
"Eu acho que ele era um home muito fraco. Acho que ele queria provar algo para si mesmo, independentemente do que teria que fazer...acho que ele queria fazer seu próprio reconhecimento por algo especial, algo que pudesse fazer as pessoas esquecerem sobre sua aparência e prestar atenção na poderosa mente que vivia dentro de sua cabeça... Infelizmente, porém... hihi... ele não tinha muita 'mente' para continuar seu projeto."
"Por que você diz isso?", perguntou o segundo detetive.
"Bem, é a verdade", respondeu Sousuke rapidamente. Seus pés poderiam ser ouvidos se movendo pelo piso. "Ele não tinha nada de especial, por mais que quisesse acreditar nisso. Você não pode ter grandeza, mesmo se acreditar nisso. É impossível... de alguma forma, eu acho que o próprio Chiro sabia disso, em algum lugar dentro dele, sabia que era verdade."
Os detetives estavam em silêncio novamente, não sabiam como manter a conversa. Depois de um momento, eles continuaram. "Você poderia nos dizer qual era a parte do jogo que Chiro era encarregado? Em que ele trabalhava exatamente?"
Sousuke respondeu mais rapidamente que antes. "Nada... quero dizer, nada importante. Ele trabalhou em algumas partes obscuras no início do jogo". Uma pausa, então mais um pouco de informação. "Era a parte do Professor Carvalho, para ser exato. Ele trabalhou em algumas peças do Carvalho... quando ele te vê pela primeira vez..."
"O quê mais?" forçou o policial. Sousuke sabia de mais alguma coisa, eles poderia ouvir em sua voz. "Sabemos que você tem conhecimento sobre as mortes das crianças. Sabemos que foi Chiro o responsável, ele programou alguma coisa no jogo."

"O que você está insinuando?" perguntou Sousuke. Parecia que ele estava tentando manter a voz.
"Estamos insinuando que, se você foi parceiro de Chiro, então tem mais informações. Se está escondendo algo de nós, você poderia ser responsável pelas mortes daquelas crianças tanto quanto o próprio Chiro!"
"Vocês não podem provar nada!", gritou Sousuke.
"Diga-nos o que Chiro fez ao jogo!"
"ELE FEZ O QUE EU O MANDEI FAZER!!!"

Silêncio. Completo silêncio.

"Vocês querem saber, huh?", perguntou Sousuke finalmente quebrando o terrível silêncio. "Vocês querem saber sobre o quê tudo isso se trata? Chiro era um idiota! Ele faria qualquer coisa por um pouco de atenção, QUALQUER COISA. Ele não poderia programar uma m*rda sequer. No entanto, a única coisa que ele sabia fazer, era ser manipulado. Você diria o que ele deveria fazer e ele o faria. Nem mesmo questionaria. Apenas ouvir aquele agradecimento quando ele recebe o produto acabado era sua maior satisfação. Tudo que ele queria."

Dois clicks vieram dos detetives, armas poderia ser ouvidas.

"Eu poderia controlá-lo sem problemas. Ele era muito parecido com Takenori... vocês não sabiam disso, é claro, mas eu fui quem trouxe toda a idéia do jogo. A idéia da operação inteira. Eu apenas disse ao meu companheiro o que fazer, e ele me seguiu sem questionar, Ele não sabia de nada, assim como Chiro."

O som de uma janela abrindo poderia ser ouvido. Os detetives apontaram as armas para Sousuke

"Não se mova! Ou iremos atirar!"
"Deixe-me contar uma coisa sobre a mecânica do jogo", continuou o suspeito. Sua voz estava mais apressada, mas ainda mantinha o vigor. "Considere isso uma dica, ok? Se cvocê andar ao redor das áreas com grama, um Pokemon pode aparecer e você terá a chance de batalhar com ele. É uma parte necessária do jogo todo, sabe?"
"Saia de perto da janela! Nós não avisaremos novamente!"
"No começo do jogo, você tem que andar na grama antes de Carvalho aparecer e você receber seu primeiro Pokemon, entende? Em circuntâncias normais, foi programado que enquanto você estiver nessa área, nenhum Pokemon irá aparecer... eu modifiquei. Manipulei aquele Chiro, disse a ele o que colocar no programa, dei a ele todas as instruções de como proceder. Ele o fez impecavelmente. É raro, mas pode acontecer: ANDAR SOBRE AQUELE GRAMA PODE GERAR..."
"Sousuke, nós não queremos atirar!"
"Atire!!" gritou Sousuke, rindo ao mesmo tempo. "Atirar em MIM? Você é tão patético quanto Chiro! Uma vez que ele encontrou a verdade, não havia volta! Foi tudo sua culpa, no fim das contas. Ele suicidou-se por causa disso! Se você está tão determinado em terminar seu maldito caso, então jogue a porr* do jogo você mesmo! Gire a rode, e quem sabe, você pode descobrir o segredo..."

Um tiro pôde ser ouvido, alto o bastante para distorcer o audio. Sons de gritos e murmúrios. A mesa do gravador estava destruída. Silêncio e então risadas. Sousuke estava rindo, dizendo "Venha, siga-me... venha, siga-me..." e então, nada. O gravador continuou rodando até a fita acabar, mas não havia mais nada.

A polícia havia chegado rapidamente ao local e, para o horror de todos, descobriram Sousuke e os dois detetives mortos. Todos levaram tiros, mas sem depois de lutar. Os detetives tinham sido baleados múltiplas vezes, pelo menos 10 de cada, antes de morrer, levaram tiro no meio dos olhos. O próprio Sousuke estava claramente morto com dois tiros no peito, diretamente no coração. O jogo estava causando um massacre. Pelo menos 100 crianças morreram. Nissino, o amigo inexperado, morto. Chiro, o brinquedo manipulado, morto. Os dois detetives, mortos. E agora, até o criador, o causador desta atrocidade, Sousuke, morto. O jogo estava depurtando todas as intenções originais: ao invéns de entreter, matava a todos que ficavam envolvidos.

O líder da investigação decidiu deixar o caso de lado. Os principais suspeitos estavam mortos, então não havia razões para continuá-lo. Todas as evidências foram trancadas, colocadas na escuridão, onde pertenciam. Durante algum tempo, todos falavam do caso, murmurinhos e fofocas, mas com o passar dos anos, o caso foi se dissolvendo. Eventualmente, ele estava apenas na memória daqueles que o experimentaram de perto.
Dez anos se passaram. 27 de Fevereiro de 2006. O detetive que trancou as evidências anteriormente, estava relembrando o bizarro acontecimento. Na verdade, ele não estava mais no ramo, contudo ainda possuía acesso a todos os arquivos e poderia ajudar quando quisesse. A lembrança o fez voltar e abrir uma caixa selada que escondia todas as provas coletadas.

Ele leu atenciosamente as cartas e as anotações... ele se lembrou da mulher que apareceu na rua segurando aquela carta, que supostamente resolveria o caso inteiro. Imaginou quem ela seria e de onde teria vindo. Talvez fosse a mãe de Chirou ou de Sousuke. Era muito tarde para pensar nisso. Tarde demais...
Selando a caixa novamente, ele viu uma outra atrás dessa. Puxando, ele leu a nota no topo "Evidência #2104A". Abriu e olhou dentro: eram exatamente 104 cartuchos Pokemon Red e Green, todos em perfeito estado... intocados desde o último dia em que foram vistos, 10 anos atrás.

Ele pegou um: Pokemon Red. Não havia visto um por muito tempo. Não sabia o que viria a seguir, mas mesmo assim chegou a uma mesa, pegou um velho GameBoy de dentro da caixa e viu que ainda funcionava. O aparelho era de seu filho, que havia morrido a poucos anos atrás. Sua esposa também partira. Colocando o cartucho na parte de trás do GameBoy, ele ligou o sistema.

A tela inical veio, então a opção "Continue" ou "Start a New Game".
Tanaka. Esse era o nome da criança. Aquela que jogou priomeiro. Ele estava provavelmnte morto, junto com todos os outros.
"New Game"
Estava normal. Ele andou, falou com a mãe e foi para fora. Começou a andar na grama.
Em sua cabeça, ele ainda ouvia as palavras de Sousuke... "Venha, siga-me.."

Estava chegando gradativamente mais perto. Talvez um passo ou dois.

"Gire a roda, quem sabe você pode descobrir o segredo..."

Ele entrou na grama. A tela não fez nada. Nada mesmo. Estava apenas lá, e o detetive completamente paralizado, como se o tempo ao seu redor estivesse congelado. A tela ficou escura e então acendeu novamente. O fundo verde com um texto aparecendo:

"Come follow me, come follow me, come follow me. I miss you dad, I miss you my husband. I miss you so much."

Lágrimas desceram de seus olhos, caindo no peitoral. Telas e mais telas de textos apareciam, ele rapidamente apertava o botão A para continuá-lo. Era sua esposa e seu filho. Eles estavam falando, chamando-o, chorando. Eles queriam vê-lo, eles amavam-no, e ele também.

"Eu também amo vocês", murmurava o homem em um sussurro, a voz rachando.
"Venha, siga-me. Renasça. Nós queremos vê-lo, abraçá-lo e estar com você para todo o sempre e sempre e sempre e sempre."
"E SEMPRE E SEMPRE..."
"Não nos deixe, nós podemos te ver. Sentimos saudades. Venha, siga-me. Nós amamos voc---"

A tela escureceu. Os olhos do detetive se arregalaram. A tela acendeu novamente e Carvalho estava tirando-o da grama. "Venha, siga-me", dizia Oak.
"NÃO", gritou o homem, jogando o aparelho no chão. Ele rapidamente voltou atrás, procurando o GameBoy, trazendo a tela de volta para seu rosto. "Traga-os, traga-os de volta para mim". O jogo continuou normalmente. "Traga minha esposa, meu filho, ME ESUTE! Traga-os de volta para mim AGORA!!!"
Vozes... ele ouvia vozes, centenas de vozes. Virou-se, olhando para trás. Na pequena sala, estavam crianças, muitas crianças. Algumas sem olhos, algumas com feridas na garganta, com o corpo completamente queimado. Todas estavam gritando, gemendo, aproximando-se.

"Traga de volta minha mãe, traga de volta meu pai, traga de volta meu bichinho, TRAGA DE VOLTA MINHA ALMA". Todas gritavam, procurando pelo jogo; as bocas exalando profundo ódio e horror. "Eu não quero que eles partam, traga-os de volta, traga-os de volta para mim!"
"Não." falou o detetive. "É MEU! MINHA família está aqui, não toque!". O terror estampado em seu rosto.
"Venha, siga-me..." disse uma voz. O detetive olhou ao redor e, próximo a uma velha mesa, estava Sousuke. Ele estava em pé, era alto, lindo e radiante. Com um leve sorriso "Venha, siga-me..."
O homem pulou, tentando escapar das crianças. Levantando o GameBoy com as mãos. "O-o que está acontecendo? Onde está minha família?"

Sousuke sorria generosamente. "Eu te mostrarei. Eu te ajudarei a ficar longe destes monstros. Apenas siga-me". Sousuke se abaixou e abriu uma gaveta na mesa velha. O detetive, empurrando as crianças tentando se fastar, olhou para dentro.
Coberta em poeira, lá estava sua velha arma, de quando ele ainda trabalhava na polícia. Ele não a usava há muitos anos, por isso a deixou de lado, não queria se lembrar das coisas que fez com ela..
Mas agora, aquilo não era apenas um objeto que causava dor e agonia. Era brilhante, era a própria luz. Era algo que poderia libertá-lo. "Apenas siga-me", disse Sousuke, sacando a arma e colocando nas mãos do detetive. Ele segurou e então levou às têmporas. "Apenas puxe o gatinho. É tudo."
O detetive se virou. As crinças estavam agarrando-o, segurando suas pernas e puxando. Elas chegaram ao jogo, ele se virou para Sousuke, e sorriu.

"Minha família... eu irei seguí-los."
Puxou o gatinho.
Seu cérebro espatifou na a parede e ele caiu no chão, morto. Alguns dias depois o corpo foi achado. Estava no chão, sangue por toda parte. Em uma mão, segurava uma arma vazia, e na outra, um GameBoy com Pokemon Red. A bateria tinha acabado, estava vazia, apenas a tela escura permanecia.
Este era a última morte que as autoridades iriam permitir. Todos os 104 cartuchos foram queimados. Eles não iriam mais provocar ninguém.

No entando, este não é o fim da história. É dito que o código sobreviveu, e até mesmo passou para outras línguas do jogo. Se você tem um velho jogo de Pokemon, apenas ponha-o em um clássico GameBoy, ative o sistema e gire a roda. Quem sabe, talvez você descubra o segredo...


É OBRA DO KIRA!


Logo logo posto mais... =D

WweBR

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Re: Entrando no clima, CreepyPasta!
« Resposta #12 em: 27 de Outubro de 2010, 18:04:16 »
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FUTA QUE PARTIU! DESSA AQUI EU ME CAGUEI!!
Spoiler(Clique para mostrar/esconder)
Em um dia na escola, um garoto chamado Bruno estava sentado em sua classe durante a aula de matemática. Faltavam seis minutos para a aula terminar. Enquanto ele fazia os exercícios, uma coisa chamou sua atenção.

A carteira dele era ao lado da janela, ele se virou e olhou para o pátio do lado de faro. Tinha algo que parecia uma foto jogado no chão. Quando a aula acabou, ele correu até o lugar que ele tinha visto a foto. Ele correu o mais rápido que podia para que ninguém pegasse ela antes dele.

Ele pegou a foto e sorriu. Na foto havia a imagem da garota mais linda que ele tinha visto. Ela tinha um vestido apertado e uma sandália vermelho, seu cabelo era ondulado e sua mão direita tinha um sinal de "V" formado com os dedos indicador e médio.

Ela era tão linda que ele a quis conhecer, então ele percorreu toda a escola perguntado para todos que passavam se alguém já tinha visto aquela garota. Mas todos respondiam "Não". Ele estava arrasado.

Quando chegou em casa, ele perguntou para sua irmã mais velha se ela a conhecia, mas infelizmente ela também disse "Não." Já era tarde, Bruno subiu as escadas, colocou a foto na cabeceira de sua cama e dormiu.

No meio da noite Bruno foi acordado por um barulho na janela. Era como uma unha batendo. Ele ficou com medo. Após as batidas ele ouviu uma risadinha. Ele viu uma sombra próxima a sua janela, então ele saiu da cama, ele andou até a janela, abriu e procurou pelo lugar que vinha a risada, não havia nada e a risada parou.

No dia seguinte ele foi perguntar para seus vizinhos se eles conheciam a garota. Todos falaram "Desculpe, não.". Ele perguntou até mesmo para sua mãe assim que ela chegou em casa. Ela disse "Não.". Ele foi para o quarto, colocou a foto na cabeceira e dormiu.

Novamente ele foi acordado pelas batidas na janela. Ele pegou a foto e seguiu as risadinhas. Ele saiu desceu as escadas, seu de casa pela porta e foi atravessar a rua quando de repende foi atingido por um carro. Ele estava morto com a foto em suas mãos.

O motorista do carro saiu e tentou ajudar, mas era tarde demais. Derrepente o motorista vê uma fotografia e a pega.

Ele vê uma linda garota com três dedos levantados.

O.o
Veio eu gelei aqui :S
Quase caguei de medo ahauahauahauahau
Você acabou de me tirar 2 noites de sono :P
Mas a história até que é daora :D

EDIT:
Atropelado pelo XlourenzoX

EDIT²:
Citação
Mais uma do mesmo estilo:


Essa eu aprovo!Não descarte esta história como se fosse trabalho de algum lunático delirante. Há algum sentido, apenas continue lendo...

Veja bem, todos nos perguntamos se é possível viajar no tempo? Bom, deixe-me contar uma coisa. Na verdade, eu sou do futuro. Sério. Sei que você provavelmente não está acreditando, mas eu sou realmente do futuro.

Atrás de toda essa diversão, há um aspecto muito sério. Nós não devemos visitar nossa própria vida, nem NUNCA interagir com nossos "eu" passados. Deixe-me contá-lo, eu estou quebrando uma regra neste exato momento. Sim criança, você está falando com você mesmo. Seu ego futuro. Eu serei executado por isso, você sabia? Eu aceitei. Por falar com você eu estou prevenindo algo PIOR que a morte.

De uma forma ou de outra, eu posso enviar uma pequena mensagem, confie em mim.

Você deveria ler a primeira palavra de cada parágrafo, agora.

A outra eu quase caguei, essa eu caguei de vez :P
Muito boa essas "histórinhas" >:)

Falowz ~//
« Última modificação: 27 de Outubro de 2010, 18:11:16 por WweBR »





XlourenzoX

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Re: Entrando no clima, CreepyPasta!
« Resposta #13 em: 27 de Outubro de 2010, 18:12:06 »
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É NOIS QUE ATROPELA BRUXÃO!


Aqui tem mais uma, acho que essa é a melhor para postar aqui na MRM, na verdade já postaram, mais é bom relembrar *-*:

Cartucho do Zelda: Majora's Mask Amaldiçoado:
Spoiler(Clique para mostrar/esconder)
A história a seguir foi retirada do blog Medo B[/b]. Não sabemos realmente se é verdade, mas vale a pena conferir:


Conta a história de um rapaz chamado Matt, ou Jadusable, como é conhecido na internet. Ele recentemente postou em algum lugar (Não sei dizer com certeza onde, pois o site em que achei a história trazia-a já toda reunída) que coisas estranhas vinham acontecendo desde que ele comprara um cartucho do jogo The Legend of Zelda: Majora's Mask de um velhinho esquisito.

A história, em resumo, é mais ou menos essa:

Matt mudou-se para um novo dormitório na universidade, onde começava seu segundo ano. Um amigo lhe dera um Nintendo 64 velho, que tinha nada além de um controle amarelo e uma fita velhíssima e acabada de um Super Smash Bros.
Enjoado de jogar o mesmo jogo, Matt decidiu ir à uma venda de garagem próxima afim de conseguir mais jogos e controles para o videogame. Lá ele conseguiu o que queria, e, quando estava saíndo, uma casa chamou sua atenção (N/A: Lembrando que, nos Estados Unidos, a vizinhança às vezes combina de fazer uma venda de garagem "conjunta", todas as casas pega, o que não precisam mais e põem à venda).
Tinha apenas uma mesa, que vendia pinturas estranhas, como aquelas de psicanalista. O dono daquela venda era um senhor muito velho, com dentes estragados. Tentado a ver se conseguia mais jogos, Matt perguntou ao velho se ele tinha alguma fita de videogame. Sem saber exatamente o que seria um videogame, o velho saiu dizendo que voltaria em um instante.
Enquanto esperava o senhor voltar, Matt voltou a estudar as pinturas. Eram estranhas, e pareciam entrar em sua mente. Ele achou curioso que um dos desenhos lembrava demais a máscara de Majora, presente no jogo Majora's Mask. E, naquele momento, desejou que o velho conseguisse aquele jogo em especial.
Qual não foi sua surpresa ao ver que o velho voltava com uma fita de N64 nas mãos, cinza, sem nenhuma indentificação de qual jogo seria além da palavra "Majora" escrita com caneta permanente. Disse que podia ficar com o jogo de graça, e que pertencera a um garoto que não vivia mais ali na vizinhança mais.




Matt então agradeceu ao velho e saiu. Enquanto ia para o carro, ouviu o senhor dizer "Goodbye, then" (Até mais, então). Ou pelo menos foi o que ele pensar ouvir.
Mas percebeu que estava enganado quando, ao colocar o jogo no videogame, ele notou que já tinha um save file chamado BEN. "Goodbye Ben" era o que o velho queria dizer.

Ele decidiu manter o arquivo, como em homenagem ao garoto (Que ele provavelmente acredita que morreu), e começou a jogar.
O jogo ia bem, tirando o fato de que ninguém o chamava pelo nome que havia colocado no arquivo (Link, nome do protagonista do jogo oficialmente), mas sim, de Ben (N/A: Pra quem não sabe, os personagens inseridos no jogo te chamam pelo nome que você usou no arquivo). Ele ignorou, achando que era um bug. Mas depois de chegar em uma certa parte do jogo, Matt decidiu deletar o arquivo com o nome BEN e seguir com o seu. Achando que, por ser um cartucho muito velho, um arquivo interferia no outro.
Curiosamente, quando voltou ao seu jogo, ninguém mais o chamava de Link ou de Ben, no lugar do nome, surgia um espaço em branco.
De qualquer forma, Matt continuou a jogar. Ele queria fazer o truque de adcionar um dia a mais no jogo (Informações sobre o jogo mais abaixo) e ter mais tempo de fazer tudo.
Ele foi até a área para conseguir efetuar o "glitch" com sucesso.

Mas o que aconteceu foi algo estranho, ele parou em uma área estranha do jogo, com personagens que não deveriam estar ali. E antes que pudesse resetar o jogo, ele foi transferido para a área central do jogo...E o que aconteceu foi isso:

Link para o video:[/b]
http://www.youtube.com/watch?v=X6D2XCJUJHY&feature=player_embedded

Nota: Ele gravava tudo antes de dar continuidade ao jogo.
A estátua que aparece não deveria aparecer nessa parte do jogo, muito menos seguindo-o.
"That won't do any good" - Isso não vai fazer bem.
"You've met with a terrible fate, haven't you?" - Você encontrou um destino terrível, não?

Depois disso, Matt desligou o jogo e, assustado, tentou dormir.
No outro dia, ele voltou à casa do velho, afim de saber mais sobre essa história do garoto Ben. Mas, quando chegou lá, viu que a casa estava à venda. Ele foi falar com um dos vizinhos, e este lhe explicou que o velho já estava para se mudar e conseguira, e que este senhor jamais fora casado, e não tinha contato com seus parentes. Ou seja, Ben não era seu neto, ou filho, ou qualquer parente. Matt então decidiu perguntar sobre a criança, e recebeu a resposta que esperava: Há alguns anos trás, no mesmo dia do seu aniversário, o menino de nome Ben sofrera um acidente e morrera.

Sem mais respostas, Matt voltou para sua casa e decidiu jogar mais um pouco do jogo misterioso. Para sua surpresa, além do arquivo chamado YOURTURN, o arquivo de nome BEN estava de volta, e parecia mais avançado que o anterior que fora apagado.
Ele então, decidiu jogar o arquivo BEN:

Link para o Video:[/b]
http://www.youtube.com/watch?v=iGOJmdxdjeA&feature=player_embedded

Nota: As pessoas congeladas na grama não deveriam estar ali.
"Dawn of a new day" - Amanhecer de um novo dia.

Mais uma vez, ao jogar no outro dia, Matt percebeu que o arquivo YOURTURN havia se transformado em DROWNED (Afogado). Então, uma luz passou por sua mente. Ben...Afogado... O nome do arquivo não era só por causa de seu destino na última jogada, mas também se referia ao garoto. Ben havia morrido afogado. E, de certo modo, isso estava ligado ao jogo.
Matt está incomodado, não consegue dormir, tem sonhos estranhos, e se sente observado mesmo quando o jogo está desligado. Sem muito o que fazer, ele decide jogar o arquivo novo:


Link para o Video:[/b]
http://www.youtube.com/watch?v=K48QdVhCBfQ&feature=related


Nota: Decerto é IMPOSSÍVEL no Majora's Mask ir parar no Ocarina of Time (Outro jogo da saga The Legend of Zelda para N64).
"You shouldn't have done that" - Você não devia ter feito isso.
"BEN is getting lonely" - BEN está se sentindo sozinho.
"You will be given one last chance" - Você terá uma segunda chance.
"Back to where it all begun" - De volta aonde tudo começou.
"Come play with us" - Venha brincar conosco.

Ele voltou a jogar um tempo depois. Mas quem posta agora é o colega de quarto dele. Disse que Matt (ou Jadusable, como ele chama) voltou para sua casa, e que parecia abatido e abalado com alguma coisa que não contou ao amigo. Ele só lhe deu um pendrive com a conta dele no Youtube e o último vídeo que ele gravou:

Link para o Video:[/b]
http://www.youtube.com/watch?v=QE7YUEtpHoY&feature=related

Notas: "Keep this picture?" - Guardar esta foto?
"Why is he smiling? The father?" - Por que ele está sorrindo? O pai?
"A vessel that holds wandering spirits rests here" - Um guardião que cuida de espíritos que ainda vagam descansa aqui.
"It'll be our little secret, okay?" - Este será o nosso segredinho, okay?
"You can't run" - Você não pode correr.
"Please...Help me..." - Por favor...Me ajude...


Matt retorna. Um pouco melhor, e decidido a enfrentar BEN (que ele agora acredita ser uma entidade presa dentro do jogo, o espírito do menino, que quer ser livre.) e volta a jogar.Sem maiores informações, ele upa um novo vídeo pela última vez:


Link para o video:[/b]
http://www.youtube.com/watch?v=D4VH6Sr-Xxw&feature=player_embedded

Nota: "The counter resets" - O contador zera.
"I'm glad you did that" - Estou feliz por você ter feito isso.

Depois disso, é dito que Matt queimou o cartucho. Parece que acabou, mas o próprio diz que aquilo provavelmente jamais teria um final, e que esse "BEN" continuaria a atormentá-lo dentro e fora do cartucho.
A lenda acaba aqui.


Espero que tenham gostado =D[/color][/i]


BEN FOREVER!


Vejam os videos plz, se não perde o espirito do creepy ._.



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Re: Entrando no clima, CreepyPasta!
« Resposta #14 em: 27 de Outubro de 2010, 18:15:25 »
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Eu postei a do Majora's,mas em inglês e uma versão maior.

Aqui vai umas:
Fraca.
Spoiler(Clique para mostrar/esconder)
Quando você está internado em um hospital, colocam em seu pulso uma pulseira branca com seu nome. Mas há outras diversas pulseiras coloridas que simbolizam outras coisas. As pulseiras vermelhas são colocadas em pessoas mortas.

Houve um cirurgião que trabalhava no turno da noite em um hospital-escola. Ele tinha acabado de uma operação e estava indo ao porão. Ele entrou no elevador e lá estava uma outra pessoa . Ele conversou casualmente com a mulher, enquanto o elevador descia. Quando a porta do elevador se abriu, uma outra mulher estava prestes a entrar quando o médico bateu o botão para fechar e apertou o botão para o andar mais alto. Surpreendida, a mulher repreendeu o médico por ser rude e perguntou porque ele não deixou a outra mulher entrar

O médico disse: "Eu operei essa mulher. Ela morreu quando eu fazia a operação. Será que você não viu a pulseira vermelha que estava com ela?"

A mulher sorriu, levantou o braço e disse: "Igual essa aqui?"

Uma fraquérrima.
Spoiler(Clique para mostrar/esconder)
Havia numa cidade uma velhinha magrinha, alta, toda descabelada parecendo ter uns 90 anos de idade. Ela todas as noites de lua cheia aparecia em frente ao cemitério Cruz e ficava lá pedindo esmola.
Um dia um grupo de alunos deu uma festa no Stilu´s Halloween, uma danceteria que ficava perto do cemitério Cruz. Foi uma festa sinistra, de arrepia, de arromba que deixou a galera animada.
A festa rolou até altas horas da madrugada, quando a turma decidiu voltar para casa.
No caminho de volta da festa a galera passou em frente ao cemitério e viu uma velhinha pedindo esmola. Os garotos acharam muito esquisitos, mas como eram gentis foram lá vê-la e um dos jovens perguntou:
- A senhora não tem medo de ficar aqui até essa hora da noite?
Ela então respondeu:
- Quando eu era viva eu tinha.
O Suicídio de Lula Molusco
Spoiler(Clique para mostrar/esconder)
"Quero começar por dizer, se você quer uma resposta no final, se prepare para se decepcionar. Não há apenas uma. Eu era estagiário na Nickelodeon Studios há um ano em 2005 para a minha licenciatura em animação. Não era o pagamento do curso, a maioria dos estágios não são, mas tinha algumas vantagens para além da educação. Para adultos, pode não parecer grande, mas a maioria das crianças no momento em que bate sobre ele. Desde que eu trabalhava diretamente com os editores e animadores, eu comecei a ver os novos episódios antes de ir ao ar. Eu vou ter direito a ela, sem dar muitos detalhes desnecessários. Eles tinham muito recentemente fez o filme Bob Esponja e toda a equipe foi um pouco de criatividade minou por isso levou mais tempo para iniciar a temporada. Mas o atraso durou mais tempo por razões mais perturbadoras. Houve um problema com o premier da série 4, que definir tudo e todos para trás por vários meses. Eu e dois outros internos estavam na sala de edição, juntamente com os animadores de chumbo e editores de som para o corte final. Recebemos a cópia que era para ser "O medo de um hambúrguer de siri" e se reuniram ao redor da tela para assistir. Agora, uma vez que não é final ainda animadores, muitas vezes colocar um cartão de título simulados, uma espécie de piada interna para nós, com falsa, muitas vezes lascivas títulos, como "Como o sexo não funciona" em vez de "Rock-a-by-Bivalve", quando Bob Esponja e Patrick adotam uma vieira do mar. Nada de particularmente engraçado, mas por trabalhos relacionados, ri. Então, quando vimos a placa de título "O suicídio de Lula Molusco" nós não pensamos mais do que uma piada mórbida. Um dos estagiários fez uma pequena risada garganta para ele. A música Happy-go-lucky toca normalmente.
A história começou com Lula Molusco praticando seu clarinete, batendo algumas notas ruins como normal. Ouvimos Bob Esponja parando em frente e começa a rir de Lula Molusco, que pede á ele para calar a boca, pois tem um show naquela noite e precisa de prática. Bob Esponja diz tudo bem e vai visitar Sandy com Patrick.As  bolhas tela inicial aparece e vemos o fim do show de Lula Molusco. Isto é, quando as coisas começaram a parecer forado normal. Durante o show, alguns quadros se repetem, mas o som não (neste ponto é o som sincronizado com a animação então sim, não é comum), mas quando ele pára de tocar, o som termina como se o show nunca tivesse acontecido. Há um murmúrio ligeiro e o público começa a vaiá-lo. Não é vaiar o Lula Molusco que é incomum no show, mas você poderia muito bem ouvir o desespero dele nele. Daí mostra Lula Molusco em full frame, que olha visivelmente com medo. A cena muda para a multidão, com Bob Esponja no centro da tela, que também está vaiando, que é muito diferente dele. No entanto, essa não é a coisa mais estranha. O que é estranho é que todos tinham os olhos hiper realista. Muito detalhado. Claro que não é de olhos de pessoas reais, mas algo um pouco mais real do CGI. Os espectadores estavam vermelhos. Alguns de nós olhamos a cena, obviamente confuso, mas já que não foram os escritores que não pôs em causa o seu apelo para as crianças, ainda. A cena muda para o Lula Molusco, sentado na beira de sua cama, olhando muito desamparado. O o ponto de vista de sua janela vigia é de um céu noturno por isso não é muito tempo após o concerto. A parte preocupante é neste ponto não há som. Literalmente, sem som. Nem mesmo o feedback dos alto-falantes na sala. É como se os altofalantes fossem desligados, embora o seu estado lhes mostrou funcionando perfeitamente. Ele apenas ficou lá, piscando, neste silêncio por cerca de 30 segundos, então ele começou a soluçar baixinho.
Ele colocou as mãos (os tentáculos) sobre os olhos e chorou em silêncio por um minuto mais, tudo ao mesmo tempo um som no fundo muito lentamente a crescer a partir do nada para quase inaudível. Soou como uma leve brisa por uma floresta. A tela começa lentamente a aumentar o zoom em seu rosto. Por lento que quero dizer é só perceptível se você olhar para fotos 10 segundo além lado a lado. Seu choro fica mais alto, mais cheio de mágoa e raiva. A tela começa com contrações um pouco, como se torce sobre si mesma, por uma fração de segundo e depois volta ao normal. O vento através das árvores "som fica mais alto e lentamente, mais grave, como se uma tempestade está se formando em algum lugar. A parte assustadora é o som, e soluços de Lula Molusco, parecia real, como se o som não vinha de alto-falantes, mas como se os alto-falantes eram buracos, o som estava vindo através do outro lado. Tão bom quanto o som como o estúdio gosta de ter, eles não compram o equipamento a ser tão bom para produzir o som dessa qualidade. Abaixo o som do vento e soluçar, muito fraco, algo que parecia rir. Ele veio em intervalos irregulares e nunca durou mais de um segundo para que você tivesse um tempo difícil fixando-lo (que assistiram a este show duas vezes, por isso perdoem-me se as coisas soam muito específicas, mas eu tive tempo para pensar sobre eles). Após 30 segundos desta, a tela borrada e se contorceu violentamente e algo brilhou sobre a tela, como se um único quadro foi substituído. O editor de animação levar uma pausa e rebobinar quadro a quadro. O que vimos foi horrível. Era uma foto de uma criança morta. Ele não poderia ter mais do que 6 anos. O rosto estava desfigurado e ensangüentado, um olho pendurado sobre o rosto virado para cima, bateu. Ele estava nu, seu estômago grosseiramente cortado e suas entranhas, ao lado dele. Ele estava deitado no chão algumas que provavelmente era uma estrada.
A parte mais preocupante foi que não havia uma sombra do fotógrafo. Não havia fita crime, nenhuma evidência de tags ou marcadores, eo ângulo era completamente fora de uma cena destinado a uma evidência. Parece que o fotógrafo foi o responsável pela morte da criança. Estávamos, evidentemente, petrificados, mas continuamos a assistir, esperando que isso foi apenas uma brincadeira doente. A tela voltou para Lula Molusco, ainda soluçando, mais alto do que antes, e metade do corpo na cena. Não era agora que se apresentou para ser o sangue escorrendo pelo rosto dos seus olhos. O sangue também foi feita em um estilo hiper-realista, olhando como se você tocasse desejando obter sangue em seus dedos. O vento soava agora como se fosse a de uma tempestade sopra através da floresta, havia até mesmo tirando sons de galhos. O riso, um barítono profundo e duradouro com intervalos maiores e vindo com mais freqüência. Após cerca de 20 segundos, a tela novamente torcida e mostrou uma foto de quadro único. O editor estava relutante em voltar, todos nós estávamos, mas sabia que tinha que fazer. Desta vez, a foto foi a de que parecia ser uma menina, não mais do que o primeiro filho. Ela estava deitada de bruços, ela presilhas em uma poça de sangue ao lado dela. Seu olho esquerdo estava muito estalou para fora e colocou nu, com exceção de cuecas. Suas entranhas foram empilhados em cima dela acima de um outro corte bruto ao longo de sua volta. Mais uma vez o corpo estava na rua ea sombra do fotógrafo foi visível, muito similar em tamanho e forma ao primeiro. Eu tinha engolindo vômito e um estagiário, a única mulher na sala, correu para fora. O show recomeçou. Cerca de 5 segundos depois desta foto segunda partida, Lula Molusco ficou em silêncio, assim como todo o som, como era quando começou essa cena. Ele colocou seus tentáculos para baixo e seus olhos estavam agora feito em hiper realismo como os outros estavam no começo deste episódio.
Eles estavam sangrando, vermelhos e pulsantes. Ele só olhou para a tela, como se estivesse assistindo ao telespectador. Após cerca de 10 segundos, ele começou a chorar, desta vez não cobrindo seus olhos. O som era penetrante e forte, e mais o medo de todos é induzir seus soluços foi misturado com gritos. Lágrimas e sangue foram escorrendo o rosto, a uma taxa pesada. O som do vento voltou, e assim fez o profundo manifestou a rir, e desta vez as fotos ainda durou um bom 5 frames. O animador foi capaz de pará-lo pra backup. Desta vez, a foto era de um menino da mesma idade, mas desta vez o cenário foi diferente. As vísceras estavam apenas sendo retirado de um estômago ferido por uma grande mão, o olho direito estourado e sangue, pendurados escorrendo-lo. A animação prosseguiu. Era difícil de acreditar, mas a próxima foi diferente, mas nós não poderíamos dizer o quê. Foi sobre a coisa, mesmo ao lado. Ele quer voltar para o primeiro e jogou-os mais rápido e eu me perdi. Vomitei no chão, a animação e editores de som ofegaram na tela. Os 5 quadros não foram como se fossem 5 fotos diferentes, eles foram tirados como se fossem fotogramas de um vídeo. Vimos a mão lentamente retirando as tripas, que viu os olhos do garoto incidir sobre ela, que ainda viu dois quadros do garoto começam a piscar. O editor de som de chumbo nos disse para parar, ele teve de chamar o criador para ver isso. Sr. Hillenburg chegou dentro de aproximadamente 15 minutos. Ele estava confuso por que ele foi chamado por lá, assim que o editor só continuou o episódio. Uma vez que os poucos quadros foram mostrados, todos os gritos, o som parou de novo. Lula Molusco estava apenas olhando para o espectador, full frame da cara, por cerca de 3 segundos. A cena rapidamente recuou e ouvimos uma voz profunda: "Do It", e logo vemos nas mãos de Lula Molusco uma espingarda. Ele imediatamente coloca a arma na boca e puxa o gatilho.
O sangue realista e massa encefálica na parede atrás dele e em sua cama, então ele voa para trás com força. Os últimos 5 segundos do episódio mostra seu corpo na CBO, por seu lado, um olho pendurado com o que sobrou de sua cabeça acima do chão, olhando fixamente para ele. Em seguida, o episódio termina. Sr. Hillenburg está obviamente irritado com isso. Ele exigiu saber que diabos estava acontecendo. A maioria das pessoas deixou a sala, neste momento, então era apenas alguns de nós a vê-lo novamente. Ver o episódio duas vezes só serviu para imprimir a totalidade em minha mente e me causar pesadelos horríveis. Me desculpe, eu fiquei. A única teoria que podia pensar era que o arquivo foi editado por alguém na cadeia, desde o estúdio de desenho para cá. O CTO foi chamado para analisar, quando isso aconteceu. A análise do processo revelou que foi editada ao longo de material novo. No entanto, a hora de que era de apenas 24 segundos antes de nós começamos a vê-lo. Todos os equipamentos envolvidos foi examinado para software e hardware externo, bem como falhas, como se o carimbo de tempo pode ter mostrado o momento errado, mas o check-out não mostrou problemas. Nós não sabemos o que aconteceu e o que ninguém fêz neste dia. Houve uma investigação, devido à natureza das fotos, mas não deu em nada. Nenhuma criança vista foi identificado e não foram recolhidos indícios a partir dos dados envolvidos, nem indícios físicos nas fotos. Eu nunca acreditei em fenômenos inexplicáveis antes, mas agora que ví alguma coisa acontecer e não poder provar nada sobre ele além de relatos, eu pensaria duas vezes sobre as coisas."

Vídeo de Squidward Suicide:<a href="http://www.youtube.com/watch?v=tx4rpK05v_w" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=tx4rpK05v_w</a>

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Re: Entrando no clima, CreepyPasta!
« Resposta #15 em: 27 de Outubro de 2010, 18:20:07 »
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Eu postei a do Majora's,mas em inglês e uma versão maior.

Aqui vai umas:
Fraca.
Spoiler(Clique para mostrar/esconder)
Quando você está internado em um hospital, colocam em seu pulso uma pulseira branca com seu nome. Mas há outras diversas pulseiras coloridas que simbolizam outras coisas. As pulseiras vermelhas são colocadas em pessoas mortas.

Houve um cirurgião que trabalhava no turno da noite em um hospital-escola. Ele tinha acabado de uma operação e estava indo ao porão. Ele entrou no elevador e lá estava uma outra pessoa . Ele conversou casualmente com a mulher, enquanto o elevador descia. Quando a porta do elevador se abriu, uma outra mulher estava prestes a entrar quando o médico bateu o botão para fechar e apertou o botão para o andar mais alto. Surpreendida, a mulher repreendeu o médico por ser rude e perguntou porque ele não deixou a outra mulher entrar

O médico disse: "Eu operei essa mulher. Ela morreu quando eu fazia a operação. Será que você não viu a pulseira vermelha que estava com ela?"

A mulher sorriu, levantou o braço e disse: "Igual essa aqui?"

Uma fraquérrima.
Spoiler(Clique para mostrar/esconder)
Havia numa cidade uma velhinha magrinha, alta, toda descabelada parecendo ter uns 90 anos de idade. Ela todas as noites de lua cheia aparecia em frente ao cemitério Cruz e ficava lá pedindo esmola.
Um dia um grupo de alunos deu uma festa no Stilu´s Halloween, uma danceteria que ficava perto do cemitério Cruz. Foi uma festa sinistra, de arrepia, de arromba que deixou a galera animada.
A festa rolou até altas horas da madrugada, quando a turma decidiu voltar para casa.
No caminho de volta da festa a galera passou em frente ao cemitério e viu uma velhinha pedindo esmola. Os garotos acharam muito esquisitos, mas como eram gentis foram lá vê-la e um dos jovens perguntou:
- A senhora não tem medo de ficar aqui até essa hora da noite?
Ela então respondeu:
- Quando eu era viva eu tinha.
O Suicídio de Lula Molusco
Spoiler(Clique para mostrar/esconder)
"Quero começar por dizer, se você quer uma resposta no final, se prepare para se decepcionar. Não há apenas uma. Eu era estagiário na Nickelodeon Studios há um ano em 2005 para a minha licenciatura em animação. Não era o pagamento do curso, a maioria dos estágios não são, mas tinha algumas vantagens para além da educação. Para adultos, pode não parecer grande, mas a maioria das crianças no momento em que bate sobre ele. Desde que eu trabalhava diretamente com os editores e animadores, eu comecei a ver os novos episódios antes de ir ao ar. Eu vou ter direito a ela, sem dar muitos detalhes desnecessários. Eles tinham muito recentemente fez o filme Bob Esponja e toda a equipe foi um pouco de criatividade minou por isso levou mais tempo para iniciar a temporada. Mas o atraso durou mais tempo por razões mais perturbadoras. Houve um problema com o premier da série 4, que definir tudo e todos para trás por vários meses. Eu e dois outros internos estavam na sala de edição, juntamente com os animadores de chumbo e editores de som para o corte final. Recebemos a cópia que era para ser "O medo de um hambúrguer de siri" e se reuniram ao redor da tela para assistir. Agora, uma vez que não é final ainda animadores, muitas vezes colocar um cartão de título simulados, uma espécie de piada interna para nós, com falsa, muitas vezes lascivas títulos, como "Como o sexo não funciona" em vez de "Rock-a-by-Bivalve", quando Bob Esponja e Patrick adotam uma vieira do mar. Nada de particularmente engraçado, mas por trabalhos relacionados, ri. Então, quando vimos a placa de título "O suicídio de Lula Molusco" nós não pensamos mais do que uma piada mórbida. Um dos estagiários fez uma pequena risada garganta para ele. A música Happy-go-lucky toca normalmente.
A história começou com Lula Molusco praticando seu clarinete, batendo algumas notas ruins como normal. Ouvimos Bob Esponja parando em frente e começa a rir de Lula Molusco, que pede á ele para calar a boca, pois tem um show naquela noite e precisa de prática. Bob Esponja diz tudo bem e vai visitar Sandy com Patrick.As  bolhas tela inicial aparece e vemos o fim do show de Lula Molusco. Isto é, quando as coisas começaram a parecer forado normal. Durante o show, alguns quadros se repetem, mas o som não (neste ponto é o som sincronizado com a animação então sim, não é comum), mas quando ele pára de tocar, o som termina como se o show nunca tivesse acontecido. Há um murmúrio ligeiro e o público começa a vaiá-lo. Não é vaiar o Lula Molusco que é incomum no show, mas você poderia muito bem ouvir o desespero dele nele. Daí mostra Lula Molusco em full frame, que olha visivelmente com medo. A cena muda para a multidão, com Bob Esponja no centro da tela, que também está vaiando, que é muito diferente dele. No entanto, essa não é a coisa mais estranha. O que é estranho é que todos tinham os olhos hiper realista. Muito detalhado. Claro que não é de olhos de pessoas reais, mas algo um pouco mais real do CGI. Os espectadores estavam vermelhos. Alguns de nós olhamos a cena, obviamente confuso, mas já que não foram os escritores que não pôs em causa o seu apelo para as crianças, ainda. A cena muda para o Lula Molusco, sentado na beira de sua cama, olhando muito desamparado. O o ponto de vista de sua janela vigia é de um céu noturno por isso não é muito tempo após o concerto. A parte preocupante é neste ponto não há som. Literalmente, sem som. Nem mesmo o feedback dos alto-falantes na sala. É como se os altofalantes fossem desligados, embora o seu estado lhes mostrou funcionando perfeitamente. Ele apenas ficou lá, piscando, neste silêncio por cerca de 30 segundos, então ele começou a soluçar baixinho.
Ele colocou as mãos (os tentáculos) sobre os olhos e chorou em silêncio por um minuto mais, tudo ao mesmo tempo um som no fundo muito lentamente a crescer a partir do nada para quase inaudível. Soou como uma leve brisa por uma floresta. A tela começa lentamente a aumentar o zoom em seu rosto. Por lento que quero dizer é só perceptível se você olhar para fotos 10 segundo além lado a lado. Seu choro fica mais alto, mais cheio de mágoa e raiva. A tela começa com contrações um pouco, como se torce sobre si mesma, por uma fração de segundo e depois volta ao normal. O vento através das árvores "som fica mais alto e lentamente, mais grave, como se uma tempestade está se formando em algum lugar. A parte assustadora é o som, e soluços de Lula Molusco, parecia real, como se o som não vinha de alto-falantes, mas como se os alto-falantes eram buracos, o som estava vindo através do outro lado. Tão bom quanto o som como o estúdio gosta de ter, eles não compram o equipamento a ser tão bom para produzir o som dessa qualidade. Abaixo o som do vento e soluçar, muito fraco, algo que parecia rir. Ele veio em intervalos irregulares e nunca durou mais de um segundo para que você tivesse um tempo difícil fixando-lo (que assistiram a este show duas vezes, por isso perdoem-me se as coisas soam muito específicas, mas eu tive tempo para pensar sobre eles). Após 30 segundos desta, a tela borrada e se contorceu violentamente e algo brilhou sobre a tela, como se um único quadro foi substituído. O editor de animação levar uma pausa e rebobinar quadro a quadro. O que vimos foi horrível. Era uma foto de uma criança morta. Ele não poderia ter mais do que 6 anos. O rosto estava desfigurado e ensangüentado, um olho pendurado sobre o rosto virado para cima, bateu. Ele estava nu, seu estômago grosseiramente cortado e suas entranhas, ao lado dele. Ele estava deitado no chão algumas que provavelmente era uma estrada.
A parte mais preocupante foi que não havia uma sombra do fotógrafo. Não havia fita crime, nenhuma evidência de tags ou marcadores, eo ângulo era completamente fora de uma cena destinado a uma evidência. Parece que o fotógrafo foi o responsável pela morte da criança. Estávamos, evidentemente, petrificados, mas continuamos a assistir, esperando que isso foi apenas uma brincadeira doente. A tela voltou para Lula Molusco, ainda soluçando, mais alto do que antes, e metade do corpo na cena. Não era agora que se apresentou para ser o sangue escorrendo pelo rosto dos seus olhos. O sangue também foi feita em um estilo hiper-realista, olhando como se você tocasse desejando obter sangue em seus dedos. O vento soava agora como se fosse a de uma tempestade sopra através da floresta, havia até mesmo tirando sons de galhos. O riso, um barítono profundo e duradouro com intervalos maiores e vindo com mais freqüência. Após cerca de 20 segundos, a tela novamente torcida e mostrou uma foto de quadro único. O editor estava relutante em voltar, todos nós estávamos, mas sabia que tinha que fazer. Desta vez, a foto foi a de que parecia ser uma menina, não mais do que o primeiro filho. Ela estava deitada de bruços, ela presilhas em uma poça de sangue ao lado dela. Seu olho esquerdo estava muito estalou para fora e colocou nu, com exceção de cuecas. Suas entranhas foram empilhados em cima dela acima de um outro corte bruto ao longo de sua volta. Mais uma vez o corpo estava na rua ea sombra do fotógrafo foi visível, muito similar em tamanho e forma ao primeiro. Eu tinha engolindo vômito e um estagiário, a única mulher na sala, correu para fora. O show recomeçou. Cerca de 5 segundos depois desta foto segunda partida, Lula Molusco ficou em silêncio, assim como todo o som, como era quando começou essa cena. Ele colocou seus tentáculos para baixo e seus olhos estavam agora feito em hiper realismo como os outros estavam no começo deste episódio.
Eles estavam sangrando, vermelhos e pulsantes. Ele só olhou para a tela, como se estivesse assistindo ao telespectador. Após cerca de 10 segundos, ele começou a chorar, desta vez não cobrindo seus olhos. O som era penetrante e forte, e mais o medo de todos é induzir seus soluços foi misturado com gritos. Lágrimas e sangue foram escorrendo o rosto, a uma taxa pesada. O som do vento voltou, e assim fez o profundo manifestou a rir, e desta vez as fotos ainda durou um bom 5 frames. O animador foi capaz de pará-lo pra backup. Desta vez, a foto era de um menino da mesma idade, mas desta vez o cenário foi diferente. As vísceras estavam apenas sendo retirado de um estômago ferido por uma grande mão, o olho direito estourado e sangue, pendurados escorrendo-lo. A animação prosseguiu. Era difícil de acreditar, mas a próxima foi diferente, mas nós não poderíamos dizer o quê. Foi sobre a coisa, mesmo ao lado. Ele quer voltar para o primeiro e jogou-os mais rápido e eu me perdi. Vomitei no chão, a animação e editores de som ofegaram na tela. Os 5 quadros não foram como se fossem 5 fotos diferentes, eles foram tirados como se fossem fotogramas de um vídeo. Vimos a mão lentamente retirando as tripas, que viu os olhos do garoto incidir sobre ela, que ainda viu dois quadros do garoto começam a piscar. O editor de som de chumbo nos disse para parar, ele teve de chamar o criador para ver isso. Sr. Hillenburg chegou dentro de aproximadamente 15 minutos. Ele estava confuso por que ele foi chamado por lá, assim que o editor só continuou o episódio. Uma vez que os poucos quadros foram mostrados, todos os gritos, o som parou de novo. Lula Molusco estava apenas olhando para o espectador, full frame da cara, por cerca de 3 segundos. A cena rapidamente recuou e ouvimos uma voz profunda: "Do It", e logo vemos nas mãos de Lula Molusco uma espingarda. Ele imediatamente coloca a arma na boca e puxa o gatilho.
O sangue realista e massa encefálica na parede atrás dele e em sua cama, então ele voa para trás com força. Os últimos 5 segundos do episódio mostra seu corpo na CBO, por seu lado, um olho pendurado com o que sobrou de sua cabeça acima do chão, olhando fixamente para ele. Em seguida, o episódio termina. Sr. Hillenburg está obviamente irritado com isso. Ele exigiu saber que diabos estava acontecendo. A maioria das pessoas deixou a sala, neste momento, então era apenas alguns de nós a vê-lo novamente. Ver o episódio duas vezes só serviu para imprimir a totalidade em minha mente e me causar pesadelos horríveis. Me desculpe, eu fiquei. A única teoria que podia pensar era que o arquivo foi editado por alguém na cadeia, desde o estúdio de desenho para cá. O CTO foi chamado para analisar, quando isso aconteceu. A análise do processo revelou que foi editada ao longo de material novo. No entanto, a hora de que era de apenas 24 segundos antes de nós começamos a vê-lo. Todos os equipamentos envolvidos foi examinado para software e hardware externo, bem como falhas, como se o carimbo de tempo pode ter mostrado o momento errado, mas o check-out não mostrou problemas. Nós não sabemos o que aconteceu e o que ninguém fêz neste dia. Houve uma investigação, devido à natureza das fotos, mas não deu em nada. Nenhuma criança vista foi identificado e não foram recolhidos indícios a partir dos dados envolvidos, nem indícios físicos nas fotos. Eu nunca acreditei em fenômenos inexplicáveis antes, mas agora que ví alguma coisa acontecer e não poder provar nada sobre ele além de relatos, eu pensaria duas vezes sobre as coisas."

Vídeo de Squidward Suicide:<a href="http://www.youtube.com/watch?v=tx4rpK05v_w" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=tx4rpK05v_w</a>
Cuidado em Watt, se virar a primeira letra do seu nick vira Matt.
Se você leu a história ali vai saber >:)
HAUAHUAHAUAHAU /Zoa :P

Falowz ~//





Sky17

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Re: Entrando no clima, CreepyPasta!
« Resposta #16 em: 27 de Outubro de 2010, 18:22:16 »
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Come follow me...

Durante os primeiros dias desde o lançamento de Pokemon Red e Green no Japão, no dia 27 de fevereiro de 1996, houve um aumento substancial nas mortes de adolescentes entre 10 e 15 anos.
As crianças eram geralmente encontradas mortas por suicídio, quase sempre pulando de alturas vertiginosas. Algumas, no entanto, foram ainda mais bizarras. Em alguns casos crianças serraram seus lábios, outros colocaram o rosto dentro do forno ligado, e umas poucas asfixiaram-se enfiando o braço na própria garganta.
Aquelas que foram salvas antes de cometerem suicídio, mostraram um comportamento disperso e aleatório. Quando questionadas sobre o porquê de tentarem se machucar, elas apenas respondiam em gritos caóticos e tentavam arrancar os próprios olhos. Uma das poucas ligações lógicas entre os casos, era o GameBoy. Elas não costumavam falar nada, mas quando alguém mecionava sobre Red ou Green, os gritos surgiriam e elas fariam qualquer coisa para deixar o quarto onde estavam.

As autoridades confirmaram que os jogos suspeitos tinham, de alguma forma, uma conexão com as mortes. Era um caso estranho, por que muitas crianças que possuíam o mesmo jogo não mostravam nenhum comportamento anormal. A polícia não tinha escolha além de seguir esta pista, já que não contavam com outra alternativa.
Coletando todos os cartuchos que as crianças haviam comprado, eles selaram e guardaram tudo, como forte evidência para futuras referências. Decidiram primeiramente falar com os próprios programadores. A pessoa com quem falaram foi o diretor dos jogos originais, Satoshi Taijiri. Quando informado sobre as mortes por trás dos jogos, ele parecia um pouco desconfortável, mas não admitia nada. Ele conduziu os policiais aos principais programadores do jogo, pessoas responsáveis pelo conteúdo.

Os detetives conheceram Takenori Oota, um dos chefes da programação. Direfentemente de Satoshi, ele não parecia desconfortável - apenas muito conservado - explicando que era impossível usar algo como um jogo para causar tantas mortes, também utilizando o argumento de que nem todas as crianças foram afetadas, ele culpou o incidente a algum tipo de coincidência excêntrica, ou histeria em massa. Ele parecia estar escondendo algo, mas não dava chances para suspeitas. Finalmente disse algo interessante.
Takenori ouviu um rumor sobre a música de Lavender Town, um dos lugares no jogo que acabou deixando algumas crianças doentes. Era o único rumor que não tinha explicação.

Ele direcionou os detetives a Junichi Masuda, o compositor das músicas da série. Masuda também ouviu os boatos, mas novamente afirmou que não havia evidência de que sua música era a causa. Para comprovar, ele tocou exatamente o som do jogo e demonstrou que nem os detetives nem ele próprio sentiram algo estranho: a música não afetou ninguém. Apesar de ainda terem suspeitas em Masuda e sua música de Lavender, parecia que chegaram a mais um beco sem saída.
Voltando para os cartuchos que apreenderam das casas das crianças, eles decidiram olhar os jogos mais diretamente. Viram os nomes dos personagens, geralmente "Red", ou outro nome simples, no entanto, o interessante estava no tempo jogado e o número de Pokemons que eles haviam capturado. Os investigadores chegaram à estonteante percepção de que não foi a música de Lavender que causou tantos efeitos maléficos nas crianças, era impossível chegar àquela parte do jogo em tão pouco tempo e com apenas um Pokemon em seu inventário. Isso levou-os a concluir que algo no início do jogo tinha que ser o responsável.

Se não era a música, deveria ser algo dentro dos primeiros minutos do jogo. Eles não possuíam escolha além de deixar os jogos de lado e voltar aos programadores. Pedindo uma lista de toda a equipe para Takenoshi, eles descobriram que, surpreendentemente, um daqueles programadores tinha cometido suicídio logo após a liberação do jogo. Seu nome era Chiro Miura, um homem muito obscuro que contribuiu com pouco para o jogo. Mais interessante ainda, ele pediu que seu nome não aparecesse nos créditos do jogo e assim foi feito.
Procurando por evidências no apartamento de Chiro, eles encontraram muitas anotações em marcador permanente. A maioria estava amassada ou riscada, dificultando a leitura. As poucas palavras que eles conseguiram encontrar na bagunça eram "Não entre", "Cuidado" e "VENHA, SIGA-ME" em negrito. Os detetives não sabiam ao certo que isto significava, mas sabiam que tinha alguma ligação. Pesquisando mais, descobriram que Chiro era grande amigo de um dos designers de mapas, Kohji Nisino. Desde a morte do amigo, ele havia se trancado em seu apartamento, saindo raras vezes durante a noite para buscar algo que poderia precisar. Ele disse aos amigos e familiares que estava em luto pelo seu amigo Chiro, mas não fazia muito sentido, já que os relatos indicavam que ele se trancou pouco antes de Chiro se matar.

Foi complicado, mas as autoridades finalmente persuadiram Nisino a falar. Parecia que ele não havia durmido há dias, com anéis escuros embaixo dos olhos. Ele fedia, suas unhas cresciam sujas e seu cabelo estava oleoso, grudando na testa e nuca. Falava em murmúrios, mas pelo menos tinha algo a dizer. Quando questionado se sabia de alguma coisa sobre as crianças que morreram depois de serem expostas ao jogo e como isso teria conexão, ele respondia cautelosamente, escolhendo bem suas palavras antes de responder. Disse que seu amigo Cirno teve uma idéia interessante para o jogo: algo que ele queria tentar desde que ouviu que o projeto estava começando. Nisino conhecia Takenori, o diretor e programador principal, há muito tempo, então ele poderia facilmente colocar um programador medíocre no projeto com um pouco de persuasão. Chiro convenceu Nisino a colocá-lo no projeto.

Nissino, durante toda a conversa, parecia ficar mais arrasado a cada pergunta. Os detetives forçavam-no mais e mais, procurando totalmente em sua mente por qualquer rascunho de conhecimento que este homem teria sobre o jogo e as intenções de Chiro.
Foi quando perguntaram sobre as anotações encontradas na casa de Chiro que ele entrou em colapso. Debaixo do sofá onde Nisino estava, ele puxou uma pistola, apontando diretamente para a polícia enquanto se afastava alguns passos. Tão rápido como começou, ele levou a pistola ao rosto.
"Não me siga..." murmurou Nissino enquanto enfiava a pistola na boca e puxava o gatilho. Foi muito rápido para a polícia ter qualquer reação. Estava feito. Nisino suicidou-se, repetindo o que estava escrito nos papéis de Chiro.

Parecia que o caso não teria resolução. O time que criou o jogo original estava se dispersando e tornando mais difícil de encontrar. Era como se eles estivessem tentando guardar um segredo. Quando a polícia finalmente conduziu uma conversa com alguns dos programadores ou qualquer outra pessoa que contribuiu com partes do jogo, mesmo os mais obscuros designers de monstros, parecia que eles não tinham nada de interessante a dizer. A maioria nem conhecia Chiro, os poucos que conheciam, só viram uma ou duas vezes enquando ele trabalhava em seu próprio projeto. Ao longo de tudo isso, a única confirmação era que Chiro foi o responsável pelas partes iniciais do jogo.
Passara, alguns meses depois que as primeiras crianças cometeram suicídio e a taxa de mortes diminuiu significativamente. Parecia que o jogo não estava mais causando aqueles efeitos bizarros nas crianças. O recolhimento dos jogos foi cancelado. Eles começaram a acreditar que talvez Takenori estivesse certo e tudo não passava de uma coincidência ou histeria em massa... até que recebram a carta.

Ela foi dada a um dos próprios detetives diretamente na rua. Uma mulher o deu a carta: ela parecia muito fraca, magra e doente. Deu a carta para ele rapidamente, dizendo que era algo que precisavam ver e, sem mais nenhuma palavra, desapareceu na multidão. O detetive levou ao seu escritório, chamou os outros, abriu e leu em voz alta.
Era uma carta escrita pelo próprio Chiro, mas que não foi encontrada em seu apartamento. Eles haviam limpado o local procurando pistas e respostas, então de onde quer que a carta tenha vindo, não foi pêga na casa dele. Estava assinada para ser dada a Nisino. Começou um pouco formal, um "olá", "como vai você", "lembranças à família", essse tipo de coisa. Depois de um ou dois parágrafos normais, eles chegaram a uma parte onde Chiro pedia a Nisino que colocasse-o no time do jogo. Uma posição de programador no Red/Green.

Conforme a carta ia continuando, a caligrafia parecia ficar mais distorcida. Ele falava de uma idéia gloriosa, uma maneira de programar algo nunca visto em nenhum jogo. Disse que certamente não iria revolucionar apenas a indústria dos jogos, mas tudo ao redor. Ele começou a dizer que era muito simples programar essa idéia no jogo. Nem sequer deveria adicionar qualquer programação estrangeira, poderia usar a que já estava no próprio jogo. Neste momento, os detetives percebram que isso tornaria impossível detectar qualquer obscuridade na programação. Era a maneira perfeita de esconder qualquer coisa.
A carta terminava abruptamente. Não havia "adeus", nem "diga oi para a família", sem notas, sem agradecimentos. Não havia nada disso. Era apenas seu nome escrito de maneira tão rígida no papel que quase o rasgou: "Chiro Miura".

Essa foi a peça final que os detetives procuravam. Não havia mais suspeitos no caso. Chiro programou algo nas primeiras partes do jogo - algo enlouquecedor. Para aumentar as chances de sucesso, o time de programação teria que trabalhar em pares, até o próprio Chiro. Seu parceiro era Sousuke Tamada. Se alguém conhecesse o segredo do jogo, esse teria que ser Sousuke. Esta era a última esperança de desvendar todo o caso de uma vez por todas.
Eles descobriram que Sousuke teria providenciado muito da programação do jogo e parecia ser alguém normal, um cara bom e trabalhador. Os detetives foram facilmente recebidos em sua casa, um lugar simpático, entraram pela sala de estar, onde sentaram. Sousuke não sentou, no entanto. Ele estava perto da janela do piso do segundo andar, olhando para a rua movimentada. Sorria um pouco.

Não houve testemunhas para os eventos que se sucederam. A única coisa que sobrou desta conversa foi uma gravação na mesa em frente aos dois detetives que estavam encarregados de falar com Sousuke. O que segue, é a gravação sem edições:

"Sousuke Tamada, por quais partes você foi responsável nos jogos Pokemon Red e Green?", perguntou o primeiro detetive.
"Eu era programador". Sua voz era leve e amigável, quase amigável demais.
"É correta a informação de que os programadores trabalhavam em times?", perguntou o detetive.
Pôde-se ouvir o som de pés se movendo no chão, vagarosamente. "Você está certo", disse Sousuke depois de um momento de silêncio.
"E o nome de seu parceiro era--", o detetive foi interrompido pela voz misteriosa de Sousuke. "Chiro Miura... Este era seu nome, Chiro Miura".
Outro momento de silêncio, parecia que os detetives estavam desconfiados com esse homem. "Você poderia nos dizer se Miura alguma vez agiu estranho? Algum comportamento particular que você observou enquanto trabalhavam juntos?"
"Na verdade, eu não o conheço tão bem. Nós não nos encontrávamos frequentemente, apenas uma vez ou outra para trocar dados, ou quando o time inteiro era chamado para relatório... Eram as únicas vezes que eu realmente o vi. Ele agia normal tanto quanto eu poderia dizer. Ele era um homem baixo, eu acho que isso afetou sua consciência... ele agia de maneira mais fraca do que qualquer outro homem que conheci. Mas ele estava disposto a fazer muito mais trabalho para ganhar reconhecimento, disso eu sei."

Silêncio. "Sim?" perguntou o detetive, forçando-o a continuar. "O que você acha?"
"Eu acho que ele era um home muito fraco. Acho que ele queria provar algo para si mesmo, independentemente do que teria que fazer...acho que ele queria fazer seu próprio reconhecimento por algo especial, algo que pudesse fazer as pessoas esquecerem sobre sua aparência e prestar atenção na poderosa mente que vivia dentro de sua cabeça... Infelizmente, porém... hihi... ele não tinha muita 'mente' para continuar seu projeto."
"Por que você diz isso?", perguntou o segundo detetive.
"Bem, é a verdade", respondeu Sousuke rapidamente. Seus pés poderiam ser ouvidos se movendo pelo piso. "Ele não tinha nada de especial, por mais que quisesse acreditar nisso. Você não pode ter grandeza, mesmo se acreditar nisso. É impossível... de alguma forma, eu acho que o próprio Chiro sabia disso, em algum lugar dentro dele, sabia que era verdade."
Os detetives estavam em silêncio novamente, não sabiam como manter a conversa. Depois de um momento, eles continuaram. "Você poderia nos dizer qual era a parte do jogo que Chiro era encarregado? Em que ele trabalhava exatamente?"
Sousuke respondeu mais rapidamente que antes. "Nada... quero dizer, nada importante. Ele trabalhou em algumas partes obscuras no início do jogo". Uma pausa, então mais um pouco de informação. "Era a parte do Professor Carvalho, para ser exato. Ele trabalhou em algumas peças do Carvalho... quando ele te vê pela primeira vez..."
"O quê mais?" forçou o policial. Sousuke sabia de mais alguma coisa, eles poderia ouvir em sua voz. "Sabemos que você tem conhecimento sobre as mortes das crianças. Sabemos que foi Chiro o responsável, ele programou alguma coisa no jogo."

"O que você está insinuando?" perguntou Sousuke. Parecia que ele estava tentando manter a voz.
"Estamos insinuando que, se você foi parceiro de Chiro, então tem mais informações. Se está escondendo algo de nós, você poderia ser responsável pelas mortes daquelas crianças tanto quanto o próprio Chiro!"
"Vocês não podem provar nada!", gritou Sousuke.
"Diga-nos o que Chiro fez ao jogo!"
"ELE FEZ O QUE EU O MANDEI FAZER!!!"

Silêncio. Completo silêncio.

"Vocês querem saber, huh?", perguntou Sousuke finalmente quebrando o terrível silêncio. "Vocês querem saber sobre o quê tudo isso se trata? Chiro era um idiota! Ele faria qualquer coisa por um pouco de atenção, QUALQUER COISA. Ele não poderia programar uma m*rda sequer. No entanto, a única coisa que ele sabia fazer, era ser manipulado. Você diria o que ele deveria fazer e ele o faria. Nem mesmo questionaria. Apenas ouvir aquele agradecimento quando ele recebe o produto acabado era sua maior satisfação. Tudo que ele queria."

Dois clicks vieram dos detetives, armas poderia ser ouvidas.

"Eu poderia controlá-lo sem problemas. Ele era muito parecido com Takenori... vocês não sabiam disso, é claro, mas eu fui quem trouxe toda a idéia do jogo. A idéia da operação inteira. Eu apenas disse ao meu companheiro o que fazer, e ele me seguiu sem questionar, Ele não sabia de nada, assim como Chiro."

O som de uma janela abrindo poderia ser ouvido. Os detetives apontaram as armas para Sousuke

"Não se mova! Ou iremos atirar!"
"Deixe-me contar uma coisa sobre a mecânica do jogo", continuou o suspeito. Sua voz estava mais apressada, mas ainda mantinha o vigor. "Considere isso uma dica, ok? Se cvocê andar ao redor das áreas com grama, um Pokemon pode aparecer e você terá a chance de batalhar com ele. É uma parte necessária do jogo todo, sabe?"
"Saia de perto da janela! Nós não avisaremos novamente!"
"No começo do jogo, você tem que andar na grama antes de Carvalho aparecer e você receber seu primeiro Pokemon, entende? Em circuntâncias normais, foi programado que enquanto você estiver nessa área, nenhum Pokemon irá aparecer... eu modifiquei. Manipulei aquele Chiro, disse a ele o que colocar no programa, dei a ele todas as instruções de como proceder. Ele o fez impecavelmente. É raro, mas pode acontecer: ANDAR SOBRE AQUELE GRAMA PODE GERAR..."
"Sousuke, nós não queremos atirar!"
"Atire!!" gritou Sousuke, rindo ao mesmo tempo. "Atirar em MIM? Você é tão patético quanto Chiro! Uma vez que ele encontrou a verdade, não havia volta! Foi tudo sua culpa, no fim das contas. Ele suicidou-se por causa disso! Se você está tão determinado em terminar seu maldito caso, então jogue a porr* do jogo você mesmo! Gire a rode, e quem sabe, você pode descobrir o segredo..."

Um tiro pôde ser ouvido, alto o bastante para distorcer o audio. Sons de gritos e murmúrios. A mesa do gravador estava destruída. Silêncio e então risadas. Sousuke estava rindo, dizendo "Venha, siga-me... venha, siga-me..." e então, nada. O gravador continuou rodando até a fita acabar, mas não havia mais nada.

A polícia havia chegado rapidamente ao local e, para o horror de todos, descobriram Sousuke e os dois detetives mortos. Todos levaram tiros, mas sem depois de lutar. Os detetives tinham sido baleados múltiplas vezes, pelo menos 10 de cada, antes de morrer, levaram tiro no meio dos olhos. O próprio Sousuke estava claramente morto com dois tiros no peito, diretamente no coração. O jogo estava causando um massacre. Pelo menos 100 crianças morreram. Nissino, o amigo inexperado, morto. Chiro, o brinquedo manipulado, morto. Os dois detetives, mortos. E agora, até o criador, o causador desta atrocidade, Sousuke, morto. O jogo estava depurtando todas as intenções originais: ao invéns de entreter, matava a todos que ficavam envolvidos.

O líder da investigação decidiu deixar o caso de lado. Os principais suspeitos estavam mortos, então não havia razões para continuá-lo. Todas as evidências foram trancadas, colocadas na escuridão, onde pertenciam. Durante algum tempo, todos falavam do caso, murmurinhos e fofocas, mas com o passar dos anos, o caso foi se dissolvendo. Eventualmente, ele estava apenas na memória daqueles que o experimentaram de perto.
Dez anos se passaram. 27 de Fevereiro de 2006. O detetive que trancou as evidências anteriormente, estava relembrando o bizarro acontecimento. Na verdade, ele não estava mais no ramo, contudo ainda possuía acesso a todos os arquivos e poderia ajudar quando quisesse. A lembrança o fez voltar e abrir uma caixa selada que escondia todas as provas coletadas.

Ele leu atenciosamente as cartas e as anotações... ele se lembrou da mulher que apareceu na rua segurando aquela carta, que supostamente resolveria o caso inteiro. Imaginou quem ela seria e de onde teria vindo. Talvez fosse a mãe de Chirou ou de Sousuke. Era muito tarde para pensar nisso. Tarde demais...
Selando a caixa novamente, ele viu uma outra atrás dessa. Puxando, ele leu a nota no topo "Evidência #2104A". Abriu e olhou dentro: eram exatamente 104 cartuchos Pokemon Red e Green, todos em perfeito estado... intocados desde o último dia em que foram vistos, 10 anos atrás.

Ele pegou um: Pokemon Red. Não havia visto um por muito tempo. Não sabia o que viria a seguir, mas mesmo assim chegou a uma mesa, pegou um velho GameBoy de dentro da caixa e viu que ainda funcionava. O aparelho era de seu filho, que havia morrido a poucos anos atrás. Sua esposa também partira. Colocando o cartucho na parte de trás do GameBoy, ele ligou o sistema.

A tela inical veio, então a opção "Continue" ou "Start a New Game".
Tanaka. Esse era o nome da criança. Aquela que jogou priomeiro. Ele estava provavelmnte morto, junto com todos os outros.
"New Game"
Estava normal. Ele andou, falou com a mãe e foi para fora. Começou a andar na grama.
Em sua cabeça, ele ainda ouvia as palavras de Sousuke... "Venha, siga-me.."

Estava chegando gradativamente mais perto. Talvez um passo ou dois.

"Gire a roda, quem sabe você pode descobrir o segredo..."

Ele entrou na grama. A tela não fez nada. Nada mesmo. Estava apenas lá, e o detetive completamente paralizado, como se o tempo ao seu redor estivesse congelado. A tela ficou escura e então acendeu novamente. O fundo verde com um texto aparecendo:

"Come follow me, come follow me, come follow me. I miss you dad, I miss you my husband. I miss you so much."

Lágrimas desceram de seus olhos, caindo no peitoral. Telas e mais telas de textos apareciam, ele rapidamente apertava o botão A para continuá-lo. Era sua esposa e seu filho. Eles estavam falando, chamando-o, chorando. Eles queriam vê-lo, eles amavam-no, e ele também.

"Eu também amo vocês", murmurava o homem em um sussurro, a voz rachando.
"Venha, siga-me. Renasça. Nós queremos vê-lo, abraçá-lo e estar com você para todo o sempre e sempre e sempre e sempre."
"E SEMPRE E SEMPRE..."
"Não nos deixe, nós podemos te ver. Sentimos saudades. Venha, siga-me. Nós amamos voc---"

A tela escureceu. Os olhos do detetive se arregalaram. A tela acendeu novamente e Carvalho estava tirando-o da grama. "Venha, siga-me", dizia Oak.
"NÃO", gritou o homem, jogando o aparelho no chão. Ele rapidamente voltou atrás, procurando o GameBoy, trazendo a tela de volta para seu rosto. "Traga-os, traga-os de volta para mim". O jogo continuou normalmente. "Traga minha esposa, meu filho, ME ESUTE! Traga-os de volta para mim AGORA!!!"
Vozes... ele ouvia vozes, centenas de vozes. Virou-se, olhando para trás. Na pequena sala, estavam crianças, muitas crianças. Algumas sem olhos, algumas com feridas na garganta, com o corpo completamente queimado. Todas estavam gritando, gemendo, aproximando-se.

"Traga de volta minha mãe, traga de volta meu pai, traga de volta meu bichinho, TRAGA DE VOLTA MINHA ALMA". Todas gritavam, procurando pelo jogo; as bocas exalando profundo ódio e horror. "Eu não quero que eles partam, traga-os de volta, traga-os de volta para mim!"
"Não." falou o detetive. "É MEU! MINHA família está aqui, não toque!". O terror estampado em seu rosto.
"Venha, siga-me..." disse uma voz. O detetive olhou ao redor e, próximo a uma velha mesa, estava Sousuke. Ele estava em pé, era alto, lindo e radiante. Com um leve sorriso "Venha, siga-me..."
O homem pulou, tentando escapar das crianças. Levantando o GameBoy com as mãos. "O-o que está acontecendo? Onde está minha família?"

Sousuke sorria generosamente. "Eu te mostrarei. Eu te ajudarei a ficar longe destes monstros. Apenas siga-me". Sousuke se abaixou e abriu uma gaveta na mesa velha. O detetive, empurrando as crianças tentando se fastar, olhou para dentro.
Coberta em poeira, lá estava sua velha arma, de quando ele ainda trabalhava na polícia. Ele não a usava há muitos anos, por isso a deixou de lado, não queria se lembrar das coisas que fez com ela..
Mas agora, aquilo não era apenas um objeto que causava dor e agonia. Era brilhante, era a própria luz. Era algo que poderia libertá-lo. "Apenas siga-me", disse Sousuke, sacando a arma e colocando nas mãos do detetive. Ele segurou e então levou às têmporas. "Apenas puxe o gatinho. É tudo."
O detetive se virou. As crinças estavam agarrando-o, segurando suas pernas e puxando. Elas chegaram ao jogo, ele se virou para Sousuke, e sorriu.

"Minha família... eu irei seguí-los."
Puxou o gatinho.
Seu cérebro espatifou na a parede e ele caiu no chão, morto. Alguns dias depois o corpo foi achado. Estava no chão, sangue por toda parte. Em uma mão, segurava uma arma vazia, e na outra, um GameBoy com Pokemon Red. A bateria tinha acabado, estava vazia, apenas a tela escura permanecia.
Este era a última morte que as autoridades iriam permitir. Todos os 104 cartuchos foram queimados. Eles não iriam mais provocar ninguém.

No entando, este não é o fim da história. É dito que o código sobreviveu, e até mesmo passou para outras línguas do jogo. Se você tem um velho jogo de Pokemon, apenas ponha-o em um clássico GameBoy, ative o sistema e gire a roda. Quem sabe, talvez você descubra o segredo...

Sério, tô com medo  o-O'

HIT-MON-LEE! HOYAAAAAA!!!!

Watt

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Re: Entrando no clima, CreepyPasta!
« Resposta #17 em: 27 de Outubro de 2010, 18:25:31 »
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Sim,eu li. *medo de virar o Matt*

Spoiler(Clique para mostrar/esconder)
Mereana Mordegard Glesgorv


Um internauta desavisado navega tranqüilamente no mar de vídeos de meninas se beijando, garotas rebolando e vídeos idiotas de amigos se esbofeteando. O sujeito toma um gole de refrigerante enquanto clica aleatóriamente em diversos vídeos na sidebar do you tube. Subitamente, uma imagem vermelha com um sujeito no centro lhe chama a atenção. O cara decide parar de ver o clipe do Michael Jackson que estava rolando e resolve ver do que se trata aquele video.

Quando o vídeo finalmente carrega, ali esta um sujeito olhando para a câmera. O fundo não dá pra entender bem, é vermelho mas não é possível localizar o local. O estranho esta parado como uma estátua. Pequenos movimentos mostram que não é um frame congelado. O sujeito não tem expressão e permanece olhando fundo na direção da câmera. Lentamente um estranho ruído começa. Tudo gira ao redor do internauta. Ele sente seu coração bater cada vez mais forte. Um arrepio percorre seu corpo, eriçando seus cabelos. Um tipo louco de confusão começa e num grito aterrador o internauta cai para trás, se debatendo. Enquanto isso, o som do vídeo é cada vez mais alto e o estranho homem continua a olhar impassível para a câmera.

O internauta se debate em um tipo grotesco de frenesi, se arranha compulsivamente aos gritos e enfia os dedos nos olhos. Gritando de dor e ódio ele arranca os próprios globos oculares, pega um estilete sobre a mesa e corta algo incompreensível em latim no pulso esquerdo.

Ele subitamente fica imóvel no centro da sala. Tem as órbitas dos olhos vazias e sangrando. Ele fica de frente com aquela figura do vídeo. Um som de sino toca nos auto falantes. O internauta anda robóticamente até a gaveta, pega um envelope plástico e joga os olhos ali dentro. Abre a outra gaveta, pega um envelope pardo, nele escreve com letras tremidas:

Aos cuidados do You Tube.

Em seguida joga o saco com os olhos ali dentro, fecha o envelope e sai de casa de modo hipnótico como se estivesse sendo controlado por uma força invisível.

A casa fica vazia, iluminada apenas pelo video vermelho do homem estranho. Finalmente ele dá um sorisso e o video acaba.

Este é um caso real? Parece um caso real pra você? Pois acredite se quiser, muitas pessoas botam fé nesta história. O video que teria desencadeado estas macabras reações,tem o nome de Mereana mordegard glesgorv. Se você procurar este nome, não achará nada. As poucas vezes que você achar alguma coisa, tudo que você verá será um vídeo de 20 segundos de um homem parado olhando fixamente para você, sem expressão nenhuma, depois sorrindo nos últimos 2 segundos e então o video acaba, tão incógnitamente quanto começa.
Segundo a lenda,o vídeo inteiro dura 2 minutos, e teria sido removido pelo Youtube após as 153 pessoas que viram o vídeo arrancarem os olhos e os enviarem para a sede do Youtube em San Bruno. Essas pessoas cometeram suicídio de diversas formas. Não se sabe como eles conseguiram mandar os olhos após eles terem sido retirados. A palavra misteriosa que eles escreveram nos seus braços ainda não foi decifrada.
A lenda diz que o Youtube vai periodicamente colocar os 20 primeiros segundos do vídeo para acabar com as suspeitas, então as pessoas não procurarão pelo vídeo real e farão upload dele. O próprio vídeo foi visto apenas por um staff do youtube, que começou a gritar após 45 segundos. Esse homem está sob constantes sedativos e aparentemente impossibilitado de lembrar do que ele viu. As outras pessoas que estavam na sala enquanto ele via o vídeo desligaram o vídeo pra ele. Elas disseram que tudo o que eles ouviram foi um som agudo muito alto. Nenhum deles ousou olhar para a tela.

A pessoa que upou o vídeo nunca foi encontrada, o IP foi classificado como não existente e o homem no vídeo nunca foi encontrado.

Algumas pessoas conjecturam que este seria um vídeo feito por ninguém menos que o próprio Satã para angariar almas pela internet.


Bem, vamos apenas hipotéticamente considerar que um vídeo fosse capaz de converter pessoas sãs em malucos e todas estas 175 pessoas arrancassem os olhos e os enviassem (ia ser engraçado uma fila nos correios de pessoas sem os olhos perguntando umas as outras onde é o caixa de postagem) para o You tube, que tiraria o misterioso vídeo do ar, sem que isso virasse uma manchete mundial. Vamos raciocinar sobre o Capeta saindo lá dos infernos para fazer um upload para o You Tube…
Quem é aquele sujeito no vídeo e por que ele não se move, só fica ali olhando com aquelas butucas penetrantes como se quisesse comer nossa alma? Será mesmo o satã??

Vejam e comprovem:

http://www.you*tube.com*/watch?v=Xf6Geh82vXg&f*eature=player_embedded (tirem os asteriscos)

XlourenzoX

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Re: Entrando no clima, CreepyPasta!
« Resposta #18 em: 27 de Outubro de 2010, 18:33:02 »
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Hey pessoal, por favor em, se forem postar videos ou imagens que causem "impacto", coloquem entre spoiler.


Watt

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Re: Entrando no clima, CreepyPasta!
« Resposta #19 em: 28 de Outubro de 2010, 15:44:11 »
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Spoiler(Clique para mostrar/esconder)
Um trovão clareia a madrugada fora de sua janela, por um segundo você imagina diversos rostos em desespero no seu espelho, decidindo que tal coisa não pode ser verdade, ele simplesmente vira e dorme.

No outro dia ele decide se livrar de todos espelhos da sua casa, devido à horrível experiência da noite anterior, todos espelhos reunidos ele os joga fora. No dia seguinte ele acorda e há um bilhete na cabeceira da sua cama, e ele diz:

''Por favor traga os espelhos de volta, nós gostamos de te ver dormir."

Essa não é tão forte,mas dá pra dar uma revivida no tópico.

-Tio Rafa-

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Re: Entrando no clima, CreepyPasta!
« Resposta #20 em: 28 de Outubro de 2010, 16:23:56 »
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Bom, o que eu vou postar é muito grande, então irei postar em spoiler.
É um texto retirado de um tópico da comunidade do orkut, Mensagem Subliminar, que fala sobre várias mensagens ocultas nas letras das músicas dos Beatles, e da suposta teória de que Paul Maccartney está morto e que o atual é um sósia que colocaram devido ao grande sucesso que a banda estava tendo na época da suposta morte dele.

Spoiler(Clique para mostrar/esconder)
1.O - As músicas subliminares
2.O - A morte de Paul McCartney (Mito ou Verdade?)Diversas mensagens subliminares foram encontradas nas músicas e capas de discos dos Beatles. O fato mais impressinante são as mensagens subliminares onde John Lennon revela a morte de Paul McCartney. O incentivo subliminar ao consumo de drogas, ocultismo, violência e necrofilia é encontrado no trabalho da banda mais famosa do planeta. Seguidores de Aliester Crowley (satanista conhecido como "A Besta"), os "garotos de Liverpol" não tinham nada de ingênuos e estavam envolvidos com ideologias extremamente suspeitas para artistas que supostamente defendiam a "paz e o amor".

Subliminar nas Músicas dos Beatles"Lucy in the Sky with Diamonds"- A aparentemente estranha : "Lucy in the Sky with Diamonds" (tradução: Lucy no céu com diamantes), na verdade, tinha nas iniciais do próprio título a mensagem subliminar "LSD". O objetivo era difundir a marca "L.S.D.", droga lisérgica muito usada nos anos sessenta, um similar do ácido.

* "Sem Lenço Sem Documento" de Caetano Veloso rebate os Beatles usando a subliminar : Sem L S D .

"Revolution 9"- A música "Revolution 9" (tradução: revolução 9), do 'Álbum Branco', entre os sons de sirenes, gemidos de crianças, grunhidos de porcos e metralhadoras, ouve-se: "number nine" que, ao contrário ('backward masking') fala: "Turn me on DEAD man" (tradução: Excite-me homem morto). É decepcionante saber que os Beatles incentivavam aberrações, como a necrofilia, de uma forma tão covarde e estúpida.

"Hey Jude" - A música "Hey Jude" (tradução:'Hey viciado') fala: '...Lembre-se de deixá-la entrar debaixo de sua pele, e então começara a sentir-se melhor'. A mensagem subliminar é simples e cruel: deixar entrar as "agulhas das seringas com drogas injetáveis" debaixo da pele e sentir-se melhor.

A Morte de Paul
Paul morreu em 1966 em um acidente de carro. Devido ao sucesso do grupo, a gravadora Capitol convocou uma sósia. Não aceitando esta ideia, John Lennon, através das capas de cd's, divulgou a morte de Paul:



Na capa do "Abbey Road" - 1969: O Funeral - Os 4 Beatles, andando em fila, simbolizam a procissão de um enterro. John , de branco, seria o padre; Ringo, de preto, o agente funerário; Paul é o morto, e Harrisson seria o coveiro. O Carro na Rua - Um carro parece vir em direção a Paul. Ou, como os ingleses dirigem na mão esquerda, parece que o carro já atingiu Paul e segue em frente. O Carro de Polícia - Um carro de polícia, entre John e Ringo, esta parado. Parece estar atendendo a alguma ocorrência, como um acidente de trânsito.

O cigarro na mão direita de Paul. Ele era canhoto. Erro do sósia? Pés descalços - Paul é o único Beatle de pés descalços. Há um costume de ingleses ser enterrado de pés descalços. Detalhe: seus olhos também estão fechados.

A Chapa do Carro - A chapa de um fusca que aparece à esquerda traz a inscrição LMW 28IF. O LMW poderia significar a abreviação de "Linda McCartney Weeps" (Linda McCartney Chora) ou "Linda McCartney Widow" (Linda McCartney Viúva). O 28IF seria "28 years IF alive", o mesmo que 28 anos SE vivo, se referindo à idade de Paul à época do disco, se não tivesse morrido. Paul, na verdade, tinha 27 mas, era o dito, em religiões indígenas a idade de uma pessoa é contada a partir da gestação. Então ela já tem 9 meses quando nasce. Logo, Paul teria 28 anos, na época.



Na capa do "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band" - 1967 - Esta capa está recheada de mensagens subliminares. Na verdade, todo o conjunto de elementos desta capa estão retratando uma espécie de funeral. Observe o esquife (caixão) coberto de flores vermelhas.

Abaixo dele há um arranjo de flores amarelas, com a forma de um contra baixo, de canhoto, que seria de Paul O Contra-baixo de Canhoto - O contra-baixo colocado nesta capa, composto de flores amarelas é na verdade um instrumento próprio para canhotos.

O Local do Enterro - Observe que no final da palavra "Beatles" está a letra "o" (composta por flores vermelhas), formando assim a frase "Be at Leso" (Está em Leso), nome do suposto local onde estaria enterrado Paul.

Se colocarmos um espelho no meio da palavra "HEARTS", que está escrita no bumbo, aparece "HE DIE", ficando a frase "LONELY HE DIE", o mesmo que "Solitário, ele morre".

No álbum "Magical Mystery Tour" - 1967 - No final da música "Strawberry Fields Forever" se ouve ao fundo John Lennon dizer "I buried Paul" (eu enterrei Paul).

Outro fato estranho, você observa na foto do encarte, onde Paul é o único dos quatro Beatles que está com um cravo preto na lapela do paletó, enquanto os outros estão com cravos vermelhos.

---

Notícias: "A verdade sobre a morte de Paul teria vazado nos Estados Unidos e divulgada por um DJ de uma rádio de Detroit. A notícia correu o mundo, virou obsessão de fãs-detetives durante anos, transformou-se em livros, especiais de TV, sites e agora no filme "Paul is Dead". O filme revive o boato da morte do ex-beatle Paul McCartney, em 1966, quando a banda estava no auge. Segundo esse boato, Paul teria sido decapitado em um desastre de carro na Inglaterra e para evitar o choque que a notícia causaria nos fãs, um sósia foi colocado em seu lugar, e assim a banda deu seqüência à sua dominação mundial. John Lennon, que nunca engoliu a farsa, passou a espalhar pistas subliminares da morte do parceiro pelas famosas capas dos álbuns da banda. "(Folha de S.Paulo-20/out/2000).

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Usebars




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Re: Entrando no clima, CreepyPasta!
« Resposta #21 em: 28 de Outubro de 2010, 16:52:21 »
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Resposta :3-Tio Rafa-

Rox essa dos Beatles, nunca curti aquela banda :3, mais a historia é boa =D

Vou postar outra de pokémon(A maioria das creepys são sobre esses monstrinhos chatos u.u):

Kanto's Apocalypse(Eu, sem zueira, achei tosca, mais não deixa de ser um creepy ._.)

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Gogo Creepys!Kanto's Apocalypse
Um dia eu decidi jogar por Kanto novamente. Infelizmente, eu não possuia as versões Red, Blue, Yellow, Fire Red ou Leaf Green. Mas eu possuia um Game Boy Advance SP. Como não há gameshops ou qualquer coisa do gênero onde moro, minha única opção foi olhar numa loja local. Felizmente, eles possuiam Leaf Green.

Comprei-o e, logo que cheguei em casa, o coloquei no meu Game Boy e comecei a jogar. Ele não tinha arquivo salvo, então eu tive que começar um novo jogo. Tudo estava normal até eu batalhar com meu rival. Quando o derrotei, tudo o que ele disse foi "...". Em seguida, voltou para o jogo normal. Mais uma vez ele disse "..."; a tela piscou preta por um instante e ele desapareceu, como quando você o derrota em Gold, Silver e Crystal.

Finalmente cheguei em Pewter City, onde poderia batalhar contra Brock - o primeiro líder de ginásio. Depois que o derrotei, a mesma coisa aconteceu com ele. Então, um ponto de interrogação apareceu em cima do meu personagem. Em seguida, uma caixa de texto apareceu, dizendo: "Encontrei Boulder Badge e TM no chão. Red (como chamei meu personagem) obteve Bouldger Badge e TM!". Então continuei até a próxima rota.

A coisa que mencionei acontecer com Brock estava acontecendo com os treinadores também. Eu só pegava o seu dinheiro. Enquanto eu caminhava pela rota, um velho veio até mim e disse: "Não importa o que aconteça, nunca vá para Lavender Town. Ouvi dizer que fantasmas estão possuindo alguns residentes e visitantes de lá!". Então ele saiu correndo.

Depois disso, me dirigi para o Mt. Moon e me aventurei por lá, até encontrar Rocket. Pelo menos era isso que eu pensava. Quando batalhei com ele, sua pele parecida muito pálida, e ao invés do "R" em seu uniforme, estava escrito "Z". "O que isso significava?", eu pensava. Realmente, isso me assustou um pouco. Finalmente cheguei ao super nerd. Eu o derrotei, mas não haviam fósseis em frente. Então eu continuei, até finalmente chegar a saída.

Eu estava em Cerulean City, onde poderia batalhar com Misty. Ao batalhar com ela, depois de tê-la derrotado, ela disse: "Eu já tive derrotas o suficiente!". Então, com raiva, ela pulou na água. Eu nunca mais a vi. Acho que ela se afogou, ou algo assim. Felizmente, a insígnia e o TM estavam na plataforma perto de mim; peguei-os e saí do ginásio.

Decidi ir para a casa de Bill depois disto. Não havia treinadores na Nugget Bridge e na rota depois dela, o que achei meio estranho. Mesmo assim, fui na casa de Bill. Eu o vi deitado no chão, como um homem velho em Veiridian City. Eu andei até ele e apertei A. Uma caixa de texto apareceu, dizendo: "Ele não está respirando. Verificar os batimentos cardíacos?". Eu disse "Sim". "Não há nenhum batimento cardíaco. Ele deve estar morto.". Então eu fui para fora e continuei indo para a direita, Vermilion City.

Quando cheguei em Vermilion City, o S.S. Anne não estava no porto. Não havia marinheiros também. Também notei que não precisava usar Cut para chegar ao ginásio. Eu entrei e, para minha surpresa, não havia treinadores ou portão elétrico. Só havia o Lt. Surge no meio do ginásio. Eu batalhei com ele e o derrotei. Mas, depois da batalha, ele chamou um Electrode e sentou-se nele. Ele disse: "Eu não aguento mais isso! A vida é horrível! Electrode, use Self Destruct!" E ele o fez, matando o Lt. Surge. A insígnia estava no chão, mas eu não quis pegá-la.

Fui para o Rock Tunnel e mal podia esperar para sair. Quando consegui sair, fui direto para Lavender Town. Eu não tinha outra escolha. Enquanto eu caminhava ao redor da cidade, notei que os líderes de ginásio e os treinadores que batalhei estavam lá. Mas suas peles eram pálidas, quase cinzas. Ao continuar caminhando, eu notei que eles estavam me seguindo. Então passei a user meus tênis. Eles continuavam me seguindo. Durante esse tempo, eu notei que eles eram zumbis. Corri pela cidade à procura de um lugar para entrar, mas todas as portas estavam trancadas, com exceção da casa do Sr. Fuji e da Pokemon Tower. Os zumbis ainda estavam me seguindo.

Corri para casa do Sr. Fuji. Eu sabia que lá estaria seguro. A casa estava completamente vazia, salvo uma mesa com um computador. Por curiosidade, andei até ele e apertei A. Ele dizia: "Há um documento de texto. Deseja ler?". Eu disse "Sim.". O documento dizia: "Algo saiu completamente errado aqui em Kanto. Se alguém estiver lendo isso, corra de Lavender Town agora mesmo." Neste momento, eu estava muito assustado. Então eu sai da casa e corri para a saída mas próxima, mas ela tinha sido bloqueada por uma certa. Então eu corri para as outras saídas, mas elas estavam cercadas também.

Eu não tinha escolha senão ir para a Pokemon Tower. Notei que os zumbis tinham ido embora, então corri para a torre. Mas logo descobri que os zumbis estavam lá e começaram a me perseguir. Corri as escadas até encontrar alguns channelers possuídos. Eles não queriam batalhar, mas bloquearam a escada seguinte. Nessa época eu possuia um Charizard. Os zumbis finalmente haviam me capturado. Um deles se aproximou de mim e uma batalha começou. O zumbi não havia nenhum Pokemon; eu tinha que lutar contra ele. Mandei o Charizard. Eu tentei usar Flame Thrower, mas o resultado foi como em fantasmas em jogos normais. O zumbi mordeu meu Charizard, que desmaiou. Os outros Pokemons que eu tinha eram escravos de HM, então sabia que naquele momento eu estava ferrado. O zumbi foi eliminando todos os Pokemons, e finalmente não restava nenhum.

Em vez de acabar em um Pokemon Center, encontrei-me no último andar da Pokemon Tower cercado por zumbis. Olhei para minha party e não havia nenhum Pokemon. Ao olhar meu cartão de treinador, percebi que eles haviam me infectado - agora eu também sou um zumbi. Saí da torre e não haviam mais portas. Eu viajei de volta para Celadon City, mas ela estava completamente deserta. Depois fui para Saffron City, e ela estava completamente vazia também. Andei até uma placa do lado de fora da Silph Co., ela dizia: "Fora de Negócios". Então eu notei que isso era cerca de 20 anos depois, uma Kanto completamente abandonada. Andei até as casas e haviam placas que diziam "Mudei-me para Ishhu a força". Agora eu percebo que as únicas coisas que vivem em Kanto são zumbis.


Agora outra:

Snow on Mt.Silver(Essa eu recomendo :3):

Spoiler(Clique para mostrar/esconder)
Nois que voa Bruxao!Snow on Mt. Silver

Então, meu irmão e eu meio que crescemos com Pokemon. Muitos garotos fizeram isso por aqui. Isso funcionou perfeitamente para nós, já que, cada vez que uma nova geração saia, um de nós recebia uma versão e um de nós recebia a outra. Visto que nossa mãe gostava de nos estragar um pouco, tínhamos um terceiro jogo. A princípio, isso vai soar como uma história agridoce sobre dois irmãos que crescem com um par de jogos que, eventualmente, irá levá-los para duas estradas diferentes... Bem, é um pouco mais do que isso.

Os anos se passaram e continuamos colecionando. Gameboys ficaram velhos; foram substituídos. Os cartuchos foram jogados fora, pegamos novas cópias. Mas começamos a seguir caminhos completamente diferentes antes de R/S/E sair. Veja bem, meu irmão passou a usar Gameshark. Tínhamos ouvido todos os hacks e cheats que você poderia imaginar, e como fazê-los, mesmo que começássemos o jogo um pouco mais tarde, isso soava legal.

Nosso primeiro cartucho era do meu irmão, uma versão Blue antiga. Nós apenas jogamos com ele um pouco, nada grave. Mas acabamos ferrando com o cartucho. Depois de adicionarmos dois códigos, ele estragou completamente e tornou-se impossível de jogar. Ficamos chateados no começo; meu irmão lamentava pela perda de suas horas de trabalho, e eu compreendia. Eu lhe disse: "Está tudo bem, podemos substituí-lo, eu acho. Gamesharks estúpidos são um desperdício de dinheiro."

Mas, a partir daqui, finalmente nossos caminhos se separaram. Depois da confusão que houve com a versão Blue, eu fiquei contra a ideia de usar hack ou cheat em meus jogos. (O que eu posso dizer? Eu sou uma pintinha, tenho sentimentos com os pequenos bichos de pixel.) Pelo menos com Gameshark. Mas meu irmão havia levado a destruição do seu jogo como um desafio pessoal ou algo assim, não acho que ele já tenha jogado algo sem hackear de alguma forma. Sim, nós jogamos uma *** de Pokemons, cara. Mas para nós não há muito o que fazer; vivemos em um lugar sem muitas crianças, e os agricultores não as querem em suas propriedades. Desta forma, nós jogamos Pokemon no gramado quase todo o dia, todos os dias. É divertido para nós, pelo menos.

Perdemos o Gameshark quando nós mudamos de quarto. Um novo anexo foi construído em nossa casa e ele desapareceu na bagunça da *** que entulhava dentro do novo closet.

R/S/E chegou, e depois de brincarmos algumas vezes, estávamos de acordo que tinha algo faltando nele, em comparação com a última geração. Nós estávamos tentando jogar de forma honesta, e apesar de termos terminado, nos deixou com uma boa e velha nostalgia. Onde estavam os nossos velhos cartuchos G/S/C? Demorou um mês para vasculharmos as caixas, mas finalmente encontramos uma porrada de jogos e aparelhos eletrônicos antigos: meu antigo Game Boy Color roxo ainda funcionada, o vermelho dele não estava com as baterias no lugar. Nossos GBAs estavam bem, as extensões e os cabos de ligação - aqueles com um pequeno conector no meio - estavam embrulhados cuidadosamente para evitar desgastes e serem condenado ao lixo, como nosso antigo cabo.

Nós pegamos tudo o que pudíamos. Foi tão bom ter Yellow (que tinha sido o meu primeiro jogo e o mais caro), Red e Gold de volta.

Logo fomos verificar nossos arquivos antigos, tendo nossas velhas memórias, e percebemos que as coisas das primeiras gerações eram muito nostálgicas para nos livrarmos. Eu recomecei Gold, ele recomeçou Silver. Imediatamente, ele pegou o Gameshark na caixa e colocou-o na parte de trás do GBA. Eu apenas balancei a cabeça para ele. E lembro de ter dito:

- Essa coisa vai matar seu jogo, você sabe.

Ele nunca gostava quando eu pregava sobre o "abuso de pixels". Fechei minha boca depois disso, mas o deixei de lado. Eu achava que apenas uma vez era demais; eu deveria manter meus pensamentos para mim mesma, realmente...

Era dois dias depois do ocorrido. Eu estava na varanda, Game Boy na mão, prestes a ir para o E4, quando percebi que precisava de uma ajudinha. Minha equipe foi mal balanceada graças a minha jogabilidade voltada para lazer, e na época não tinha nenhum grande treinador que eu poderia recorrer a artifícios. Eu sabia que meu irmão tinha dois emblemas na minha frente quando tínhamos verificados um com o outro, então eu esperava que talvez ele me desse um ou dois empurrões.

Agora, a coisa foi que passei as últimas 24 horas na casa de uma amiga. Eu tinha, literalmente, chegado em casa, jogado minha mochila no quarto, e ido para fora com meu GBA para jogar. Eu não tinha ideia do que ele tinha feito. Eu soube que ele tinha feito um jogo novo e... O que imaginei. Era tudo melhor para mim, uma vez que ele não precisaria dos Pokemons e eu tinha uma chance maior. Então me levantei e fui para casa, e quando eu estava atravessando a sala, notei que todos os jogos estavam no chão. Alguns cartuchos estavam destroçados, como se tivessem sido cortados por alguma coisa afiada. Até a antiga versão Blue, há muito tempo morta e sentimental demais para se jogar fora, estava quase dividida no meio, completamente inutilizável - mais ainda se estivesse funcionando.

Fiquei um pouco assustada. Isso deveria ter acontecido esta manhã, caso contrário, nossa mãe teria visto e reclamaria sobre o tapete. Coloquei meu GBA no bolso e fui até o quarto do meu irmão, encontrando a porta destrancada. De alguma forma, isso foi ainda mais preocupante.

Eu encontrei meu irmão sentado na beira da cama. As peças do seu GBA estavam aos seus pés, esmagadas. Ao lado da cama, estava um martelo e a tesoura de jardinagem da nossa mãe. Seu rosto estava mais pálido que eu já havia visto, mais pálido do que da vez que tínhamos ido até a rua, e um cego louco tinha perseguido ele com uma espingarda. Neste momento, notei o gameshark no chão e um cartucho prateado brilhando sobre sua cama. De alguma forma, eles tinham sido poupados da ira do martelo.

- Você está bem? - perguntei. Lembro-me do calafrio que me percorreu. Ele era meu irmão mais novo, vê-lo assim foi horrível.

- Foi horrível, - eu me lembro de sua voz rouca, e a forma como ela soou me fez estremecer. - Oh Deus. Branco por toda parte, depois preto...

Lembro-me de tê-lo abraçado. E eu me lembro, seu braço caiu e foi de encontro ao Game Boy do meu bolso. Ele gritou de repente, bem no meu ouvido, me fazendo pular e morder minha língua por acidente. Ele o arrancou do meu bolso e o atirou na parede. Gritei e fui correndo buscá-lo, esperando não encontrá-lo amassado. A tela estava escura, e embora temesse o pior, quando liguei o interruptor, ele estava normal. Eu esperei lá no canto, tentando fingir que o GBA não importava o suficiente.

O volume estava ligado.

O tema de abertura começou, e ele gritou novamente, pegando o martelo. Dessa vez, eu também gritei, e sai correndo do quarto com o GBA agarrado ao meu corpo, como um escudo.

Ele acabou na ala psique do hospital durante dois dias. Quando fomos visitá-lo, deixei meu GBA em casa. Ninguém conseguia descobrir o que havia deixado seu comportamento estranho. Houve uma conversa que eu não entendia na época, sobre algum tipo de transtorno que ele pode ou não ter tido, mas apesar da minha mãe e eu termos coletado e trazido todos os cartuchos para serem olhados (a ideia foi dela, não minha), ninguém tinha pensado em ligá-lo ao jogo... Talvez essa foi minha culpa. Eu não havia dito uma palavra sobre o que tinha acontecido quando ele, acidentalmente, tocou no meu Game Boy. Ou o terror cego e branco que ele tinha sido atirado quando a música começou.

Em minha última visita ao hospital, antes das aulas, eu fui deixada sozinha no quarto com ele, quanto a minha mãe teve uma conversa privada com o médico sobre as precauções a serem tomadas, caso ocorra novamente. Eu sentei em uma cadeira ao lado da cama, ele estava olhando para o teto. De repente, ele sentou-se, fazendo-me estremecer.

- Hey, - ele me disse - Angie. Vá no meu quarto quando você chegar em casa.

Eu não entendi o que ele quis me dizer, e então lembrei das coisas que não tinhas nas malas... O jogo e os instrumentos de hack debaixo da cama.

- Livre-se deles. Eu não quero tocar neles novamente.

Sua voz estava cansada e desesperada... Ele parecia um velho em seu leito de morte. Meu pobre irmão estava com problemas... Como eu poderia recusar?

- Promete que vai se livrar deles.

- Tudo bem. Eu prometo.

Pela tarde, eu estava saindo da escola. Eu mantive a promessa dele na minha cabeça o dia todo. Eu não sabia disso na época, mas esta seria a última vez que eu poderia desempenhar o papel de irmã mais velha e ajudá-lo. Eu só tinha que chegar em casa e me livrar desse jogo... Mas, do jeito que o dia foi, uma curiosidade doentia começou a passar pela minha cabeça. O que poderia ter acontecido nesse jogo para assustá-lo tanto? Eu estava assustada, eu mesma, mas eu tinha que saber. Eu tinha que fazer.

Cheguei em casa e fui direto para seu quarto, decidindo descobrir que tipo de horror estava esperando por mim. Mamãe tinha limpado o quarto, o cartucho e o gameshartk não estavam mais visíveis. Eu me abaixei e rastejei debaixo da cama, sentindo-me tímida, mas segurando a promessa que fiz. Debaixo da cama havia poeira suficiente para me fazer tossir, legos antigos e vários outros brinquedos que eu não poderia definir apenas esbarrando com meus cotovelos. Mas finalmente vi dois objetos. Eles tinham sido empurrados para o canto, em cima de um caderno que parecia novo demais para estar aqui há muito tempo. Sem pensar, agarrei o canto do papel e arrastei tudo comigo, ainda ofegante da poeira. (Alergia.)

Eles pareciam tão inocentes, brinquedos simples. Quando desvio a atenção para a versão Silver e o gameshark no chão, passei a olhar o caderno de anotações. Nele, foram rabiscados pelo menos vinte códigos diferentes, mas um tinha sido riscado com hidrocor sobre o local onde, inicialmente, tinha sido escrito com caneta. Isto foi confuso. Ele tinha tentado apagá-lo com o marcador, mas ele pressionou com tanta força que a tinta havia molhado a parte de trás. A caneta tem um jeito de furar ao redor, então eu peguei o caderno e inclinei a parte de trás na luz. O reflexo do hidrocor revelou alguns rabiscos que ele tinha escrito. O código era uma bagunça incompreensível de letras e números, e as palavras ao me deixaram ainda mais confusa.

"Easter Egg - Snow on Mt. Silver"

Lembrei-me do que ele tinha dito quando o encontrei... Ele ficou entusiasmado com branco, branco e em seguida, preto... Significaria neve? Mesmo que fosse Agosto e a temperatura continuasse subindo a "90 todos os dias (/nota de tradução: esse número está na escala fahrenheit, seria em torno de 32.2º celsius), um arrepio percorreu minha espinha. Será que me atrevo...?

Peguei tudo, levei para o meu quarto e deitei-me no tapete, ao lado dos meu próprio GBA. Por um longo tempo, eu apenas olhava para ele. Quanto mais eu olhava, mais o rosto do Lugia tornava-se maníaco... Como uma espécie de sorriso torcido, como se estivesse me desafiando a descobrir o que havia acontecido com meu irmão. Eu era uma garota de 14 anos. Será que eu realmente deveria arriscar a sorte e acabar como ele? Eu olhei para o Lugia por mais algum tempo.

Eu tinha que ver.

Retirei o Gold do meu GBA e encaixei o Silver no lugar. Levei quase 15 minutos para recompor e ligá-lo.

Começou a funcionar normalmente. Deixei o som baixo, com medo do que poderia ouvir, e muito curiosa para seguir caminho. A tela do título estava normal, também. Lugia novamente, mas, de alguma forma, estava ameaçador - apesar do meu bom senso me dizer que era exatamente a mesma imagem. Como isso poderia ser ruim? Perguntei a mim mesma. Suas notas diziam Easter Egg. Quer dizer que estava programado no jogo?

O menu veio... Absolutamente normal. Seu personagem era Blake, como dizia o pokedex... Mas o tempo era estranho. 999:99. Eu sabia que ele não poderia ter feito tanto tempo, eu mal tinha registrado 50 horas no meu próprio jogo e estava em E4. E eu estava jogando lentamente. Provavelmente são os hacks ferrando o arquivo, eu pensei. Bom, que seja então... O jogo iniciou, e a primeira coisa que notei foi a tela preta prolongada. Demorou quase um minuto e não mudou nada, e não havia nenhum som. Os cabelos na parte de trás do meu pescoço já estavam de pé, mas já era tarde demais para voltar atrás.

Finalmente, um tipo de mapa veio na tela... Mas parecia estático. O que estava acontecendo? Olhei para baixo e percebi, com uma pontada terrível, que era realmente o mapa Mt. Silver... Mas o que eu achava ser estática era uma pesada tempestade de neve. Esse era o lugar que ele havia salvado seu jogo da última vez. Eu verifiquei sua party... Um time muito normal para alguém que estava usando gameshark: Typhlosion, Feraligatr, Meganium, Pidgeot, Tyranitar, Lugia, todos com nível 100... típico para ele. Algo sobre os sprites parecia... estranho. Eles pareciam irritados, de alguma forma. Suas cores pareciam desbotadas e suas expressões faltavam o vigor de costume. Pareciam faltar pixels ou coisas assim, talvez por causa dos hacks.

O mapa parecia brilhar quando eu fechei o menu. Na verdade, a neve, de alguma forma, parecia cair fortemente; pixels dançavam pela tela tão rápido que foi difícil ver onde o sprite do meu irmão estava. Alguma coisa estava fora dele, também. Quando chequei as informações dele, seu sprite estava como os dos Pokemons; as cores eram sem vida. Na verdade, agora que eu pensava sobre isso, ele quase parecia congelado.

Meu estômago apertou; eu me virei e tentei voltar para baixo da montanha. Quando fui a determinado local, algumas palavras apareceram, e lá estava, finalmente, um som - meu sprite começou a bater numa parede invisível.

"Eu não posso mais voltar atrás."

Isso era... Perturbador. Fui para meu Pokemon e tentei usar a habilidade "Fly" do Pidgeot.

"Eu não posso voar aqui!" obviamente, se referia a neve.

*** isso. Entrei em sua bag. Havia uma corda de escape, e tentei usá-la.

"Eu não posso mais voltar atrás."

O que estava acontecendo? Mais uma vez, tentei caminhar de volta para baixo da montanha, e para meu espanto, as palavras alternavam a cada tentativa.

"Eu não posso fugir."

"Eu não posso voltar para baixo."

"Eu nunca poderei voltar."

Esta última me congelou o coração. Não havia nenhuma maneira de retornar para baixo da montanha. Eu tinha que subir. Virando o sprite um pouco, eu o mudei para frente.

Não havia nada, embora minha velocidade de caminhada estivesse estranhamente lenta. Realmente estranho foi a falta grama, de treinadores, não havia nada além da neve branca, tornando impossível ver qualquer coisa na tela. Como me movi para uma parte mais alta, sua velocidade de caminhada tornou-se ainda mais lenta. A cortina de pixels de estática tornou-se ainda mais espessa, e eu mal podia usar os recursos do mapa. Mas parece que a única forma de mudança é ir em frente mesmo. Eu alcancei um tipo de escadas na extremidade superior da tela. Não lembro disso estar lá antes. Como eu tentei me mover para cima, o sprite pausou.

"Estou com frio".

Eu havia ficado ainda mais arrepiada. Sua velocidade de caminhada se tornou dolorosamente lenta, como se alguma coisa estivesse impedindo. Ao subir a escada... Mais um texto na tela.

"Meganium morreu."

Que **** é essa, pensei. Pokemon não morrem nestes jogos. Ao verificar minha party, e fiquei assustada e confusa com o que vi.

O sprite de Meganium tinha sido substituído por um X vermelho. Os outros Pokemons ostentavam diferentes graus de dano, embora eu não tivesse lutado. Eu fui na minha bag e encontrei um único Reviver, e tentei usá-lo.

"É tarde demais", disse. Que tipo de Easter Egg é esse?

Não havia mais o que fazer... Ao tentar dar a volta, as mensagens de antes voltaram. Então eu continuei andando para frente.

"Pidgeot morreu."

Eu verifiquei novamente... Com certeza, lá estava o pequeno X vermelho. Dessa vez eu selecionei ele, olhando para o Pokemon em si, tentando descobrir o que estava errado... Eu não deveria ter feito isso. O sprite foi mutilado; pedaços dele estavam ausentes. O que restou foi uma mancha azul-acinzentada, e seus olhos estavam num preto sólido. Ao verificar Meganium, estava do mesmo jeito; faltando uma perna, um pedaço do seu pescoço, a maioria de sua cabeça e os olhos pretos, mortos.

A curiosidade mórbida me pedia para seguir em frente. Durante o tempo que caminhei, a estrada permanecia reta. Ao longo do caminho, de vez em quando, um outro Pokemon da parte "morria" e, ao analisar seu sprite, ele se mostrava na mesma condição que os outros. O que me restava era o Typhlosion. Em frente havia outra escada. Ao subí-la, me preparava para o horror que me esperava.

Eu bati o cume.

Ele estava deserto - Red estava longe de ser encontrado.

A neve parou de cair.

O centro do mapa era de algo fora da neve. Parecia uma pokebola. Ok, talvez esse horror todo fosse parte do clímax; a batalha final estava ali. Se eu a pegasse, talvez Red iria sair do esconderijo. Eu andei mais um pouco, examinando, e houve uma explosão de ruídos estáticos que me fez pular.

O que apareceu na tela foi uma animação de batalha. O sprite do meu treinador, a pele tingida de azul... Contra outro Pokemon desconfigurado.

Era Celebi.

No centro do um buraco negro que parecia seu olho, um único ponto vermelho queimava como uma brasa. Parecia algo podre. Eu nem tinha movido meu Typhlosion para fora.

"Celebi usou Perish Song".

Um grito saiu do meu GBA, e eu quase o deixei cair enquanto a tela ficava branca. Uma parte de mim ficou aliviada, pensando que, se meu Pokemon final foi KO, eu seria transportada para um Centro Pokemon... Mas eu estava errada. Meu sprite reapareceu num tipo de caverna; estava agora dentro da montanha? Eu verifiquei meu cartão de treinador e me senti mal. O sprite havia sido atacado, como um Pokemon, e agora estava sem uma perna. Um único olho restante, escuro como a noite e um olhar tão triste, com lágrimas no canto... E todas as cores dele haviam sido substituídas por aqueles tons de gelados de azul e cinza. Cada stat no cartão foi reduzido a 0, com exceção do tempo, que continuava 999:99.

Eu rapidamente voltei ao mapa. Seu sprite imitava o horror que estava em seu cartão de treinador; peças estavam em falta, tudo estava descolorido. Eu tentei andar, mas no começo recebi uma mensagem.

"É tão frio."

Havia apenas uma direção para ir: para cima. Eu segui em frente, e de vez em quando era interrompida por mensagens que faziam meu coração afundar mais e mais.

"Mãe..."

"É tão frio..."

"Eu não posso continuar..."

Quanto mais eu andava, mais tornava-se escuro, até que tudo estava completamente preto.

Havia uma saída lá, marcada apenas por um contorno branco. Eu não tinha escolha senão atravessá-la.

Era um tipo de quarto, também branco sólido... A única maneira de distinguir as paredes era por uma linha cinza e fina que marcava como separado do chão. Contra a parede oposta, havia um outro objeto. O sprite de Red. Intacto. Eu tinha chegado tão longe, eu precisava acabar com isso. Eu andei até ele e pressionei A.

"..."

Uma batalha começou.

O sprite de Red não tinha nenhuma das minhas deformidades. Suas cores também eram azuis e cinzas, mas ele estava intacto. Ele apenas olhou... Extremamente triste. Seu primeiro Pokemon saiu; Venusaur. Era exatamente como deveria ser, mas no nível 0, com pouca saúde. Mandei Typlosion, que tinha apenas 6 pontos de vida. Não houve nenhum tipo de som quando eles foram trazidos para a batalha.

"Venusaur usou Struggle!"

Não houve animação, apenas um único ponto de dano causado a Typhlosion e, em seguida, o sprite adversário caiu.

"Venusaur morreu!"

Não houve nenhum texto me pedindo para mudar. Em vez disso, era o que considerei um diálogo de Red.

"..."

Seu próximo Pokemon foi Blastoise, ainda mais desconfigurado que tinha sido Venusaur. Ele também lutou e morreu. Após cada rodada, havia um sinistro "..." do treinador. Cada sprite aparecia mais desconfigurado que o anterior; seu Espeon mal parecia um Pokemon. Eu percebi que ele os mandava fora de ordem, e que salvou um Pokemon para último...

Um Pikachu foi chamado, e ele era grotesco. Também era descolorido, como se estivesse congelado. Estava faltando uma orelha, metade do seu corpo e a cauda; a cabeça estava intacta na maior parte, mas seus olhos eram muito maiores que o normal, e olhava para mim como janelas para o inferno. Mas o que me deixava mais desconfortável era o sorriso gigante que se estendia até as bordas de sua cabeça. Minhas mãos tremiam. Eu não tive a oportunidade de atacar.

"Pikachu usou Pain Split."

"Pikachu morreu! Typhlosion morreu! "

Algo cortou a imagem do sprite do Red, e agora ele parecia como o meu. Seu corpo estava tão massacrado que parecia um cadáver despojado. Tinha os mesmos olhos desalmados do Pikachu.

Eu finalmente entendi o que aconteceu. Eles foram mortos. Eles foram mortos, e este subnível da montanha era como o inferno.

Red finalmente falou.

"Acabou."

A tela piscava em preto e branco durante algum tempo.

"Usado Destiny Bond!"

Um horrível gritou ecoou do meu GBA. A tela ficou branca e gritando para mim, eu o joguei no chão e apertei minhas costas contra a cama. O barulho horrível continuou por bastante tempo, enquanto a tela ficava branca.

Então escureceu.

Então houve um silêncio.

Levei alguns minutos, mas finalmente me levantei. Peguei o gameshark e o caderno de anotações. Tomei essa droga de jogo possuído. Peguei todos tudo e fui levá-los até o lixo, como já havíamos estabelecido ao coletor levá-lo pela manhã. No final da longa e enrolada calçada... Joguei dentro. Quando voltei para casa, eu não sei o que me fez fazer isto, mas eu peguei a versão Yellow e inseri no meu Game Boy. Acho que parte mim queria se certificar que não tinha sido contaminada também.

A música começou. O jogo iniciado. Virei-me para meu Pikachu e pressionei A. Seu rosto feliz cumprimentou-me com um grande sorriso, pixelizado. Um sorriso agradável e normal. Retirei o jogo, e passei a próxima hora chorando no chão. Meu irmão e eu nunca jogamos Pokemon juntos novamente - ele desistiu de vez. Eu continuei a repetir meu conforto: jogos sem hack.

Naquele inverno, a neve caía espessa.


Logo logo posto mais :3

Naruto Maker

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Re: Entrando no clima, CreepyPasta!
« Resposta #22 em: 28 de Outubro de 2010, 17:03:13 »
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Pooxa, tem histórias aqui que gostei pakas *-*
Belo tópico! \o/
"Não nasci sabendo, assim como os pássaros não nascem voando. A cada passo dou uma batida de asa... Quem sabe um dia não saio voando?!" - Naruto Maker

Sky17

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Re: Entrando no clima, CreepyPasta!
« Resposta #23 em: 28 de Outubro de 2010, 17:35:40 »
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Kanto's Apocalypse(Eu, sem zueira, achei tosca, mais não deixa de ser um creepy ._.)[/color]
Spoiler(Clique para mostrar/esconder)
Gogo Creepys!Kanto's Apocalypse
Um dia eu decidi jogar por Kanto novamente. Infelizmente, eu não possuia as versões Red, Blue, Yellow, Fire Red ou Leaf Green. Mas eu possuia um Game Boy Advance SP. Como não há gameshops ou qualquer coisa do gênero onde moro, minha única opção foi olhar numa loja local. Felizmente, eles possuiam Leaf Green.

Comprei-o e, logo que cheguei em casa, o coloquei no meu Game Boy e comecei a jogar. Ele não tinha arquivo salvo, então eu tive que começar um novo jogo. Tudo estava normal até eu batalhar com meu rival. Quando o derrotei, tudo o que ele disse foi "...". Em seguida, voltou para o jogo normal. Mais uma vez ele disse "..."; a tela piscou preta por um instante e ele desapareceu, como quando você o derrota em Gold, Silver e Crystal.

Finalmente cheguei em Pewter City, onde poderia batalhar contra Brock - o primeiro líder de ginásio. Depois que o derrotei, a mesma coisa aconteceu com ele. Então, um ponto de interrogação apareceu em cima do meu personagem. Em seguida, uma caixa de texto apareceu, dizendo: "Encontrei Boulder Badge e TM no chão. Red (como chamei meu personagem) obteve Bouldger Badge e TM!". Então continuei até a próxima rota.

A coisa que mencionei acontecer com Brock estava acontecendo com os treinadores também. Eu só pegava o seu dinheiro. Enquanto eu caminhava pela rota, um velho veio até mim e disse: "Não importa o que aconteça, nunca vá para Lavender Town. Ouvi dizer que fantasmas estão possuindo alguns residentes e visitantes de lá!". Então ele saiu correndo.

Depois disso, me dirigi para o Mt. Moon e me aventurei por lá, até encontrar Rocket. Pelo menos era isso que eu pensava. Quando batalhei com ele, sua pele parecida muito pálida, e ao invés do "R" em seu uniforme, estava escrito "Z". "O que isso significava?", eu pensava. Realmente, isso me assustou um pouco. Finalmente cheguei ao super nerd. Eu o derrotei, mas não haviam fósseis em frente. Então eu continuei, até finalmente chegar a saída.

Eu estava em Cerulean City, onde poderia batalhar com Misty. Ao batalhar com ela, depois de tê-la derrotado, ela disse: "Eu já tive derrotas o suficiente!". Então, com raiva, ela pulou na água. Eu nunca mais a vi. Acho que ela se afogou, ou algo assim. Felizmente, a insígnia e o TM estavam na plataforma perto de mim; peguei-os e saí do ginásio.

Decidi ir para a casa de Bill depois disto. Não havia treinadores na Nugget Bridge e na rota depois dela, o que achei meio estranho. Mesmo assim, fui na casa de Bill. Eu o vi deitado no chão, como um homem velho em Veiridian City. Eu andei até ele e apertei A. Uma caixa de texto apareceu, dizendo: "Ele não está respirando. Verificar os batimentos cardíacos?". Eu disse "Sim". "Não há nenhum batimento cardíaco. Ele deve estar morto.". Então eu fui para fora e continuei indo para a direita, Vermilion City.

Quando cheguei em Vermilion City, o S.S. Anne não estava no porto. Não havia marinheiros também. Também notei que não precisava usar Cut para chegar ao ginásio. Eu entrei e, para minha surpresa, não havia treinadores ou portão elétrico. Só havia o Lt. Surge no meio do ginásio. Eu batalhei com ele e o derrotei. Mas, depois da batalha, ele chamou um Electrode e sentou-se nele. Ele disse: "Eu não aguento mais isso! A vida é horrível! Electrode, use Self Destruct!" E ele o fez, matando o Lt. Surge. A insígnia estava no chão, mas eu não quis pegá-la.

Fui para o Rock Tunnel e mal podia esperar para sair. Quando consegui sair, fui direto para Lavender Town. Eu não tinha outra escolha. Enquanto eu caminhava ao redor da cidade, notei que os líderes de ginásio e os treinadores que batalhei estavam lá. Mas suas peles eram pálidas, quase cinzas. Ao continuar caminhando, eu notei que eles estavam me seguindo. Então passei a user meus tênis. Eles continuavam me seguindo. Durante esse tempo, eu notei que eles eram zumbis. Corri pela cidade à procura de um lugar para entrar, mas todas as portas estavam trancadas, com exceção da casa do Sr. Fuji e da Pokemon Tower. Os zumbis ainda estavam me seguindo.

Corri para casa do Sr. Fuji. Eu sabia que lá estaria seguro. A casa estava completamente vazia, salvo uma mesa com um computador. Por curiosidade, andei até ele e apertei A. Ele dizia: "Há um documento de texto. Deseja ler?". Eu disse "Sim.". O documento dizia: "Algo saiu completamente errado aqui em Kanto. Se alguém estiver lendo isso, corra de Lavender Town agora mesmo." Neste momento, eu estava muito assustado. Então eu sai da casa e corri para a saída mas próxima, mas ela tinha sido bloqueada por uma certa. Então eu corri para as outras saídas, mas elas estavam cercadas também.

Eu não tinha escolha senão ir para a Pokemon Tower. Notei que os zumbis tinham ido embora, então corri para a torre. Mas logo descobri que os zumbis estavam lá e começaram a me perseguir. Corri as escadas até encontrar alguns channelers possuídos. Eles não queriam batalhar, mas bloquearam a escada seguinte. Nessa época eu possuia um Charizard. Os zumbis finalmente haviam me capturado. Um deles se aproximou de mim e uma batalha começou. O zumbi não havia nenhum Pokemon; eu tinha que lutar contra ele. Mandei o Charizard. Eu tentei usar Flame Thrower, mas o resultado foi como em fantasmas em jogos normais. O zumbi mordeu meu Charizard, que desmaiou. Os outros Pokemons que eu tinha eram escravos de HM, então sabia que naquele momento eu estava ferrado. O zumbi foi eliminando todos os Pokemons, e finalmente não restava nenhum.

Em vez de acabar em um Pokemon Center, encontrei-me no último andar da Pokemon Tower cercado por zumbis. Olhei para minha party e não havia nenhum Pokemon. Ao olhar meu cartão de treinador, percebi que eles haviam me infectado - agora eu também sou um zumbi. Saí da torre e não haviam mais portas. Eu viajei de volta para Celadon City, mas ela estava completamente deserta. Depois fui para Saffron City, e ela estava completamente vazia também. Andei até uma placa do lado de fora da Silph Co., ela dizia: "Fora de Negócios". Então eu notei que isso era cerca de 20 anos depois, uma Kanto completamente abandonada. Andei até as casas e haviam placas que diziam "Mudei-me para Ishhu a força". Agora eu percebo que as únicas coisas que vivem em Kanto são zumbis.

Snow on Mt.Silver(Essa eu recomendo :3):[/b][/color]
Spoiler(Clique para mostrar/esconder)
Nois que voa Bruxao!Snow on Mt. Silver

Então, meu irmão e eu meio que crescemos com Pokemon. Muitos garotos fizeram isso por aqui. Isso funcionou perfeitamente para nós, já que, cada vez que uma nova geração saia, um de nós recebia uma versão e um de nós recebia a outra. Visto que nossa mãe gostava de nos estragar um pouco, tínhamos um terceiro jogo. A princípio, isso vai soar como uma história agridoce sobre dois irmãos que crescem com um par de jogos que, eventualmente, irá levá-los para duas estradas diferentes... Bem, é um pouco mais do que isso.

Os anos se passaram e continuamos colecionando. Gameboys ficaram velhos; foram substituídos. Os cartuchos foram jogados fora, pegamos novas cópias. Mas começamos a seguir caminhos completamente diferentes antes de R/S/E sair. Veja bem, meu irmão passou a usar Gameshark. Tínhamos ouvido todos os hacks e cheats que você poderia imaginar, e como fazê-los, mesmo que começássemos o jogo um pouco mais tarde, isso soava legal.

Nosso primeiro cartucho era do meu irmão, uma versão Blue antiga. Nós apenas jogamos com ele um pouco, nada grave. Mas acabamos ferrando com o cartucho. Depois de adicionarmos dois códigos, ele estragou completamente e tornou-se impossível de jogar. Ficamos chateados no começo; meu irmão lamentava pela perda de suas horas de trabalho, e eu compreendia. Eu lhe disse: "Está tudo bem, podemos substituí-lo, eu acho. Gamesharks estúpidos são um desperdício de dinheiro."

Mas, a partir daqui, finalmente nossos caminhos se separaram. Depois da confusão que houve com a versão Blue, eu fiquei contra a ideia de usar hack ou cheat em meus jogos. (O que eu posso dizer? Eu sou uma pintinha, tenho sentimentos com os pequenos bichos de pixel.) Pelo menos com Gameshark. Mas meu irmão havia levado a destruição do seu jogo como um desafio pessoal ou algo assim, não acho que ele já tenha jogado algo sem hackear de alguma forma. Sim, nós jogamos uma *** de Pokemons, cara. Mas para nós não há muito o que fazer; vivemos em um lugar sem muitas crianças, e os agricultores não as querem em suas propriedades. Desta forma, nós jogamos Pokemon no gramado quase todo o dia, todos os dias. É divertido para nós, pelo menos.

Perdemos o Gameshark quando nós mudamos de quarto. Um novo anexo foi construído em nossa casa e ele desapareceu na bagunça da *** que entulhava dentro do novo closet.

R/S/E chegou, e depois de brincarmos algumas vezes, estávamos de acordo que tinha algo faltando nele, em comparação com a última geração. Nós estávamos tentando jogar de forma honesta, e apesar de termos terminado, nos deixou com uma boa e velha nostalgia. Onde estavam os nossos velhos cartuchos G/S/C? Demorou um mês para vasculharmos as caixas, mas finalmente encontramos uma porrada de jogos e aparelhos eletrônicos antigos: meu antigo Game Boy Color roxo ainda funcionada, o vermelho dele não estava com as baterias no lugar. Nossos GBAs estavam bem, as extensões e os cabos de ligação - aqueles com um pequeno conector no meio - estavam embrulhados cuidadosamente para evitar desgastes e serem condenado ao lixo, como nosso antigo cabo.

Nós pegamos tudo o que pudíamos. Foi tão bom ter Yellow (que tinha sido o meu primeiro jogo e o mais caro), Red e Gold de volta.

Logo fomos verificar nossos arquivos antigos, tendo nossas velhas memórias, e percebemos que as coisas das primeiras gerações eram muito nostálgicas para nos livrarmos. Eu recomecei Gold, ele recomeçou Silver. Imediatamente, ele pegou o Gameshark na caixa e colocou-o na parte de trás do GBA. Eu apenas balancei a cabeça para ele. E lembro de ter dito:

- Essa coisa vai matar seu jogo, você sabe.

Ele nunca gostava quando eu pregava sobre o "abuso de pixels". Fechei minha boca depois disso, mas o deixei de lado. Eu achava que apenas uma vez era demais; eu deveria manter meus pensamentos para mim mesma, realmente...

Era dois dias depois do ocorrido. Eu estava na varanda, Game Boy na mão, prestes a ir para o E4, quando percebi que precisava de uma ajudinha. Minha equipe foi mal balanceada graças a minha jogabilidade voltada para lazer, e na época não tinha nenhum grande treinador que eu poderia recorrer a artifícios. Eu sabia que meu irmão tinha dois emblemas na minha frente quando tínhamos verificados um com o outro, então eu esperava que talvez ele me desse um ou dois empurrões.

Agora, a coisa foi que passei as últimas 24 horas na casa de uma amiga. Eu tinha, literalmente, chegado em casa, jogado minha mochila no quarto, e ido para fora com meu GBA para jogar. Eu não tinha ideia do que ele tinha feito. Eu soube que ele tinha feito um jogo novo e... O que imaginei. Era tudo melhor para mim, uma vez que ele não precisaria dos Pokemons e eu tinha uma chance maior. Então me levantei e fui para casa, e quando eu estava atravessando a sala, notei que todos os jogos estavam no chão. Alguns cartuchos estavam destroçados, como se tivessem sido cortados por alguma coisa afiada. Até a antiga versão Blue, há muito tempo morta e sentimental demais para se jogar fora, estava quase dividida no meio, completamente inutilizável - mais ainda se estivesse funcionando.

Fiquei um pouco assustada. Isso deveria ter acontecido esta manhã, caso contrário, nossa mãe teria visto e reclamaria sobre o tapete. Coloquei meu GBA no bolso e fui até o quarto do meu irmão, encontrando a porta destrancada. De alguma forma, isso foi ainda mais preocupante.

Eu encontrei meu irmão sentado na beira da cama. As peças do seu GBA estavam aos seus pés, esmagadas. Ao lado da cama, estava um martelo e a tesoura de jardinagem da nossa mãe. Seu rosto estava mais pálido que eu já havia visto, mais pálido do que da vez que tínhamos ido até a rua, e um cego louco tinha perseguido ele com uma espingarda. Neste momento, notei o gameshark no chão e um cartucho prateado brilhando sobre sua cama. De alguma forma, eles tinham sido poupados da ira do martelo.

- Você está bem? - perguntei. Lembro-me do calafrio que me percorreu. Ele era meu irmão mais novo, vê-lo assim foi horrível.

- Foi horrível, - eu me lembro de sua voz rouca, e a forma como ela soou me fez estremecer. - Oh Deus. Branco por toda parte, depois preto...

Lembro-me de tê-lo abraçado. E eu me lembro, seu braço caiu e foi de encontro ao Game Boy do meu bolso. Ele gritou de repente, bem no meu ouvido, me fazendo pular e morder minha língua por acidente. Ele o arrancou do meu bolso e o atirou na parede. Gritei e fui correndo buscá-lo, esperando não encontrá-lo amassado. A tela estava escura, e embora temesse o pior, quando liguei o interruptor, ele estava normal. Eu esperei lá no canto, tentando fingir que o GBA não importava o suficiente.

O volume estava ligado.

O tema de abertura começou, e ele gritou novamente, pegando o martelo. Dessa vez, eu também gritei, e sai correndo do quarto com o GBA agarrado ao meu corpo, como um escudo.

Ele acabou na ala psique do hospital durante dois dias. Quando fomos visitá-lo, deixei meu GBA em casa. Ninguém conseguia descobrir o que havia deixado seu comportamento estranho. Houve uma conversa que eu não entendia na época, sobre algum tipo de transtorno que ele pode ou não ter tido, mas apesar da minha mãe e eu termos coletado e trazido todos os cartuchos para serem olhados (a ideia foi dela, não minha), ninguém tinha pensado em ligá-lo ao jogo... Talvez essa foi minha culpa. Eu não havia dito uma palavra sobre o que tinha acontecido quando ele, acidentalmente, tocou no meu Game Boy. Ou o terror cego e branco que ele tinha sido atirado quando a música começou.

Em minha última visita ao hospital, antes das aulas, eu fui deixada sozinha no quarto com ele, quanto a minha mãe teve uma conversa privada com o médico sobre as precauções a serem tomadas, caso ocorra novamente. Eu sentei em uma cadeira ao lado da cama, ele estava olhando para o teto. De repente, ele sentou-se, fazendo-me estremecer.

- Hey, - ele me disse - Angie. Vá no meu quarto quando você chegar em casa.

Eu não entendi o que ele quis me dizer, e então lembrei das coisas que não tinhas nas malas... O jogo e os instrumentos de hack debaixo da cama.

- Livre-se deles. Eu não quero tocar neles novamente.

Sua voz estava cansada e desesperada... Ele parecia um velho em seu leito de morte. Meu pobre irmão estava com problemas... Como eu poderia recusar?

- Promete que vai se livrar deles.

- Tudo bem. Eu prometo.

Pela tarde, eu estava saindo da escola. Eu mantive a promessa dele na minha cabeça o dia todo. Eu não sabia disso na época, mas esta seria a última vez que eu poderia desempenhar o papel de irmã mais velha e ajudá-lo. Eu só tinha que chegar em casa e me livrar desse jogo... Mas, do jeito que o dia foi, uma curiosidade doentia começou a passar pela minha cabeça. O que poderia ter acontecido nesse jogo para assustá-lo tanto? Eu estava assustada, eu mesma, mas eu tinha que saber. Eu tinha que fazer.

Cheguei em casa e fui direto para seu quarto, decidindo descobrir que tipo de horror estava esperando por mim. Mamãe tinha limpado o quarto, o cartucho e o gameshartk não estavam mais visíveis. Eu me abaixei e rastejei debaixo da cama, sentindo-me tímida, mas segurando a promessa que fiz. Debaixo da cama havia poeira suficiente para me fazer tossir, legos antigos e vários outros brinquedos que eu não poderia definir apenas esbarrando com meus cotovelos. Mas finalmente vi dois objetos. Eles tinham sido empurrados para o canto, em cima de um caderno que parecia novo demais para estar aqui há muito tempo. Sem pensar, agarrei o canto do papel e arrastei tudo comigo, ainda ofegante da poeira. (Alergia.)

Eles pareciam tão inocentes, brinquedos simples. Quando desvio a atenção para a versão Silver e o gameshark no chão, passei a olhar o caderno de anotações. Nele, foram rabiscados pelo menos vinte códigos diferentes, mas um tinha sido riscado com hidrocor sobre o local onde, inicialmente, tinha sido escrito com caneta. Isto foi confuso. Ele tinha tentado apagá-lo com o marcador, mas ele pressionou com tanta força que a tinta havia molhado a parte de trás. A caneta tem um jeito de furar ao redor, então eu peguei o caderno e inclinei a parte de trás na luz. O reflexo do hidrocor revelou alguns rabiscos que ele tinha escrito. O código era uma bagunça incompreensível de letras e números, e as palavras ao me deixaram ainda mais confusa.

"Easter Egg - Snow on Mt. Silver"

Lembrei-me do que ele tinha dito quando o encontrei... Ele ficou entusiasmado com branco, branco e em seguida, preto... Significaria neve? Mesmo que fosse Agosto e a temperatura continuasse subindo a "90 todos os dias (/nota de tradução: esse número está na escala fahrenheit, seria em torno de 32.2º celsius), um arrepio percorreu minha espinha. Será que me atrevo...?

Peguei tudo, levei para o meu quarto e deitei-me no tapete, ao lado dos meu próprio GBA. Por um longo tempo, eu apenas olhava para ele. Quanto mais eu olhava, mais o rosto do Lugia tornava-se maníaco... Como uma espécie de sorriso torcido, como se estivesse me desafiando a descobrir o que havia acontecido com meu irmão. Eu era uma garota de 14 anos. Será que eu realmente deveria arriscar a sorte e acabar como ele? Eu olhei para o Lugia por mais algum tempo.

Eu tinha que ver.

Retirei o Gold do meu GBA e encaixei o Silver no lugar. Levei quase 15 minutos para recompor e ligá-lo.

Começou a funcionar normalmente. Deixei o som baixo, com medo do que poderia ouvir, e muito curiosa para seguir caminho. A tela do título estava normal, também. Lugia novamente, mas, de alguma forma, estava ameaçador - apesar do meu bom senso me dizer que era exatamente a mesma imagem. Como isso poderia ser ruim? Perguntei a mim mesma. Suas notas diziam Easter Egg. Quer dizer que estava programado no jogo?

O menu veio... Absolutamente normal. Seu personagem era Blake, como dizia o pokedex... Mas o tempo era estranho. 999:99. Eu sabia que ele não poderia ter feito tanto tempo, eu mal tinha registrado 50 horas no meu próprio jogo e estava em E4. E eu estava jogando lentamente. Provavelmente são os hacks ferrando o arquivo, eu pensei. Bom, que seja então... O jogo iniciou, e a primeira coisa que notei foi a tela preta prolongada. Demorou quase um minuto e não mudou nada, e não havia nenhum som. Os cabelos na parte de trás do meu pescoço já estavam de pé, mas já era tarde demais para voltar atrás.

Finalmente, um tipo de mapa veio na tela... Mas parecia estático. O que estava acontecendo? Olhei para baixo e percebi, com uma pontada terrível, que era realmente o mapa Mt. Silver... Mas o que eu achava ser estática era uma pesada tempestade de neve. Esse era o lugar que ele havia salvado seu jogo da última vez. Eu verifiquei sua party... Um time muito normal para alguém que estava usando gameshark: Typhlosion, Feraligatr, Meganium, Pidgeot, Tyranitar, Lugia, todos com nível 100... típico para ele. Algo sobre os sprites parecia... estranho. Eles pareciam irritados, de alguma forma. Suas cores pareciam desbotadas e suas expressões faltavam o vigor de costume. Pareciam faltar pixels ou coisas assim, talvez por causa dos hacks.

O mapa parecia brilhar quando eu fechei o menu. Na verdade, a neve, de alguma forma, parecia cair fortemente; pixels dançavam pela tela tão rápido que foi difícil ver onde o sprite do meu irmão estava. Alguma coisa estava fora dele, também. Quando chequei as informações dele, seu sprite estava como os dos Pokemons; as cores eram sem vida. Na verdade, agora que eu pensava sobre isso, ele quase parecia congelado.

Meu estômago apertou; eu me virei e tentei voltar para baixo da montanha. Quando fui a determinado local, algumas palavras apareceram, e lá estava, finalmente, um som - meu sprite começou a bater numa parede invisível.

"Eu não posso mais voltar atrás."

Isso era... Perturbador. Fui para meu Pokemon e tentei usar a habilidade "Fly" do Pidgeot.

"Eu não posso voar aqui!" obviamente, se referia a neve.

*** isso. Entrei em sua bag. Havia uma corda de escape, e tentei usá-la.

"Eu não posso mais voltar atrás."

O que estava acontecendo? Mais uma vez, tentei caminhar de volta para baixo da montanha, e para meu espanto, as palavras alternavam a cada tentativa.

"Eu não posso fugir."

"Eu não posso voltar para baixo."

"Eu nunca poderei voltar."

Esta última me congelou o coração. Não havia nenhuma maneira de retornar para baixo da montanha. Eu tinha que subir. Virando o sprite um pouco, eu o mudei para frente.

Não havia nada, embora minha velocidade de caminhada estivesse estranhamente lenta. Realmente estranho foi a falta grama, de treinadores, não havia nada além da neve branca, tornando impossível ver qualquer coisa na tela. Como me movi para uma parte mais alta, sua velocidade de caminhada tornou-se ainda mais lenta. A cortina de pixels de estática tornou-se ainda mais espessa, e eu mal podia usar os recursos do mapa. Mas parece que a única forma de mudança é ir em frente mesmo. Eu alcancei um tipo de escadas na extremidade superior da tela. Não lembro disso estar lá antes. Como eu tentei me mover para cima, o sprite pausou.

"Estou com frio".

Eu havia ficado ainda mais arrepiada. Sua velocidade de caminhada se tornou dolorosamente lenta, como se alguma coisa estivesse impedindo. Ao subir a escada... Mais um texto na tela.

"Meganium morreu."

Que **** é essa, pensei. Pokemon não morrem nestes jogos. Ao verificar minha party, e fiquei assustada e confusa com o que vi.

O sprite de Meganium tinha sido substituído por um X vermelho. Os outros Pokemons ostentavam diferentes graus de dano, embora eu não tivesse lutado. Eu fui na minha bag e encontrei um único Reviver, e tentei usá-lo.

"É tarde demais", disse. Que tipo de Easter Egg é esse?

Não havia mais o que fazer... Ao tentar dar a volta, as mensagens de antes voltaram. Então eu continuei andando para frente.

"Pidgeot morreu."

Eu verifiquei novamente... Com certeza, lá estava o pequeno X vermelho. Dessa vez eu selecionei ele, olhando para o Pokemon em si, tentando descobrir o que estava errado... Eu não deveria ter feito isso. O sprite foi mutilado; pedaços dele estavam ausentes. O que restou foi uma mancha azul-acinzentada, e seus olhos estavam num preto sólido. Ao verificar Meganium, estava do mesmo jeito; faltando uma perna, um pedaço do seu pescoço, a maioria de sua cabeça e os olhos pretos, mortos.

A curiosidade mórbida me pedia para seguir em frente. Durante o tempo que caminhei, a estrada permanecia reta. Ao longo do caminho, de vez em quando, um outro Pokemon da parte "morria" e, ao analisar seu sprite, ele se mostrava na mesma condição que os outros. O que me restava era o Typhlosion. Em frente havia outra escada. Ao subí-la, me preparava para o horror que me esperava.

Eu bati o cume.

Ele estava deserto - Red estava longe de ser encontrado.

A neve parou de cair.

O centro do mapa era de algo fora da neve. Parecia uma pokebola. Ok, talvez esse horror todo fosse parte do clímax; a batalha final estava ali. Se eu a pegasse, talvez Red iria sair do esconderijo. Eu andei mais um pouco, examinando, e houve uma explosão de ruídos estáticos que me fez pular.

O que apareceu na tela foi uma animação de batalha. O sprite do meu treinador, a pele tingida de azul... Contra outro Pokemon desconfigurado.

Era Celebi.

No centro do um buraco negro que parecia seu olho, um único ponto vermelho queimava como uma brasa. Parecia algo podre. Eu nem tinha movido meu Typhlosion para fora.

"Celebi usou Perish Song".

Um grito saiu do meu GBA, e eu quase o deixei cair enquanto a tela ficava branca. Uma parte de mim ficou aliviada, pensando que, se meu Pokemon final foi KO, eu seria transportada para um Centro Pokemon... Mas eu estava errada. Meu sprite reapareceu num tipo de caverna; estava agora dentro da montanha? Eu verifiquei meu cartão de treinador e me senti mal. O sprite havia sido atacado, como um Pokemon, e agora estava sem uma perna. Um único olho restante, escuro como a noite e um olhar tão triste, com lágrimas no canto... E todas as cores dele haviam sido substituídas por aqueles tons de gelados de azul e cinza. Cada stat no cartão foi reduzido a 0, com exceção do tempo, que continuava 999:99.

Eu rapidamente voltei ao mapa. Seu sprite imitava o horror que estava em seu cartão de treinador; peças estavam em falta, tudo estava descolorido. Eu tentei andar, mas no começo recebi uma mensagem.

"É tão frio."

Havia apenas uma direção para ir: para cima. Eu segui em frente, e de vez em quando era interrompida por mensagens que faziam meu coração afundar mais e mais.

"Mãe..."

"É tão frio..."

"Eu não posso continuar..."

Quanto mais eu andava, mais tornava-se escuro, até que tudo estava completamente preto.

Havia uma saída lá, marcada apenas por um contorno branco. Eu não tinha escolha senão atravessá-la.

Era um tipo de quarto, também branco sólido... A única maneira de distinguir as paredes era por uma linha cinza e fina que marcava como separado do chão. Contra a parede oposta, havia um outro objeto. O sprite de Red. Intacto. Eu tinha chegado tão longe, eu precisava acabar com isso. Eu andei até ele e pressionei A.

"..."

Uma batalha começou.

O sprite de Red não tinha nenhuma das minhas deformidades. Suas cores também eram azuis e cinzas, mas ele estava intacto. Ele apenas olhou... Extremamente triste. Seu primeiro Pokemon saiu; Venusaur. Era exatamente como deveria ser, mas no nível 0, com pouca saúde. Mandei Typlosion, que tinha apenas 6 pontos de vida. Não houve nenhum tipo de som quando eles foram trazidos para a batalha.

"Venusaur usou Struggle!"

Não houve animação, apenas um único ponto de dano causado a Typhlosion e, em seguida, o sprite adversário caiu.

"Venusaur morreu!"

Não houve nenhum texto me pedindo para mudar. Em vez disso, era o que considerei um diálogo de Red.

"..."

Seu próximo Pokemon foi Blastoise, ainda mais desconfigurado que tinha sido Venusaur. Ele também lutou e morreu. Após cada rodada, havia um sinistro "..." do treinador. Cada sprite aparecia mais desconfigurado que o anterior; seu Espeon mal parecia um Pokemon. Eu percebi que ele os mandava fora de ordem, e que salvou um Pokemon para último...

Um Pikachu foi chamado, e ele era grotesco. Também era descolorido, como se estivesse congelado. Estava faltando uma orelha, metade do seu corpo e a cauda; a cabeça estava intacta na maior parte, mas seus olhos eram muito maiores que o normal, e olhava para mim como janelas para o inferno. Mas o que me deixava mais desconfortável era o sorriso gigante que se estendia até as bordas de sua cabeça. Minhas mãos tremiam. Eu não tive a oportunidade de atacar.

"Pikachu usou Pain Split."

"Pikachu morreu! Typhlosion morreu! "

Algo cortou a imagem do sprite do Red, e agora ele parecia como o meu. Seu corpo estava tão massacrado que parecia um cadáver despojado. Tinha os mesmos olhos desalmados do Pikachu.

Eu finalmente entendi o que aconteceu. Eles foram mortos. Eles foram mortos, e este subnível da montanha era como o inferno.

Red finalmente falou.

"Acabou."

A tela piscava em preto e branco durante algum tempo.

"Usado Destiny Bond!"

Um horrível gritou ecoou do meu GBA. A tela ficou branca e gritando para mim, eu o joguei no chão e apertei minhas costas contra a cama. O barulho horrível continuou por bastante tempo, enquanto a tela ficava branca.

Então escureceu.

Então houve um silêncio.

Levei alguns minutos, mas finalmente me levantei. Peguei o gameshark e o caderno de anotações. Tomei essa droga de jogo possuído. Peguei todos tudo e fui levá-los até o lixo, como já havíamos estabelecido ao coletor levá-lo pela manhã. No final da longa e enrolada calçada... Joguei dentro. Quando voltei para casa, eu não sei o que me fez fazer isto, mas eu peguei a versão Yellow e inseri no meu Game Boy. Acho que parte mim queria se certificar que não tinha sido contaminada também.

A música começou. O jogo iniciado. Virei-me para meu Pikachu e pressionei A. Seu rosto feliz cumprimentou-me com um grande sorriso, pixelizado. Um sorriso agradável e normal. Retirei o jogo, e passei a próxima hora chorando no chão. Meu irmão e eu nunca jogamos Pokemon juntos novamente - ele desistiu de vez. Eu continuei a repetir meu conforto: jogos sem hack.

Naquele inverno, a neve caía espessa.


Logo logo posto mais :3

1 - TOSCA
2 - Boa, gostei dessa  :ok:

HIT-MON-LEE! HOYAAAAAA!!!!

-Tio Rafa-

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Re: Entrando no clima, CreepyPasta!
« Resposta #24 em: 28 de Outubro de 2010, 18:01:00 »
Pontuação: 0
Uau, quantas histórias de pokémons, muito tensas, por sinal  ('.')
Bem, aqui tem outra história que achei na Mensagem Subliminar (tem coisas bem tensas lá a.a)

O caso do smile.jpg(texto em spoiler):
Spoiler(Clique para mostrar/esconder)
Eu me encontrei pessoalmente com Mary E. no verão de 2007. Tinha combinado com Terence, seu marido há quinze anos, de vê-la para uma entrevista. Mary inicialmente havia aceitado, já que eu não era um jornalista, mas sim um escritor amador coletando informações para alguns trabalhos de faculdade e, de acordo com o plano, algumas peças da ficção. Marcamos a entrevista para um final de semana quando eu estava em Chicago, mas no último momento Mary mudou de ideia e se trancou no quarto do casal, recusando-se a me encontrar.

Durante meia hora, fiquei acompanhada com o Terence do lado de fora, escutando e tomando notas enquanto ele tentava, inutilmente, acalmar sua mulher. As coisas que Mary dizia faziam pouco sentido, mas se encaixavam no que eu estava esperando: embora eu não pudesse vê-la, eu podia dizer a partir de sua voz que ela estava chorando, e muitas de suas objeções para conversar comigo estavam centradas em uma diatribe incoerente em seus sonhos - ou pesadelos.

Terence se desculpou quando encerrou a conversa, e eu fiz o meu melhor para forçar a barra; lembrei-o que não era um repórter em busca de uma história, mas apenas um jovem curioso em busca de informações. Além disso, pensei naquela hora, eu poderia encontrar outro caso semelhante se colocasse minha mente e recursos para isso.

Mary E. era a administradora de sistema de um pequeno BBS em Chicago em 1992 quando encontrou pela primeira vez o Smile.jpg, que mudou sua vida para sempre. Ela e Terence estavam casados há apenas cinco meses. Mary foi uma das 400 pessoas que dizem ter visto a imagem quando foi postada em hiperlink no BSS, embora seja a única que falou abertamente sobre a experiência. O restante das pessoas permaneceram no anonimato, ou talvez mortas.

Em 2005, quando eu estava no segundo ano, Smile.jpg me chamou a atenção pelo meu interesse crescente em fenômenos da web; Mary foi a vítima mais citada do que é referido como "Smile.dog", como ficou a reputação do Smile.jpg.

O que despertou meu interesse (além dos óbvios elementos macabros da cyber-lenda e minha tendência para essas coisas) era a pura falta de informação, já que normalmente as pessoas não acreditam que isso exista e que não passam de um boato. É única porque, apesar dos fenômenos inteiros centrarem em um arquivo de imagem, esse arquivo não pode ser encontrado na internet; certamente é uma daquelas fotos manipuladas, que aparecem com maior frequência em sites como o imagem-board 4chan, especialmente o board /x/, focado em atividades paranormais.

Suspeita-se que sejam falsos, porque eles não têm o efeito que o Smile.jpg verdadeiro teria, ou seja, epilepsia do lobo temporal e ansiedade aguda. Essas reações no espectador é um dos motivos para a fantasmagoria do Smile.jpg ser vista como desdém, uma vez que isso seja absurdo, embora a depender de quem você perguntar, a relutância em reconhecer a existência do Smile.jpg possa envolver medo, não descrença.

Nem Smile.jpg, nem Smile.dog é mencionado em qualquer lugar na Wikipédia, embora o site apresente artigos sobre outros, talvez shocksites mais escandalosos como gotse (hello.jpg) ou 2girls1cup; ou qualquer tentativa de criar uma página referente ao Smile.jpg seja sumariamente excluída por um dos muitos administradores da enciclopédia.

Encontros com Smile.jpg são uma lenda da internet. A história de Mary E não é única; existem rumores não confirmados do Smile.jpg aparecendo nos primeiros dias em grupos de discussões e até mesmo num conto persistente que, em 2002, um hacker inundou um fórum de humor e sátira Something Awful com imagens do Smile.dog, fazendo com que todos os usuários do fórum entrassem em epilepsia. Diz-se também que, em meados dos anos 90, Smile.jpg circulou em um grupo de discussões como um anexo de e-mail corrente com o assunto "SORRIA!! DEUS AMA VOCÊ!".

Mas, apesar da enorme exposição que golpes publicitários geraram, poucas pessoas confessaram ter qualquer experiência e nenhum vestígio de arquivos ou links foi descoberto. Aqueles que afirmaram terem visto Smile.jpg inúmeras vezes davam a desculpa de estarem ocupados demais para salvar uma cópia da imagem em deu disco rígido.

No entanto, todas as supostas vítimas ofereceram a mesma descrição da foto: uma criatura canina (geralmente descrita como um Husky Siberiano), iluminado pelo flash da câmera, fica em uma sala escura. O único detalhe visível no fundo é uma mão humana se estendendo na escuridão perto do lado esquerdo. A mão está vazia, mas geralmente é descrita como "acenando". Naturalmente, a maior atenção é dada ao cachorro (ou criatura canina, como algumas vítimas estão mais certas de terem visto). O focinho da besta é supostamente dividido em um largo sorriso, revelando duas fileiras de dentes brancos, fortes e de aparência humana. Esta não é, naturalmente, uma descrição dada imediatamente após ver a imagem, mas uma recordação das vítimas, que alegam ter visto a imagem infinitamente em sua mente. Na realidade, depois de terem ataques epilépticos.

Esses relatos continuaram, muitas vezes enquanto as vítimas dormiam, resultavam em pesadelos nítidos e perturbadores. Estes podem ser tratados com medicamentos, embora em alguns casos é mais eficaz que outros. Mary E, eu supus, não estava usando medicamentos.

Foi por isso que, depois da minha visita em seu apartamento em 2007, eu enviei notícia a websites, listas de discussões e newgroups voltados a folclores e lendas urbanas na esperança de encontrar o nome de uma suposta vítima de Smile.jpg que sentisse mais interessada em conversar sobre suas experiências. Por um tempo, nada aconteceu e eu finalmente esqueci sobre minhas buscas, desde que eu tinha começado o meu primeiro ano na faculdade e estava muito ocupado. No entanto, Mary entrou em contato comigo por e-mail, no começo de Março de 2008.

Para: jml@****.com
De: marye@****.net
Ass: Entrevista do último verão

Querido Senhor L.,

Estou incrivelmente desapontada sobre o meu comportamento no verão passado, quando você veio me entrevistar. Espero que você entenda que não era culpa sua, mas sim dos meus próprios problemas que me levaram a agir daquela forma. Eu percebi que poderia ter lidado melhor com a situação, no entanto, espero que me perdoe. Na época, eu estava com medo.

Você vê, por 15 anos eu sou assombrada pelo Smile.jpg. O Smile.dog vem a mim todas as noites, em meus sonhos. Sei que parece bobagem, mas é verdade. Há uma qualidade inefável sobre meus sonhos, meus pesadelos, que os torna completamente diferente de qualquer sonho real que eu já tive. Eu não posso me mover e não posso falar. Eu só posso olhar para frente, e a única coisa em minha frente é a cena daquela imagem horrível. Eu vejo a mão acenando, e vejo Smile.dog. Ele fala para mim.

Eu pensei por muito tempo sobre minhas opções. Eu poderia mostrá-lo a um estranho, um colega de trabalho... Eu poderia mostrá-lo para o Terence, mas a ideia me repugnava. E o que aconteceria? Bem, se Smile.dog mantivesse sua palavra, eu conseguiria dormir. No entanto, se ele mentisse, o que eu faria? E quem iria me garantir que não aconteceria algo pior, se eu fizesse como a criatura pediu?
Então, eu não fiz nada por 15 anos, embora mantivesse o disquete escondido entre minhas coisas. Todas as noites, durante 15 anos, Smile.dog veio para mim em meus sonhos e pediu para eu espalhar a palavra. Por 15 anos, eu estava forte, embora tenha tido momentos difíceis. Muitos dos meus colegas vítimas do board BBS - onde encontrei Smile.jpg pela primeira vez - pararam de postar; ouvi que alguns deles cometeram suicídio.

Aqui a suposta imagem do smile (Obiviamente, não é o arquivo original)(Obs. pus em spoiler pois a imagem é meio assustadora.)

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